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“A Amazônia é o lugar da inovação”, destaca coordenador nacional da Rede Unida durante congresso internacional, em Manaus.

Encerrou no último sábado, 2/6, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) o 13º Congresso Internacional da Rede Unida. Aproximadamente 3 mil pessoas, entre profissionais, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores, representantes de movimentos sociais, lideranças indígenas das áreas da educação e da saúde, reuniram-se para promover o debate em torno de temas como saúde, educação, arte e cultura, participação cidadã, e gestão do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento SUS.

O Coordenador Nacional da Rede Unida e pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Júlio César Schweickardt destacou durante o evento, que esta edição do Congresso mostrou que “a Amazônia não é só o lugar do problema, da falta, mas também o lugar da invenção e da inovação”. E acrescentou: “Conseguimos trazer várias questões da região, aspectos da cultura, serviços, o perfil do trabalho com populações ribeirinhas, indígenas e quilombolas. Conseguimos pautar as temáticas da Amazônia, dialogando com representantes de diversas instituições do país e também internacionais”.

Com o tema ‘’ Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existências nos encontros das águas, o congresso co-organizado pelo ILMD/Fiocruz Amazônia, ofereceu uma programação bastante diversificada com atividades como távolas institucionais, res-públicas, mostra fotográfica, lançamentos de livros, seminários, encontros e oficinas, conferências, intervenções, com temas que contemplaram os cinco eixos centrais do Congresso, que são: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

A Fiocruz, instituição parceira do evento, marcou presença com seus pesquisadores contribuindo nas atividades inseridas na programação do Congresso. Durante o evento foram programadas 220 rodas de conversa, 74 távolas institucionais, 5 fóruns internacionais com convidados de 10 países.

Para o presidente desta edição do congresso, Rodrigo Tobias, a participação dos pesquisadores da Fiocruz é de grande importância para a Amazônia, visto a necessidade de divulgar as pesquisas desenvolvidas na região. “Essa foi uma grande oportunidade de integrar o nosso corpo de pesquisadores, com diversos atores que pensam a saúde pública de seus diversos lugares. Proporcionar esse tipo de atividade para que nossos pesquisadores se encontrem com líderes de comunidade, alunos de pós-graduação, gestores, trabalhadores e Instituições é muito importante para nós da Amazônia, pois temos uma pauta de pesquisa e precisamos divulgar aquilo que estamos examinando, além de fazer parcerias”, disse.

ATENÇÃO BÁSICA NA AMAZÔNIA

Presidente do congresso e pesquisador da Fiocruz Amazônia, Rodrigo Tobias, também moderou a távola Institucional “Atenção básica no contexto Amazônico”. Segundo ele, “o debate abordou ainda modelos e experiências de Unidades Básicas de Saúde Fluvial, como formas de atenção básica na região amazônica”.

COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO

Maria Olívia Simão, professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Coordenadora do Projeto de Gestão e Desenvolvimento Institucional (PGDI/ Fiocruz Amazônia) foi facilitadora da távola institucional “Comunicação e informação em saúde: um ano da conferência nacional”. A atividade teve como debatedores Cristina de Castro, executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e Ronald Ferreira dos Santos, presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

O debate abordou os aspectos e fatos que aconteceram um ano após a Realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação e Saúde, realizada entre 18 e 20 de abril de 2017, e as proposituras apresentadas durante a conferência. A atividade objetivou pautar as ações de preparação e organização da 16ª Conferência Nacional de Saúde, que ocorrerá em 2019, visando evitar retrocessos nos ganhos sociais adquiridos a partir da Constituição de 88 com a universalização da saúde e implementação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante o debate, Maria Olívia enfatizou a importância de repensar as formas de comunicação no Brasil. “Enxerga-se a necessidade de inovar nos modos de comunicar para poder alcançar esse Brasil tão diverso, e que precisa se apropriar do direito à saúde, além de lutar pelo acesso a informação como direito, uma vez que o cidadão brasileiro está preso ao discurso distorcido oferecido pelas emissoras e cominação que na maioria dos casos destaca-se a consolidação de poucos e grandes conglomerados que dominam diversas modalidades (TV, TV Web, Canal fechado)”, destacou.

