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16ª SNCT: Fiocruz Amazônia promove intervenções em escolas públicas de Manaus, através do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”

Na última sexta-feira, 8/11, a equipe do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (TASS), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promoveu, na Escola Estadual Vicente Schettini, mais uma ação do “Projeto Escola Olímpica: Obsma na SNCT 2019”. A intervenção é uma ação da Coordenação Norte, da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), e faz parte da programação da Instituição, durante a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Um dos objetivos da ação é promover a divulgação da 16ª Obsma em escolas públicas da capital, utilizando como estratégia a produção de painéis sobre Saúde e Meio Ambiente, em alusão aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A abordagem pretende sensibilizar professores e estudantes, por meio da arte do graffiti nos muros e espaços de escolas públicas de Manaus, além da distribuição de folders, cartazes e regulamentos da Obsma para a comunidade escolar.

O projeto beneficiará cerca de 500 pessoas, entre estudantes, corpo técnico das escolas e a comunidade ao entorno, com o intuito de enfatizar os seguintes temas: Saúde, Bioeconomia e Desenvolvimento Sustentável. A Grafiteira Deborah de Lemos Vieira Cabral (Deborah Erê) é a responsável pela concepção e pintura dos painéis. A proposta visa transformar ambientes nas dependências das escolas, chamando a atenção dos estudantes para os ODS.

Para o gestor da escola, Aluízio Garcia, a expectativa de participação da escola na Obsma é grande. “Esse projeto veio abrilhantar ainda mais a nossa escola. Nossos alunos e professores estão participando das atividades, através disso, já percebo o interesse deles em desenvolver os projetos, visando submetermos ao julgamento da Obsma. Creio que futuramente teremos bons projetos saindo daqui”.

17 ODS

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam hoje a melhor tradução do que é a sustentabilidade, trazendo esse conceito de forma clara para a sociedade e revelando sua natureza nas mais diversas áreas do conhecimento humano. São 17 objetivos, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na escola, a artista Deborah de Lemos, utilizou o canteiro central, localizado em um lugar de destaque, para destacar os ODS.

“Gosto muito de trabalhar com a possibilidade de transformação, em espaços de convivência, lugares depredados, lugares em destaques. A proposta da escola olímpica, é que realmente possamos fazer algo diferente em cada escola, pensado especificamente para aquele público”, explicou Lemos

Ascom, ILMD /Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.
Fotos: Eduardo Gomes

Abertas as inscrições para a 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente

Já estão abertas as inscrições para a 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), da Fundação Oswaldo Cruz. As inscrições iniciaram no sábado (21/9), data em que é comemorado o Dia Mundial da Árvore. Professores da educação básica de todo o país podem inscrever projetos desenvolvidos com seus alunos do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e  do Ensino Médio, realizados no período de 2019 – 2020, nas categorias Produção Audiovisual, Produção de Textos e Projeto de Ciências.

A Olimpíada vai premiar os 36 melhores trabalhos sobre saúde e meio ambiente com uma viagem ao Rio de Janeiro, para alunos e professores vencedores, que vão, na oportunidade, participar de atividades científicas e culturais na cidade. Além da premiação nacional, será oferecido o Prêmio Menina Hoje, Cientista Amanhã a um trabalho desenvolvido por grupos de alunas e professoras do gênero feminino.

Para realizar a inscrição na 10ª Obsma, o professor deve ler o regulamento, preencher o formulário no site oficial  e enviar o trabalho para a regional correspondente da Obsma ao seu Estado, confira os endereços no site da Olimpíada.

Em caso de dúvidas, o professor deve entrar em contato com a Coordenação pelo e-mail olimpiada@fiocruz.br ou pelo telefone (21) 2560-8259. Interessados também podem acompanhar informações sobre a Olimpíada no Instagram da Obsma,  no Facebook (www.facebook.com/obsma) e no Twitter (www.twitter.com/obsma).

Fonte: Obsma
Foto (arquivo): Peter Ilicciev

Obsma promove ações de conscientização e educação ambiental em Manaus

A educação ambiental é fundamental para a conscientização das pessoas em relação ao mundo em que vivem, para que se possa ter cada vez mais qualidade de vida sem desrespeitar o meio ambiente. Pensando nisso, em referência ao Dia Mundial do Meio ambiente, data comemorada no dia 5 de junho, a Coordenação Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), realiza em Manaus, durante toda a semana, uma série de atividades de promoção e conscientização ambiental.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) a união de esforços dos parceiros é de grande importância para garantir o resultado positivo das atividades. “Neste dia reunimos todos os esforços, parceiros e apoiadores, na luta em defesa da natureza que é, em sentido amplo, uma luta solidária em defesa da vida. Vida do local, vida da região, vida do país e vida do planeta”, explicou.