Na oportunidade, várias estratégias formam discutidas como alternativas de enfrentamento a desqualificação midiática do SUS.  Os participantes abordaram também formas de movimentar a sociedade e levá-los a entender o que está acontecendo no cenário da saúde pública, como por exemplo o desmonte das farmácias populares, e como o ataque à democracia afeta diretamente a oferta universal da saúde no país.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL

A távola institucional “A participação social como princípio inegociável do Sistema Único de Saúde” teve como moderadores, o pesquisador da Fiocruz Amazônia, Ricardo Agum, e Geordeci Souza, do Centro Nacional de Saúde. A atividade teve como debatedores: Maria Letícia Garcia, Presidente do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre; José Felipe Dos Santos, da Articulação Brasileira de Gays e Conselheiro Nacional de Saúde; Hesaú Rômulo Braga Pinto, da Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão.

Segundo Agum, “foi um debate em torno principalmente dos Conselhos de Saúde nacional, estadual e municipal. Foram apresentados durante a távola, os principais avanços e dificuldades dos conselhos, alguns entraves e possíveis soluções”.

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO

Entre outros convidados para debater relevantes temáticas no Congresso, Luiza Garnello, coordenadora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA/Fiocruz Amazônia), esteve como debatedora da távola institucional “Precarização do Trabalho e seus efeitos na formação e no trabalho em saúde”.

VISITA À FIOCRUZ AMAZÔNIA

Nesta segunda-feira, 4/6, residentes em Gestão de Políticas Públicas para a Saúde estiveram em visita à Fiocruz Amazônia, para conhecer a Unidade. Os sanitaristas Juliane Alves e Romário Rocha, e a assistente social, Sabrina Nascimento realizaram durante o congresso a oficina “Jogo da realidade do SUS: Debatendo a gestão de forma lúdica”.

O curso em Políticas Públicas em Saúde é uma parceria entre a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e a Fiocruz Brasília. O objetivo é formar profissionais de saúde e de campos afins, capazes de responder às necessidades da produção de conhecimento, da gestão e da atenção no campo da saúde coletiva, em consonância com as diretrizes do SUS, e capazes de promover a necessária articulação entre a produção e a aplicação do conhecimento na área da saúde, além de buscar interlocução intersetorial para a solução de problemas no sistema de saúde.

PARCEIROS

Foram parceiros desta edição a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Eduardo Gomes (ILMD/Fiocruz Amazônia)
Fotos: Eduardo Gomes

Fiocruz participa ativamente do 13º. Congresso Internacional da Rede Unida

“Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existências nos encontros das águas” este é o tema do 13º. Congresso Internacional da Rede Unida, que acontece desde o dia 30/5, em Manaus, e vai até amanhã, 2/6.

A Fiocruz, instituição parceira do evento, marca sua presença com seus pesquisadores contribuindo nas oficinas, rodas de conversa, távolas e demais atividades que compõem a programação do Congresso. Além disso, está com estandes da sua editora, das unidades Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz).

A editora Fiocruz completa 25 anos produção e difusão de livros em saúde pública, ciências biológicas e biomédicas, pesquisa clínica, e ciências sociais e humanas em saúde, com o objeto de contribuir para ampliação do acesso ao conhecimento científico produzido nas diferentes áreas da saúde.

Para Manaus, a editora trouxe 130 títulos de livros e 20 títulos de DVDs do Selo Fiocruz Vídeo, ou seja, mais de mil produtos de interesse dos congressistas, que têm movimentado o estande da Fiocruz.

O 13º.  Congresso Internacional da Rede Unida tem como público profissionais, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores, representantes de movimentos sociais, lideranças indígenas das áreas da educação e da saúde. O evento acontece no minicampus da universidade Federal do Amazonas (Ufam), zona Sul de Manaus.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

PARCEIROS

São parceiros desta edição a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Agência Rede Unida de Comunicação, por  Marlúcia Seixas (Fiocruz Amazônia)
Fotos: Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia sedia oficinas do 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Iniciaram nesta quarta-feira, 30/5, as oficinas do 13º Congresso Internacional da Rede Unida. O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), co-organizador do Congresso, sediou as oficinas “Determinantes sociais da saúde na Amazônia: explorando uma abordagem territorial” e “Dança Circular: uma poderosa prática de bem-estar e desenvolvimento pessoal”, reunindo gestores, trabalhadores, movimentos sociais, estudantes de graduação e pós-graduação.

A oficina sobre determinantes sociais da saúde na Amazônia, foi proposta pelos pesquisadores Patrícia Tavares Ribeiro, Alexandre San Pedro Siqueira, Paulo Henrique Barbosa Andrade, do Centro de Estudos, Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fundação Oswaldo Cruz (CEPIDSS/ENSP/FIOCRUZ), e também por Rodrigo Tobias, pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia, presidente desta edição do Congresso.

A atividade apresentou e discutiu questões desenvolvidas no processo de realização do seminário intitulado “Desenvolvimento, Governança Territorial e Saúde: Determinantes Sociais da Saúde na Região Norte”, e objetiva apresentar uma perspectiva teórico-metodológica sobre abordagem territorial aos Determinantes Sociais da Saúde (DSS), uma síntese de estudos exploratórios sobre temas específicos relacionados à Região Norte, bem como uma síntese dos resultados alcançados no referido seminário.

Segundo Patrícia Tavares, coordenadora do CEPIDSS/ENSP/FIOCRUZ, a oficina visa contribuir para a reflexão e aprofundamento sobre temáticas relevantes referentes aos determinantes sociais da saúde em geral, e especificamente na Região Norte, na perspectiva do desenvolvimento de uma abordagem territorial para governança da saúde no SUS. “A partir de uma atualização dessas dinâmicas mais recentes, que se introduziram pela globalização, estamos buscando olhar novamente para o processo saúde-doença como um processo socialmente determinado na configuração atual dessas relações no mundo”, destacou.

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DANÇA CIRCULAR

A oficina sobre dança circular, teve o intuito de possibilitar uma comunicação sem palavras e mais comunhão, integração, união e amorosidade entre as pessoas. A atividade foi proposta pela Presidente da seção DF da Associação Brasileira de Enfermagem e Técnico de Assistência de Saúde, da Secretaria de Estado De Saúde Do Distrito Federal (SES/DF), Zulmira Maria Barroso da Costa.

De acordo com Zulmira, especialista em Enfermagem Ortopédica e Reabilitação Física, a dança circular, atua como canal para transformação, em diversos planos e níveis da existência individual e grupal através de uma vivência, viabilizada pela cooperação e sintonização em frequências vibratórias canalizadas pelas danças.

A ação visou promover os seguintes benefícios aos participantes: harmonia entre corpo-mente-espírito; elevação da auto-estima; consciência corporal; aprendizagem criativa com inteligência integral e expansão de habilidades; ampliação do potencial humano com a vivência da arte, do lúdico, do belo, do prazer e da alegria; reconhecer, valorizar e fortalecer as identidades culturais Brasileiras (locais/regionais/nacionais), para o encontro criativo e harmônico com os outros povos; sensibilização para a vivência de valores humanos e princípios éticos universais; aprender a conhecer, fazer, conviver, ser, pilares básicos da educação sustentável.

ABERTURA

A abertura oficial do evento será realizada nesta quarta-feira, 30/5, às 18h, no auditório Eulálio Chaves, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e as demais atividades distribuídas entre os auditórios do Setor Sul do Campus Universitário Arthur Virgílio Filho.  Entre os destaques da programação está o Encontro Nacional das parteiras tradicionais e a Conferência do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

SOBRE O CONGRESSO

O Congresso acontece entre os dias 30/5 e 2/6 de 2018. Realizado pela primeira vez na Região Norte e na Cidade de Manaus, o congresso pretende propor o debate em torno da saúde, educação, arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o 13ª Congresso Internacional da Rede Unida reunirá trabalhadores da saúde, usuários do SUS, pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

São parceiros desta edição a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Eduardo Gomes (Ascom/ILMD Fiocruz Amazônia)
Fotos: Eduardo Gomes

 

Manaus receberá 3 mil pessoas para congresso da Rede Unida

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o Congresso da Rede Unida movimentará a agenda científica do País com a participação estimada de 3.000 congressistas e convidados nacionais e internacionais. O evento será sediado no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no período de 30 de maio a 02 de junho de 2018, em Manaus (AM).

O Congresso tem como finalidade propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é composto por trabalhadores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

A expectativa do presidente desta edição do Congresso, Rodrigo Tobias, é que os participantes vejam que a Região Amazônica não é somente o lugar da distância, da dificuldade, da falta de acesso, o lugar das carências e das doenças. “Esperamos que esse evento possa deixar nos congressistas a ideia de que a Amazônia, com suas especificidades, também é um lugar de potencialidades, de produção de saúde, educação e de vida. O nosso desejo é que os participantes desfrutem de tudo o que vai acontecer. Estamos trabalhando muito para que tudo saia bem”, declarou Tobias.

ATIVIDADES INTERNACIONAIS

As atividades internacionais incluem cinco fóruns, que fomentam debates sobre temas da atualidade em relação a gestão da educação e do trabalho em saúde na perspectiva de diferentes países.

Com presença confirmada, os fóruns terão representantes do Brasil, Bélgica, Chile, Colômbia, EUA, Espanha, Inglaterra, Itália, Nicarágua e Portugal.

O V Fórum Internacional de Educação na Saúde tem como temática a Interprofissionalidade na formação e no trabalho em saúde: desafios às políticas e ao cotidiano. O IV Fórum Internacional de Participação em Saúde, Políticas Públicas e Educação Cidadã vem com o tema A vitalidade da democracia quando as instituições padecem: a resistência cidadã como artesania de novos tempos.

O V Fórum Internacional de Atenção Básica/Primária em Saúde trará para o centro das discussões o tema A atenção básica/primária nos sistemas de saúde universais: desafios e avanços após 40 anos de Alma Ata. O IV Fórum Internacional de Cooperação em Saúde e Políticas Públicas abordará os Direitos humanos, políticas públicas e inclusão em tempos de austeridade: repercussões na gestão da educação e do trabalho na saúde. E o I Fórum Internacional de Saúde do Migrante terá como tema central A dignidade e a saúde das pessoas em tempos sombrios: as fronteiras nacionais e a afirmação de direitos humanos.

TRABALHOS SUBMETIDOS

Esta edição no Amazonas fechou com o número de 3.420 submissões de trabalhos nacionais e internacionais. Realizado pela primeira vez no Norte do País, a região foi a que mais teve trabalhos submetidos, totalizando 1.652 submissões com destaque aos estados do Amazonas e Pará, com 913 e 641 trabalhos inscritos, respectivamente.  A região Nordeste ficou em segundo lugar com 628 trabalhos. Já o Sudeste figurou em terceira posição com 383 submissões. As regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil tiveram 298 e 165 trabalhos submetidos, respectivamente. Da participação internacional, a Itália submeteu três trabalhos.

Nos congressos da Rede Unida são aceitos trabalhos para apresentação oral nas modalidades Távolas e Rodas de Conversa. Para os organizadores, o volume de trabalhos submetidos e aprovados aponta um Congresso com grande densidade técnico-científica, além da enorme diversidade de temas e de experiências locais que compõem uma programação atrativa para diferentes públicos.

Confira a programação de apresentação dos trabalhos: www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/rodas-e-tavolas

Segundo o coordenador Nacional da Rede Unida, Júlio César Schweickardt, a organização do Congresso é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

PROGRAMAÇÃO

Além da apresentação dos trabalhos e da realização dos fóruns internacionais, a programação do congresso inclui atividades como Távolas Institucionais, Res-Publicas, Mostra Fotográfica, Lançamentos de livros, Seminários, encontros e oficinas, Conferências, Intervenções e muitas outras atividades com temas que contemplam os cinco eixos centrais do Congresso na área da Saúde, que são: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

Inscreva-se e participe das atividades: www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/inscricoes

INSTITUIÇÕES PARCEIRAS

São parceiros desta edição a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Mirinéia Nascimento (Ascom/Rede Unida)

Manaus sedia 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o Congresso Internacional da Rede Unida movimentará a agenda científica do País com a participação estimada de 3.000 congressistas e convidados nacionais e internacionais. O evento acontecerá no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no período de 30 de maio a 02 de junho de 2018, em Manaus (AM).

O Congresso tem como finalidade propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é composto por trabalhadores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

A expectativa do presidente desta edição do Congresso, Rodrigo Tobias, é que os participantes vejam que a Região Amazônica não é somente o lugar da distância, da dificuldade, da falta de acesso, o lugar das carências e das doenças. “Esperamos que esse evento possa deixar nos congressistas a ideia de que a Amazônia também é um lugar de potencialidades, de produção de saúde, de vida, com suas especificidades. O nosso desejo é que os participantes reservem sua participação nesse congresso e desfrutem de tudo o que vai acontecer. Estamos trabalhando muito para que tudo saia bem”, declarou Tobias.

Atividades Internacionais

As atividades internacionais incluem cinco fóruns, que fomentam debates sobre temas da atualidade em relação à gestão da educação e do trabalho em saúde na perspectiva de diferentes países. Trata-se do V Fórum Internacional de Educação na Saúde, com a temática “Interprofissionalidade na formação e no trabalho em saúde: desafios às políticas e ao cotidiano”; do IV Fórum Internacional de Participação em Saúde, Políticas Públicas e Educação Cidadã, com o tema “A vitalidade da democracia quando as instituições padecem: a resistência cidadã como artesania de novos tempos”; do V Fórum Internacional de Atenção Básica/Primária em Saúde, com o tema “A atenção básica/primária nos sistemas de saúde universais: desafios e avanços após 40 anos de Alma Ata”; do IV Fórum Internacional de Cooperação em Saúde e Políticas Públicas, com o tema “Direitos humanos, políticas públicas e inclusão em tempos de austeridade: repercussões na gestão da educação e do trabalho na saúde”; e do I Fórum Internacional de Saúde do Migrante, com o tema “A dignidade e a saúde das pessoas em tempos sombrios: as fronteiras nacionais e a afirmação de direitos humanos”.

Trabalhos submetidos

Esta edição no Amazonas fechou com o número de 3.420 submissões de trabalhos nacionais e internacionais. Realizado pela primeira vez no Norte do País, a região foi a que mais teve trabalhos submetidos, totalizando 1.652 submissões com destaque aos estados do Amazonas e Pará, com 913 e 641 trabalhos inscritos, respectivamente.  A região Nordeste ficou em segundo lugar com 628 trabalhos. Já o Sudeste figurou em terceira posição com 383 submissões. As regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil tiveram 298 e 165 trabalhos submetidos, respectivamente. Da participação internacional, a Itália submeteu três trabalhos.

Nos congressos da Rede Unida são aceitos trabalhos para apresentação oral nas modalidades Távolas e Rodas de Conversa. Para os organizadores, o volume de trabalhos submetidos e aprovados aponta um Congresso com grande densidade técnico-científica, além da enorme diversidade de temas e de experiências locais que compõem uma programação atrativa para diferentes públicos.

Confira a programação de apresentação dos trabalhos

Segundo o coordenador Nacional da Rede Unida, Júlio César Schweickardt, a organização do Congresso é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

Programação

Além da apresentação dos trabalhos e da realização dos fóruns internacionais, a programação do congresso inclui atividades como Mostra Fotográfica, Lançamentos de livros, Seminários, encontros e oficinas, Conferências, Intervenções e muitas outras atividades contemplando os cinco eixos centrais: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

Inscreva-se e participe das atividades

Instituições parceiras

São parceiros desta edição a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Sobre a Rede Unida

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Mirinéia Nascimento (Ascom/Rede Unida)

13º Congresso Internacional da Rede Unida lança prêmio Antônio Levino

A comissão organizadora do 13º Congresso Internacional da Rede Unida lança edital do Prêmio Antônio Levino – Experiências de Políticas Públicas Inclusivas. As inscrições ocorrem de 3/4 a 2/5 de 2018, e podem ser feitas através do preenchimento da ficha de inscrição, disponível no site do congresso.

O objetivo é premiar experiências na área das políticas públicas, desenvolvidas por instituições públicas ou privadas, organizações da sociedade civil ou coletivos que possuam capacidade de inclusão de grupos populacionais vulneráveis, promovendo cidadania e atuando sobre a qualidade de vida do grupo e a defesa dos direitos humanos. A iniciativa deverá ser apresentada por associados da Rede Unida ou instituições parceiras, contendo a identificação, justificativa e apresentação, para análise da comissão julgadora.

De acordo com a comissão organizadora do congresso, essa é uma homenagem à trajetória do médico e pesquisador, Antônio Levino, e às iniciativas das quais ele participou. A comissão ressalta também a importância dessa ação política realizada pela Rede Unida, para dar visibilidade à resistência democrática e às políticas inclusivas, destacando o desenvolvimento social, as experiências de fortalecimento das diversidades de pensamento e modos de existir, e de superação das adversidades que marcam a existência de expressivos segmentos da população brasileira e mundial, colocados à margem do chamado “desenvolvimento econômico” e expostos em momentos de crises.

PROPOSTAS

Além de ações diretas inclusivas, as experiências deverão demonstrar capacidade de problematizar a cultura de violência e vulnerabilização, com iniciativas que possibilitem expandir o debate para além dos grupos diretamente atendidos e renovar a cultura vigente, fortalecendo e fazendo circular ideias de direitos humanos, democratização e cidadania.

Os premiados receberão certificado, publicação da experiência em diferentes mídias, e inscrição na próxima edição do Congresso. A premiação correrá durante a abertura do do 13º Congresso Internacional da Rede Unida.

HOMENAGEADO

Antônio Levino foi graduado em medicina e especialista em vigilância da saúde pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), mestre e doutor em saúde pública pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).

Atuou como professor da Faculdade de Medicina da UFAM, pesquisador em Saúde Pública do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) no Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (LAHPSA), orientador permanente e Sub-Coordenador do Programa Multiinstitucional de Pós-Graduação em Saúde Sociedade e Endemias na Amazônia (PPGSSEA) da UFAM/Fiocruz Amazônia.

Suas experiências na área de Saúde Coletiva tiveram foco principalmente nos seguintes temas: saúde pública, políticas públicas na área de saúde, avaliação de programas e serviços de saúde, saúde em áreas de fronteira, geoprocessamento, epidemiologia e educação em saúde.

Foi militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), no qual atuou nas direções nacional, estadual do Amazonas e municipal de Manaus. Atuou intensamente, desde sua inserção no movimento estudantil universitário, na defesa de direitos sociais, da educação e da saúde públicas, da ciência & tecnologia comprometidas com o desenvolvimento social e econômico e dos direitos do trabalhador. Faleceu aos 55 anos, em 20 de abril de 2017.

SOBRE O CONGRESSO

O 13º Congresso Internacional da Rede Unida acontece entre os dias 30/5 e 2/6 de 2018, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Realizado pela primeira vez na Região Norte e na Cidade de Manaus, o congresso pretende propor o debate em torno da saúde, educação, arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o 13ª Congresso Internacional da Rede Unida reunirá trabalhadores da saúde, usuários do SUS, pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

São parceiros desta edição a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Ascom/ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes 

Ufam sedia 13º Congresso Internacional Rede Unida

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, a Associação Brasileira Rede Unida (Rede Unida) promove, entre os dias 30 de maio e 02 de junho, seu 13º Congresso Internacional. O congresso é realizado com a co-organização do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia).

O evento terá abertura realizada no auditório Eulálio Chaves, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e as demais atividades distribuídas entre os auditórios do Setor Sul do Campus Universitário Arthur Virgílio Filho.  Entre os destaques da programação está o Encontro Nacional das parteiras tradicionais e a Conferência do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

INSCRIÇÕES ABERTAS

O congresso pretende reunir trabalhadores da saúde, usuários do SUS, pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais das áreas da educação e da saúde, para refletir e dialogar sobre os processos de saúde e vida. Para efetivar a inscrição no congresso é necessário realizar um cadastro no site da Rede Unida. O valor das inscrições varia de acordo com a categoria do participante.

Para a categoria estudantes de graduação, estudantes de nível médio e representantes de movimentos sociais que se inscreverem até o dia 30 de março, o valor das inscrições é de 180 reais. Depois do dia 30 de março o valor sobe para 200 reais.

Para a categoria profissionais, docentes e trabalhadores, o valor das inscrições é de 300 reais até 30 de março. Confira os valores das inscrições para as demais categorias.

SOBRE O 13º CONGRESSO

O 13º Congresso Internacional da Rede Unida visa propor o debate em torno da saúde, educação, arte e cultura, participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

São parceiros desta edição a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Márcia Grana (Ascom/Ufam)
Fonte: Rede Unida
Foto: Divulgação

13º Congresso Internacional da Rede Unida recebe inscrições para monitoria

A Comissão organizadora do 13º Congresso Internacional da Rede Unida inicia nesta segunda-feira, (18/9), as inscrições de estudantes de graduação de todas as áreas do ensino para atuar como monitores no evento, que ocorre de 30 de maio a 02 de junho de 2018, na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus.

Os interessados devem ficar atentos ao prazo para a realização da inscrição, que vai até o dia 20 de outubro de 2017, preencher o formulário eletrônico no link http://www.redeunida.org.br/pt-br/dashboard/monitoria/1, enviar carta de intenção e anexar os documentos exigidos conforme item 6 do Edital.

O presidente dessa edição do Congresso, Rodrigo Tobias, pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) destaca a importância da monitoria para o evento e reforça os benefícios que os alunos recebem ao participarem do congresso. “A monitoria é uma parte importante para a realização do congresso, pois é formada de alunos de graduação de diversas áreas do conhecimento que tem a oportunidade de participar e apoiar ações e atividades do evento em parceria com especialistas da área da saúde pública de âmbito nacional e internacional. Além disso, tem como benefício adesão diferenciada com relação a inscrição e apresentação de trabalhos científicos. Isso contribui sobremaneira para a construção de conhecimento mútuo desses monitores”, salientou Tobias.

Segundo uma das coordenadoras da Comissão de Monitoria do Congresso, Sônia Lemos, a participação dos alunos como monitores oportuniza o relacionamento não só com a produção do conhecimento, mas também os protagonistas desse conhecimento. “O Congresso da Rede Unida faz com que os estudantes de graduação tenham uma outra perspectiva da sua atuação profissional. Para os monitores de outros estados, essa é uma oportunidade de conviver com pessoas que ele não conhece e isso faz com que ele desenvolva uma série de habilidades de conhecimentos”, destacou Lemos.

Todas as normas e requisitos necessários para concorrer as vagas podem ser conferidas no edital, assim como os critérios de seleção dos monitores. A relação dos estudantes selecionados será divulgada no dia 15 de novembro de 2017 no site da Rede Unida.
Rede Unida, por Mirineia Nascimento

Edição – Ascom – ILMD/ Fiocruz Amazônia

Oficina discute programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Representantes da saúde, educação e cultura reúnem-se nesta quinta-feira (20), para elaborar a programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida. O encontro organizado pelo Comitê Gestor do congresso ocorre até as 17h, na Escola de Enfermagem de Manaus (EEM), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), situada no bairro Adrianópolis, Zona Sul de Manaus.

Na oportunidade, os participantes discutem os cinco eixos nos quais se apoiam as atividades da 13ª edição do Congresso, que acontecerá de 30 de maio a 2 de junho de 2018, na UFAM, cujo tema central será “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas.

De acordo com o coordenador nacional da Rede Unida, Júlio Schweickardt, o objetivo da oficina é que as instituições locais de gestão, serviço e educação, os movimentos sociais e associações possam construir, junto com a Rede Unida, uma programação que contemple todas essas áreas dentro do Congresso. “As atividades do nosso congresso estão apoiadas na educação, gestão, trabalho, participação social e cultura, mas as atividades de preparação começam agora, com o compartilhamento de temas trazidos pelos representantes das instituições e grupos locais”, enfatizou.

Para ele, o desafio deste ano será mobilizar vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã.

Realizado pela primeira vez na região Norte, segundo Júlio Schweickardt, a organização do 13º Congresso Internacional da Rede Unida é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

As inscrições para submissões dos trabalhos poderão ser realizadas no site da Rede Unida pelo endereço eletrônico www.redeunida.org.br a partir do dia 09 de agosto de 2017.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira Rede Unida (ou para os íntimos Rede Unida) reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social

A Associação Brasileira Rede Unida (ou para os íntimos Rede Unida) reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social. A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

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Rede Unida, por Mirinéia Nascimento

Edição, Ascom ILMD/Fiocruz Amazônia

Editora Rede Unida lança livros sobre educação e práticas de saúde na Amazônia

Editora Rede Unida lança três livros, sendo dois da série Políticas e cuidados em saúde (volumes 1 e 2) e um da série Saúde & Amazônia (Volume 2). Os dois primeiros são produções compartilhadas da pesquisa “Rede de Avaliação Compartilhada (RAC) / Observatório Nacional da Produção de Cuidado em Diferentes Modalidades à Luz do Processo de Implantação das Redes Temáticas de Atenção à saúde no Sistema Único de Saúde: avalia quem pede, quem faz e quem usa”. Já o Livro “Educação e práticas de saúde na Amazônia: Tecendo redes de cuidado”, fruto de Trabalhos de conclusão de curso, residência, dissertações de mestrado e teses de doutorado, traz a discussão sobre prática de cuidados com a saúde realizadas nos Estados do Amazonas e Pará.

Os resultados das pesquisas desenvolvidas em municípios do Amazonas, formam ferramenta para o desenvolvimento das publicações. “Nós acompanhamos e analisamos várias mulheres, usuárias da rede de Saúde, buscando o cuidado pessoal, no período de gravidez, e acompanhamos parteiras, analisando os seus modos de cuidar das mulheres em período de gestação”, diz a pesquisadora e uma das autoras dos capítulos, Ângela Carla Schiffler.

A pesquisa foi coordenada nacionalmente pelo Dr. Emerson Merhy, docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas teve o envolvimento dos grupos locais em Estados e municípios. No Amazonas, foi formado um grupo de pesquisadores da Rede de Avaliação Compartilhada (RAC), que pesquisou três cenários: Estratégia da Saúde da Família em Manaus, Unidade Básica de Saúde Fluvial, no município de Borba, e as parteiras do município de Manaus e de Itacoatiara.

Durante o evento, os participantes da pesquisa falaram de suas experiências ao longo dos trabalhos e agradeceram às pessoas que colaboraram com as atividades. “A pesquisa avalia quem pede, isto é, o gestor; quem faz, ou seja, o profissional e quem usa, isto é, o usuário. Então, essas pessoas possuem uma perspectiva distinta e temos de olhar os três”, diz Schiffler.

Entre os convidados, estava a agente de saúde, parteira e moradora da comunidade Vila de Lindoia, em Itacoatiara (176 quilômetros de Manaus), Nazaré Amaral, que contribuiu para o trabalho dos pesquisadores. “Ser parteira é um dom e queremos que o trabalho das parteiras seja divulgado, conhecido por outras pessoas. Nós ajudamos a trazer vidas ao mundo e contribuímos para a saúde da mulher”, concluiu.

Os livros intitulados “Avaliação Compartilhada do cuidado em saúde: surpreendendo o instituído nas redes”, volume 1 e volume 2, estão disponíveis na Biblioteca Digital da Editora da Rede Unida.