Na ultima quarta-feira, 5/6, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC-AM), a Gerência de Manutenção (DEINFRA/ Seduc – AM), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Escola Estadual Altair Severiano Nunes, a Obsma promoveu a atividade “Lixeira Viciada a Canteiro/Jardim – Uma experiência educativa e solidária”, ação originada a partir de uma demanda e insatisfação dos alunos, professores e direção da escola, em relação ao lixo despejado diariamente em uma das calçadas do estabelecimento de ensino, localizada no bairro Parque 10 de Novembro.

Segundo a gestora, Adriane Paula de Freitas, a ação que visa potencializar a mudança de hábito nos comunitários, foi idealizada por ser um problema antigo enfrentado pela escola. “A escola estava com uma lixeira viciada na esquina da rua, onde os comunitários jogavam lixo constantemente. Isso gerou uma inquietação antiga, para que pudéssemos resolver o caso dessa lixeira. Como é que uma escola, que prega aos alunos o ensino de uma educação ambiental, consegue conviver com o lixo que uma comunidade próxima despeja, poluindo esse ambiente em que nós estamos inseridos? ”, pontuou.

Na ocasião, também foram realizadas as seguintes atividades: Oficina de desenho: “Chão é para plantar sementes”; Jogo do Tapetão dos ODS´s, atividade com foco na divulgação e discussão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 20/30; Elaboração do painel de arte do Graffiti, realizado pela artista plástica na arte do grafite, Deborah Lemos, além de um planfetaço realizado pelos alunos e professores, com a presença do personagem “Oswaldinho”, mascote da Fiocruz Amazônia, em referência ao cientista, patrono da Instituição, Oswaldo Cruz.

Graziele de Oliveira Batista, aluna do 8º ano do ensino fundamental, alertou para a importância de pautar a comunidade e analisou de forma positiva as atividade desenvolvidas no Dia Mundial do Meio Ambiente.“Esperamos ter conscientizado as pessoas que moram aqui no bairro, para que elas consigam entender que aqui é um local que pode ser explorado de maneira positiva”, concluiu.

A programação da Obsma em Manaus segue até o dia 10/6, no Parque Estadual Sumaúma, onde ocorrerão as ultimas atividades: “Panfletaço do Oswaldinho: O que é a Obsma?” e “Produção do Álbum Olímpico – Ensaio fotográfico”.

AMIGOS DA TERRA

As ações de conscientização foram realizadas com base no conhecimento adquirido pelos alunos, através do projeto “Amigos da Terra”, coordenado pelas professoras Josete Albuquerque e Jenifer Oliveira. “Nós professores precisamos ter essa iniciativa de conscientizar, ensinar, mostrar para os alunos que a diferença parte de cada um de nós”, disse Oliveira.

O projeto conta com o apoio dos estudantes do 5º período, do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da EUA. Segundo os alunos, as ações de “Plantio de mudas” e “coleta seletiva” vieram de encontro ao que é proposto na universidade, através da disciplina “Estágio I”, que aborda o tema Educação Ambiental.

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente recebe professores e alunos para a semana de premiação

Começa na segunda-feira, 26/11, a Semana de Premiação da 9ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma). O evento reunirá no Rio de Janeiro, professores e estudantes representantes de escolas de todas as regiões do país, cujos trabalhos foram selecionados como destaques regionais e os três trabalhos que vão receber o Prêmio Obsma Ano Oswaldo Cruz.

A Obsma é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. O projeto tem como principais objetivos reconhecer o trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

Durante a semana de premiação professores e estudantes vão participar de uma vasta programação que incluem visitas guiadas a museus e outros espaços culturais além da visita ao Castelo Mourisco, sede da Fiocruz. A Cerimônia de Premiação Nacional, aberta ao público, vai acontecer dia 28 de novembro no campus Manguinhos.

A 9ª edição da Obsma obteve números recordes: entre 2017 e 2018, foram 1.228 trabalhos inscritos representando todos os estados brasileiros, contando com o envolvimento de 4.270 professores e 67.179 estudantes do ensino fundamental e médio. Nos últimos dois anos, a equipe do projeto também percorreu o país oferecendo 20 Oficinas Pedagógicas a professores de 13 estados com foco nas modalidades Projeto de Ciências, Produção de Texto e Produção Audiovisual. Professores e alunos foram estimulados a abordar de forma crítica e criativa temas da Agenda 2030, de acordo com os  17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável preconizados pelas Nações Unidas.

Selecionado na modalidade Projeto de Ciências e coordenado pelo professor de Filosofia Paulo Roberto de Sousa, o trabalho “Kenosi Road” foi desenvolvido por 10 alunos da Escola Estadual Padre José Schneider, na cidade de Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas. “Trata-se de um game que traz informações importantes sobre o lixo e sua reciclagem. Kenosi significa lixo na linguagem Ianomami, e road, estrada em inglês. Resolvemos utilizar uma terminologia local e uma língua universal para formar ‘caminho do lixo’”, explica o professor. Segundo ele, a notícia de que o trabalho havia sido selecionado pela Olimpíada pegou todos de surpresa. “Sabíamos que o trabalho poderia se destacar, mas não imaginávamos que seria selecionado. É muito gratificante esse reconhecimento, já que é um trabalho multidisciplinar, que envolve tecnologia, realizado em uma escola que fica a três dias de barco da capital Manaus”, reforça Paulo.

Uma ‘batalha de rap’ promovida pelos alunos do Colégio Estadual Dorival Passos, de Salvador, na Bahia, abordou o tema das infecções sexualmente transmissíveis e o trabalho foi selecionado na categoria Produção Audiovisual. Com o título Seja vencedor nessa batalha!, o grupo mobilizou toda a escola, que ostentou uma faixa parabenizando a equipe representante. “É a primeira vez que participamos e o resultado é muito importante para os alunos e para a escola. Nossa ideia era trazer a linguagem do rap, uma linguagem jovem, para reforçar a prevenção ao HIV, por exemplo, que vem registrando aumento de casos entre os adolescentes. A gravação foi toda feita com o celular e os próprios alunos editaram utilizando softwares livres”, relata a professora Luzânia Fonseca Imperial, que viaja para o Rio de Janeiro com o aluno do 3º ano do Ensino Médio Paulo César, de 17 anos.

O trabalho “Poluição e camada de ozônio”, do Colégio Militar de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, foi selecionado também na categoria Produção Audiovisual. A professora que coordenou o desenvolvimento do projeto, Adriane Schio Silva, conta que decidiu participar da 9ª Obsma quando percebeu que já trabalhava a temática da iniciativa em sala de aula. “Estávamos discutindo assuntos como poluição, camada de ozônio, efeito estufa e aquecimento global no 6º ano, permeando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que também estavam sendo trabalhados com o 9º ano, na Iniciação Científica. Sugeri a participação na Olimpíada e todos ficaram muito empolgados”, diz Adriane. No Colégio, grupos realizaram tanto produções audiovisuais como textuais para serem inscritas na Olimpíada: “De duas turmas de 6º ano, selecionei cinco trabalhos em que 19 alunos estiveram envolvidos. A reação deles ao saber que um dos trabalhos foi selecionado foi de uma felicidade estonteante! Foi incrível ver aqueles rostinhos risonhos me perguntando: ‘— Professora, a senhora viu? Nós ganhamos! É verdade, mesmo?’ Foi muito gratificante, fiquei muito feliz!”, comemora a professora.

Para a coordenadora nacional da Obsma Cristina Araripe, os objetivos da 9ª edição foram plenamente alcançados. “Estamos felizes neste encerramento pois conseguimos estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares em escolas públicas e privadas de todo o país, reconhecer o trabalho desenvolvido por professores e alunos e fortalecer a cooperação com a divulgação de ações governamentais criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente”, avalia.

Clique aqui para conferir a lista completa de trabalhos premiados na 9ª Obsma

 Com informações da assessoria de comunicação Obsma

Conheça os premiados da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma)

A coordenação nacional da 9ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) divulgou no Dia do Professor, 15/10, a relação dos trabalhos que se destacaram nesta edição do projeto. Foram selecionados 35 destaques regionais e os três trabalhos que receberão o Prêmio Obsma Ano Oswaldo Cruz.

A Obsma é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. O projeto tem como principais objetivos reconhecer o trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

Este ano 4.300 professores estiveram envolvidos nos 1.228 projetos inscritos, um recorde de inscrições na Obsma. Além disso, foram inscritos trabalhos de todos os 26 estados brasileiros, e do Distrito Federal. A comissão de avaliação contou com 52 profissionais convidados.

Da Regional Norte, da qual fazem parte os Estados do Acre, Amapá, Amazonas,  Pará, Rondônia e Roraima, destacaram-se trabalhos de  professores de Manaus (AM), Parintins (AM), Santa Isabel do Rio Negro (AM),  Belterra (PA), Alto Alegre dos Parecis (RO) e de Macapá (AP).

Confira aqui os resultados de todas as regionais.

A premiação nacional correrá de 26 a 29 de novembro, no Rio de Janeiro, onde uma nova comissão se reunirá para escolher os seis Destaques Nacionais da 9ª Obsma Fiocruz.

A direção do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e a coordenação regional Norte da Obsma agradecem a participação dos professores  e parabenizam os responsáveis pelos trabalhos destaques desta edição.

Ascom/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas