COLEÇÃO BIOLÓGICA DO INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE – CBILMD
ILMD/Fiocruz Amazônia
ILMD/Fiocruz Amazônia
O Brasil destaca-se por ser detentor da maior biodiversidade do planeta e parte dela encontra-se na Região Amazônica. Essa tamanha variabilidade genética pode ganhar ainda mais valor quando devidamente organizada, classificada, documentada e disponível para acesso sempre que houver demanda, seja ela para pesquisa ou aplicações tecnológicas. Atento a isso, em 2001, o então Escritório Técnico da Fiocruz na Amazônia hoje Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD) insere na sua política institucional a Coleção Biológica como um eixo agregador de suas linhas de pesquisas. As coleções biológicas são recursos estratégicos, de segurança nacional, que podem fazer parte da infraestrutura de inovação do país. As informações contidas nestas coleções são recursos-chave para que o país possa utilizá-las no estabelecimento de estratégias rápidas e eficientes para o desenvolvimento científico e tecnológico.
A Coleção Biológica do ILMD conta com 1455 amostras entre fungos filamentosos, leveduras e bactérias, identificadas, conservadas (sob óleo mineral e bloco de ágar em água destilada e meio liquido TBS-Glicerol 20%, ágar sólido estok). As culturas de fungos filamentosos estão parcialmente caracterizadas quanto à produção de antibiose e enzimas de interesse industrial. Os gêneros de fungo de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma. Foram isolados dos mais diversos substratos da região Amazônica como, por exemplo, solo, água, plantas, frutos e ar. As amostras bacterianas são provenientes de amostras clínica (orofaringe e fezes humanas), meio ambiente (água dos rios, igarapés e vegetais e da microbiota bucal de animais). As principais bactérias são: Salmonella spp, Eschericha coli, Shigella spp e Neiseria meningitidis. Já iniciamos os procedimento para liofilização de todo o acervo da CBILMD. O acervo é de relevante importância uma vez que é composto de linhagens microbianas isoladas de diferentes substratos da Amazônia brasileiro, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana.
Ormezinda Celeste Cristo Fernandes
E-mail – ofernandes@amazonia.fiocruz.br
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Exposições científicas e circuito ambiental marcam encerramento das atividades da Fiocruz Amazônia na SNCT
/em Notícias /por Carlos GomesExposições científicas, mostra de vídeos, jogos e rodas de conversa marcaram o encerramento das atividades do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), referentes à 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2024). O ciclo de atividade promovidas pela instituição foi realizado em parceria com a coordenação do Programa Ocas do Conhecimento Ambiental, da Secretaria Municipal de Educação (Semed), no Espaço da Cidadania Ambiental (ECAM), localizado no mezanino do Manauara Shopping, zona centro-sul de Manaus.
Durante a visitação, alunos da rede municipal de ensino tiveram a oportunidade de conhecer estudos e projetos desenvolvidos pela Fiocruz Amazônia em diversas áreas do campo científico, bem como fazer uma visita guiada pelo Espaço da Cidadania Ambiental, a horta do Manauara Shopping e, o ‘Deck Buritizal’, um fragmento de floresta viva, mantida pelo Shooping, destacando o comprometimento com as práticas ambientais. Através do “circuito ambiental” os estudantes conheceram ainda todo o processo de coleta seletiva, compostagem e reciclagem de resíduos descartados diariamente no shopping.
Segundo a assessora em gestão da Vice-Diretoria de Pesquisa e Inovação (VDPI – ILMD / Fiocruz Amazônia), Priscila Santana, o objetivo da atividade é aproximar os estudos científicos ao público, popularizando as pesquisas realizadas na Instituição. “A ideia da Fiocruz Amazônia é popularizar a ciência, mostrar para as crianças, para a popularização e todos aqueles que estão participando, a importância da ciência para a sociedade, as múltiplas facetas de como fazer ciência”, pontua.
No espaço ECAM, os alunos e visitantes puderam conferir uma exposição de podcast e vídeos gerados nas oficinas OuvirCiência e DigiCiência, realizada como parte da programação da SNCT, abordando os temas: Crise climática e o impacto do meio Ambiente na saúde pública; Intersecção entre saúde e meio ambiente; Atenção e cuidado às populações atravessadas pela migração; Crise Climática e o trabalho no SUS; A pesquisa em saúde nas populações ribeirinhas; Estiagem e os fenômenos ambientais extremos.
Para Warlisson Barbosa, professor da Escola Municipal Santa Rosa II, a atividade representa uma oportunidade ímpar na vida dos estudantes. “Como professor eu enxergo essa oportunidade como algo necessário para a vida dos nossos alunos, pois quando estamos em sala de aula vemos as nossas condições como professor, muito limita as vezes a esse ambiente. Quando a gente traz os alunos, para fora da sala, para que eles possam adquirir conhecimento, conhecerem novos espaço, entendendo realidades como a nossa, onde existem muitos alunos que não possuem acesso, acaba sendo uma oportunidade que agrega na vida desses estudantes”, destaca.
Através dos vídeos de popularização, os visitante puderam conhecer o trabalho realizado pelos laboratórios: Diagnóstico e Controle e Doenças Infecciosas da Amazônia (DCDIA); Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS); Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA); Laboratório Instituto de Pesquisa Clínica Carlos Borborema (LAB-IPCCB); Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (LAHPSA); Laboratório de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros grupos vulneráveis (SAGESPI); Laboratório de Modelagem em Estatística, Geoprocessamento e Epidemiologia (LEGEPI), destacando a contribuição de seus trabalhos enquanto ciência para a sociedade.
Indígena da etnia Baré, Theo Gomes da Costa, aluno da Escola Municipal Santa Rosa II, mostrou-se entusiasmados com as explicações sobre as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), plantas que muitas vezes passam despercebidas, mas que oferecem uma incrível variedade de sabores, texturas e benefícios nutricionais. “Como eu moro na zona rural, eu tenho costumes da natureza. Eu tenho uma horta em casa e, pensei que algumas plantas eram comestíveis, mas não eram. Então, eu gostei muito de ouvir as explicações sobre a horta”, destaca.
EXPOSIÇÕES CIENTÍFICAS
Visando sensibilizar os estudantes e aproximar a ciência feita nos institutos de pesquisa ao público, pesquisadores, pós-graduandos, bolsistas e estudantes de iniciação científica da Instituição, estiveram presentes nos stands de exposição para apresentar na prática trabalhos como: “Metamorfose dos insetos”, “LAHPSA e Pesquisa Participativa: Integrações entre saberes Amazônicos pelos diversos Biomas”, “Aventura Molecular”, “Disseminando o conhecimento através da IA”.
Monica Dantas, gestora do Espaço ECAM, agradeceu a parceria e colaboração da Fiocruz Amazônia, em mais uma edição do evento. “Agradecemos a Fiocruz, que é parceira e colaboradora, que já expôs aqui, e sempre traz novidades e, que está presente nessa semana importante, super visitada por nossas escolas da rede. O ECAM é um espaço de cidadania ambiental. É um prazer receber essa exposição tão linda, falando dos biomas, dos insetos, de tudo que está relacionado a ciência”, avalia.
Na ocasião, os visitantes puderam conhecer de perto, trabalhos voltados para diagnósticos molecular, estudos entomológicos, microbiologia, utilização de Inteligência Artificial para o aprimoramento do diagnóstico da malária, bem como os estudos realizados pela Fiocruz Amazônia, em prol da saúde de populações vulnerabilizadas, comunidades ribeirinhas e povos indígenas, reforçando o comprometimento do Instituto em contribuir com a melhoria das condições de vida e saúde das populações amazônicas e, para o desenvolvimento científico e tecnológico regional, integrando a pesquisa, a educação e ações de saúde pública.
21ª SNCT
O ILMD/Fiocruz Amazônia, realizou nesta edição, atividades nas cidades de Manaus, Presidente Figueiredo e Tabatinga. A ação reuniu equipes dos laboratórios da unidade, sob a coordenação da Vice-Diretoria de Pesquisa e Inovação (VDPI), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, edital 003/2024.
A SNCT é promovida anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O tema da 21ª edição do evento é “Biomas do Brasil: diversidade, saberes e tecnologias sociais”, visando promover o debate sobre a importância da ciência e da tecnologia para a preservação dos biomas brasileiros. A escolha do tema, realizada pelo MCTI, reflete a preocupação global com questões ambientais e a necessidade de desenvolver soluções sustentáveis.
A mobilização tem como objetivo aproximar a população da ciência e da tecnologia, promovendo eventos de divulgação científica em todo o país. No Amazonas, a Fiocruz Amazônia busca sempre ampliar o alcance das suas atividades, junto às escolas da rede pública e parceiros na capital e interior.
ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes
Fiocruz Amazônia participa de formação sobre o SUS promovida pela Agência da ONU para Migrações
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) participou na manhã desta terça-feira, 22/10, do Ciclo de Formação Sobre Políticas Públicas Brasileiras para a Saúde, voltado para lideranças migrantes, refugiados e apátridas, promovido pela Agência das Nações Unidas para Migrações (OIM). O evento, realizado na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, contou com a presença de representações de migrantes, movimentos sociais, instituições de pesquisa e órgãos do poder público, com a finalidade de promover uma aproximação entre as lideranças e os representantes de cada serviço, além de garantir o acesso às informações sobre o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Representando a Fiocruz Amazônia, a antropóloga Fabiane Vinente, técnica de saúde pública do Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (Lahpsa), fez uma apresentação acerca da trajetória do SUS, desde a criação até os dias atuais, destacando conceitos e a importância estratégica para a universalização da assistência à saúde no Brasil. “A OIM é um dos órgãos da ONU com escritório em Manaus por conta do nosso fluxo migracional, fomos convidados para participar desta formação, juntamente com outros atores estratégicos, a exemplo da Secretaria Estadual de Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, com o foco voltadi para as lideranças de imigração e, também, para sociedade civil. O objetivo é falar um pouco sobre o que fazemos enquanto Fiocruz, por meio de projetos de pesquisa, e como funciona o SUS”, explicou Vinente.
De acordo com a consultora de políticas públicas do Escritório da OIM de Manaus, Diana Amorim, o ciclo de formação é, acima de tudo, um espaço de diálogo e reflexão sobre a estrutura e o funcionamento das principais políticas públicas brasileiras. “A ideia é que essa população (migrantes, refugiados e apátridas) tenha acesso a informação para além do acesso ao serviço aos quais elas tenham direito, mas que também vejam esses serviços e equipamentos públicos como espaços em que elas podem incidir politicamente, articular e se comunicar com o poder público por meio dos espaços de participação social”, explica Amorim.
A oficina contou com a presença de lideranças de nacionalidade venezuelana, haitiana e libanesa. No formato remoto, participaram migrantes residentes no Estados do Acre (AC) e Roraima (RR). “Temos participantes de nacionalidade boliviana, peruana, venezuelana e também de etnias indígenas de diferentes grupos, a ideia também era justamente promover o diálogo também entre essas lideranças para que elas pudessem conversar sobre as suas diferentes experiências e localidades, na interlocução com o poder público e nos espaços de participação social”, salientou a consultora da OIM, observando que a ideia é incentivar a população a seguir se mobilizando continuamente em outros espaços, como conselhos municipais, estaduais e por meio de conferências e audiências públicas, visando à 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatrídia (Comigrar), que acontecerá entre os próximos dias 8 e 10/11, em Brasília.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realiza e apoia pesquisas e produção de dados com o objetivo de orientar e informar sobre políticas e práticas migratórias. Ao longo do mês de outubro, a OIM realizará um Ciclo de Formação sobre Políticas Públicas brasileiras, tendo como público-alvo lideranças migrantes, refugiadas e apátridas residentes nos estados do Acre, Amazonas e Roraima. O ciclo contará com três encontros.
ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa
Fiocruz Amazônia abre inscrições para ingresso no Curso de Doutorado Acadêmico do PPGBIO-Interação
/em Notícias /por Carlos GomesO Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), torna pública a abertura de inscrições e estabelece as normas para o processo de seleção pública de candidatos para ingresso no Curso de Doutorado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro. (PPGBIO-Interação). O período para solicitar isenção de taxa de inscrição, acontece nos dias 21 e 22/10.
As inscrições iniciam no dia 29/10 e se estendem até 27/11. O ingresso ao Curso de Doutorado será realizado mediante processo seletivo nos termos desta Chamada Pública e o cronograma com todos os eventos das etapas estão disponíveis no edital. O processo de seleção será realizado em 3 etapas: 1ª Etapa: Homologação da inscrição; 2ª Etapa: Prova oral – Projeto de Pesquisa e Entrevista (prova online); 3ª Etapa: Avaliação do Currículo Lattes documentado.
Confira AQUI o edital
O curso, cujas vagas são oferecidas na presente Chamada Pública, terá sede em Manaus. O curso possui área de concentração em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro e duas linhas de pesquisas: 1 – Eco epidemiologia das doenças transmissíveis; 2 – Bioquímica, biologia celular e molecular de patógenos e seus vetores.
Ao egresso desse curso será outorgado o Diploma de Doutor em Ciências com área de concentração em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro. A divulgação da classificação final da seleção ocorre no dia 23 de dezembro. As aulas estão previstas para iniciar em 17 de março de 2025.
SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO
O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso strictu sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.
O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.
Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.
ILMD / Fiocruz Amazônia, Por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento
Fiocruz Amazônia abre inscrições para ingresso no Curso de Mestrado Acadêmico do PPGBIO-Interação
/em Notícias /por Carlos GomesO Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), torna pública a abertura de inscrições e estabelece as normas para o processo de seleção pública de candidatos para ingresso no Curso de Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação). O período para solicitar isenção de taxa de inscrição, acontece nos dias 21 e 22/10.
As inscrições iniciam no dia 29/10 e se estendem até 22/11. O ingresso ao Curso de Mestrado será realizado mediante processo seletivo nos termos desta Chamada Pública e o cronograma com todos os eventos das etapas disponíveis no edital. O processo de seleção será realizado em 4 etapas: 1ª Etapa: Homologação das inscrições; 2ª Etapa: Prova Escrita; 3ª Etapa: Prova oral – Projeto de Pesquisa e Entrevista; 4ª Etapa: Avaliação do Currículo Lattes documentado. A segunda etapa será híbrida, podendo o (a) candidato (a) escolher se prefere realizar a prova de forma presencial ou on-line.
Acesse AQUI o edital.
O curso, cujas vagas são oferecidas na presente Chamada Pública, terá sede em Manaus. Para esta Chamada Pública, estão sendo oferecidas 20 vagas, nas seguintes linhas de pesquisa: Linha de pesquisa 1: Eco epidemiologia das doenças transmissíveis; Linha de pesquisa 2: Bioquímica, biologia celular e molecular de patógenos e seus vetores. Ao egresso desse curso será outorgado o Diploma de Mestre em Ciências com área de concentração em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro.
A divulgação da classificação final da seleção ocorre no dia 19 de dezembro. As aulas estão previstas para iniciar em 17 de março de 2025.
SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO
O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso strictu sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.
O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.
Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.
ILMD / Fiocruz Amazônia, Por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento
Fiocruz Amazônia participa de simpósio científico de integração em Saúde Coletiva na Amazônia
/em Notícias /por Carlos GomesO Instituto Leônidas & Marias Deane (ILMD / Fiocruz Amazônia) participou, do III Simpósio Científico de Integração em Saúde Coletiva na Amazônia: Pesquisa, Extensão e Inovação. O Evento foi realizado pelo Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Universidade do Estado do Amazonas, em parceria com o Laboratório de Pesquisas sobre Práticas de Integralidade em Saúde, do Instituto de Medicina Social Hésio Cordeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Acre, Universidade Federal do Amazonas e Fiocruz Amazônia.
Compuseram a mesa de abertura: Patricia Melchionna, Coordenadora Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu (PROPESP/UEA); Bernardo Horta, professor associado da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Coordenador da área de Saúde Coletiva da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Maria Fulgência Bandeira, assessora da presidência da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam); Fernando Herkrath, professor do PPGSC/UEA e, pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia; Roseni Pinheiro, professora da UERJ; Rodrigo Silveira, professor da UFAC; André Luiz das Neves, coordenador do PPGSC/UEA; Ani Matsuura, Coordenadora do PPGVIDA / ILMD Fiocruz Amazônia; Samia Miguez, Coordenadora Institucional do Doutorado em Saúde Pública na Amazônia (DASPAM – ILMD Fiocruz Amazônia/UFAM/UEA).
Um dos organizadores do evento, Fernando Herkrath, avaliou o seminário de forma positiva. “É um evento extremamente importante, pois congrega os programas, os grupos de pesquisa que trabalham com saúde coletiva na Amazônia, fortalecendo e criando possibilidades de cooperações, permitido que possamos avançar no campo da saúde coletiva na nossa região, que carece muito de recursos humanos, e essa união permite que a gente avance de uma maneira mais adequada, do que se nós estivéssemos trabalhando de maneira isolada”, explica.
O evento acadêmico e interinstitucional, teve como objetivo principal, a integração de grupos de pesquisa nas áreas constituintes do campo da Saúde Coletiva na região Amazônica, visando fortalecer as redes de cooperação sociotécnicas de pesquisa entre as regiões do país e corroborar com a solidariedade do conhecimento, articulando academia, serviços e movimentos da sociedade civil.
Ani Matsuura, Coordenadora do PPGVIDA, destacou a relevância da solidificação de esforços no campo da saúde coletiva, visando o crescimento dos programas de pós-graduação. “Esses encontros que a gente faz, como este de hoje, são muito importantes para o crescimento dos programas, especificamente esses da área de saúde coletiva, pois integrando a gente fica mais forte, conseguindo trabalhar em conjunto, permitindo que todos cresçam. É esse o objetivo”, disse.
PROGRAMAÇÃO
Durante o evento, os pesquisadores, Fernando José Herkrath, coordenador do Laboratório de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros grupos vulneráveis (SAGESPI) da Fiocruz Amazônia, e Bernardo Lessa Horta, pesquisador sênior visitante da Instituição, participaram da mesa de debate “Contribuições da saúde coletiva UEA para a agenda nacional de formação de recursos humanos de alto nível e de prospecção sobre inovações na pós-graduação na região Norte”.
“Esse momento é extremamente importante para reunirmos os programas e discutir a expansão da área na Região Norte, que é a região com a menor densidade de programas e a menor formação em aspectos quantitativos de novos pesquisadores na área. É muito relevante a gente reunir as entidades, universidades, institutos de pesquisa, para potencializar o desenvolvimento da pós-graduação em saúde coletiva na região norte do Brasil”, enfatiza Horta.
Docente permanente do Doutorado Acadêmico em Saúde Pública na Amazônia, e coordenadora da turma fora sede do PPGVIDA, exclusiva para indígenas do Alto Solimôes, Luiza Garnelo, participará da mesa “Solidariedade na produção do conhecimento interdisciplinar em saúde coletiva na região amazônica: estratégias de comunicação pública e equidade no acesso a informações e direitos no SUS”.
BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE
A programação contou ainda com a realização da 9ª Reunião dos Conselhos Executivo e Consultivo da Biblioteca Virtual em Saúde Integralidade Brasil (BVS Integralidade). A atividade fez parte do planejamento de atividades do ano de 2024, e se insere nas comemorações alusivas aos 10 anos da Política de Acesso Aberto ao Conhecimento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A ação visa o fortalecimento do trabalho em rede, do acesso aberto ao conhecimento e, do uso de tecnologias abertas de informação e comunicação, fortalecendo as ações pela integralidade em Saúde.
ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes
SNCT: Fiocruz Amazônia lança série de podcasts destacando pesquisas que impactam a sociedade sobre saúde e meio ambiente
/em Notícias /por Carlos GomesOs projetos “CiênciaPop: Fiocruz Amazônia na SNCT 2024” e, “CiênciaPop ILMD/Fiocruz Amazônia: popularizando a ciência em saúde por meio de ferramentas digitais – Especial 30 anos”, realizados pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD / Fiocruz Amazônia), com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – Edital de Apoio às Unidades Técnico-Científicas e aos Escritórios Regionais da Fundação, e da Fundação de Amparo à Pesquisa no Amazonas (Fapeam) – Edital N. 004/2023 – POP C,T&I, lançaram na última segunda-feira, 14/10, uma série de Podcasts, oriundos da realização da oficina OuvirCiência.
Os episódios abordam a temática “Saúde e Meio Ambiente”, visando destacar como as pesquisas sobre esse assunto impactam a sociedade. Divididos em seis episódios, os podcasts possuem autoria de conteúdo desenvolvido por estudantes, pesquisadores, jornalistas e outros profissionais que cursaram a Oficina Ouvirciência, realizada pela Fiocruz Amazônia, em setembro deste ano.
Ouça AQUI a 4ª temporada do Ouvirciência.
Para Michele El Kadri, Vice-Diretora de Pesquisa e Inovação da Fiocruz Amazônia e, coordenadora do projeto, a oficina alcançou resultados satisfatórios, em especial no que tange o objetivo central de popularizar a ciência, tornado acessível os estudos desenvolvidos pela instituição, diante do atual cenário climático da Amazônia. “Essa iniciativa beneficiou os envolvidos em dois aspectos, primeiro pelo fato de estimular os nossos pesquisadores a falarem mais sobre suas pesquisas e tornarem esses resultados e processos mais acessíveis ao público, que é para quem precisamos dar uma devolutiva de nossas ações; depois por estimular os participantes a adequarem a fala e abordagem dessas narrativas, entendendo que o podcast possui uma linguagem diferente, e dialoga com um público diferente, mais antenado, conectado. O tema dessa edição é também de suma importância por estarmos vivendo exatamente esse momento de mudanças climáticas e efeitos disso tudo, como nas queimadas, e diante dessa extrema seca dos rios”, avalia El Kadri.
No primeiro episódio da série, a pesquisadora Fabiane Vinente, do Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (Lahpsa/Fiocruz Amazônia), explora como as mudanças climáticas e as transformações ambientais estão afetando a saúde das populações amazônicas. A conversa aborda as expectativas em torno da busca por soluções e a efetividade das políticas atuais, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e seu papel em promover as mudanças socioeconômicas e políticas necessárias para um futuro sustentável.
Em outro episódio, os pesquisadores Leandro Giatti, professor associado no Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), e Susanne Boerner, Pesquisadora da University of Birmingham e da USP, debatem a intersecção entre saúde e meio ambiente. Na ocasião, os pesquisadores exploram os determinantes sociais e ambientes em saúde e meio ambiente, mostrando a importância da pesquisa científica para a sociedade. A entrevista é dividida em dois episódios.
Com o tema “Crise climática e o trabalhador do SUS”, Júlio Cesar Schweickardt, pesquisador do ILMD/ Fiocruz Amazônia, aborda em outro episódio, como as mudanças climáticas afetam o cotidiano de trabalhadores do SUS e, de populações tradicionais, fazendo uma análise sobre o processo de construção de políticas equânimes, voltadas para a participação das populações, de forma participativa e coletiva, utilizando-se de metodologias decoloniais, como o LAHPSA vem desenvolvendo em seus projetos.
Focado nas pesquisas em saúde sobre populações ribeirinhas, o episódio seis da temporada, traz uma entrevista com Fernando Herkrath, docente e pesquisador do ILMD, falando sobre a relação da saúde das populações ribeirinhas da região amazônica com o meio ambiente, bem como uma breve discussão sobre a importância da pesquisa científica, trazendo visibilidade para essas populações. No último episódio da temporada, o Professor e pesquisador Rodrigo Tobias, fala sobre o fenômeno da estiagem e seus impactos na população ribeirinha e no meio ambiente, considerando o território líquido que vivemos.
NA PRÁTICA
Com aulas ministradas pelos jornalistas Cristiane Barbosa e Helder Mourão, a ação teve por objetivo o treinamento e socialização de ferramentas tecnológicas, para que bolsistas de Iniciação Científica, alunos de pós-graduação e pesquisadores interessados, possam promover divulgação científica, por meio da geração de podcasts, para divulgação nas mídias digitais.
“O podcast Ouvirciência, que está na sua quarta temporada, é resultado de um esforço coletivo da Instituição, para formar pessoas a divulgarem ciência. Neste ano, nós trabalhamos com a temática voltada para pesquisas envolvendo saúde e meio ambiente, relacionando a temática da Semana Nacional de Ciência & Tecnologia, e isso fortalece o compromisso da Fiocruz Amazônia, com a popularização da ciência, especialmente em seu ano comemorativo de 30 anos de atuação no Estado. É uma iniciativa pioneira, pois é oferecida todos os anos e, de forma gratuita, visando fortalecer a divulgação científica”, destaca Cristiane Barbosa.
Dividida em duas etapas, a oficina foi composta por aulas presenciais, teóricas e práticas, bem como no formato online, onde através de aplicativos de mensagens, os alunos receberam assessoria dos professores para o desenvolvimento de atividades.
Além do acesso online, os podcasts estão sendo divulgados durante as atividades da Fiocruz Amazônia na Semana Nacional de Ciência, Tecnologia & Inovação, para alunos da rede pública de Manaus, e disponibilizados por meio dos canais institucionais e de parceiros.
21ª SNCT
O ILMD/Fiocruz Amazônia realiza entre os dias 14 e 18/10, nas cidades de Manaus, Presidente Figueiredo e Tabatinga, um ciclo de atividades, inseridas na programação da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2024), reunindo equipes dos laboratórios da unidade, sob a coordenação da Vice-Diretoria de Pesquisa e Inovação (VDPI), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, edital 003/2024.
A SNCT é promovida anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O tema da 21ª edição do evento é “Biomas do Brasil: diversidade, saberes e tecnologias sociais”, visando promover o debate sobre a importância da ciência e da tecnologia para a preservação dos biomas brasileiros. A escolha do tema, realizada pelo MCTI, reflete a preocupação global com questões ambientais e a necessidade de desenvolver soluções sustentáveis.
A mobilização tem como objetivo aproximar a população da ciência e da tecnologia, promovendo eventos de divulgação científica em todo o país. No Amazonas, a Fiocruz Amazônia busca sempre ampliar o alcance das suas atividades, junto às escolas da rede pública e parceiros na capital e interior.
Confira aqui a programação.
Com o tema “O Bioma Amazônico e a Mudança Climática”, a unidade regional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), estará presente no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), do Manauara Shopping, em Manaus, na Escola Estadual de Tempo Integral Presidente Figueiredo, no município de Presidente Figueiredo, e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnológica do Amazonas (IFAM), Campus Tabatinga, no Alto Solimões.
ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Eduardo Gomes
Fiocruz Amazônia recebe visita do novo cônsul-geral do Japão em Manaus
/em Notícias /por Carlos GomesA direção do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) recebeu na tarde desta quarta-feira, 16/10, a visita do novo cônsul-geral do Japão em Manaus, Yuichi Miyagawa. O cônsul e sua comitiva foram recebidos pela diretora da Instituição, Stefanie Lopes; a vice-diretora de Pesquisa e Inovação, Michele El Kadri; o vice-diretor de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Aldemir Maquiné.
Yuichi Miyagawa, assumiu o cargo de Cônsul-Geral do Japão em Manaus, no dia 10 de setembro deste ano. A visita tem por finalidade apresentar ao novo cônsul a Fiocruz Amazônia e, abordar as parcerias institucionais já existentes com instituições japonesas de pesquisa, vislumbrando parcerias e cooperações futuras.
“Nós entendemos como estratégico, apresentar para ele a nossa instituição, visto que já havíamos recebido o senhor Masahiro Ogino, Cônsul anterior, e temos uma parceria bastante profícua com instituições japonesas de pesquisa. Então, a ideia foi conversar um pouco para vislumbrar como podemos estreitar essa relação entre os países, na pesquisa desenvolvida também aqui na Amazônia”, explica Stefanie Lopes.
Na oportunidade, a Diretora destacou a parceria existente entre a Fiocruz e o Governo do Japão, nas áreas de pesquisa em saúde, com destaque para a malária, juntamente com universidades e institutos de pesquisas japoneses que possibilitam o intercâmbio de pesquisadores e estudantes. Durante a visita, Miyagawa mostrou-se contente em conhecer as ações atividades desenvolvidas pela instituição, em prol da saúde e da formação, através dos programas de pós-graduação, iniciação e vocação científica, realizados pelo ILMD.
Na ocasião, a diretora do ILMD, destacou o papel incentivador de pesquisas nas áreas de Ciência, Tecnologia & Inovação, no mundo, entre os quais um dos projetos coordenados no Brasil pela Fiocruz Amazônia, em parceria com a Universidade de Kanazawa, e a Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, realiza pesquisa pré-clínica para desenvolvimento de vacina contra a malária vívax.
Outro ponto destacado durante a visita foi o trabalho de sequenciamento genômico realizado, em rede, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Após reunião, o grupo percorreu as instalações da sede da Fiocruz Amazônia.
ILMD Fiocruz Amazônia, Por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes
Doenças de veiculação hídrica são abordadas durante atividade da SNCT 2024 em Tabatinga-AM
/em Notícias /por Julio OliveiraTABATINGA (AM) – As doenças de veiculação hídrica, suas formas de contaminação e a importância da higiene para evitá-las por meio da lavagem correta das mãos foram os temas abordadas durante a roda de conversa coordenada pela bióloga e pesquisadora-tecnóloga da Fiocruz Amazônia, Luciete Almeida, dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2024), realizada na sede do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFAM – Campus Tabatinga), no Alto Solimões. A atividade foi realizada pela Fiocruz Amazônia, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas.
O objetivo da atividade, conforme explica Luciete, é chamar a atenção para a importância das medidas de higiene, sobretudo a lavagem das mãos, na prevenção a doenças, como diarreias agudas, cólera, shigelose, leptospirose e febre tifóide, entre outras, causadas por microrganismos, como bactérias e fungos presentes em todas as superfícies e principalmente nas mãos. Junto com as orientações, a bióloga realizou análise bacteriológica em meios de cultura do material coletado das mãos dos próprios alunos participantes da atividade. “Uns com as mãos lavadas e outros não. O resultado surpreendeu a todos”, explica Luciete, lembrando que a intenção da atividade é mostrar que medidas simples como lavar as mãos podem fazer toda diferença na qualidade de vida das pessoas.
Aluna do curso técnico de Administração do IFAM-Campus Santo Antonio do Içá, município vizinho, distante 254 quilômetros de Tabatinga, Valda Ionara Laranhaga Pinto, 37, contou que irá aplicar o aprendizado que obteve durante a oficina e a roda de conversa, no dia a dia como dona de casa e empresária. “Trabalho com venda de alimentos e essas informações sobre manuseio correto e a importância da lavagem das mãos e dos alimentos serão de grande utilidade”, reconheceu ela, que é mãe de sete filhos, entre eles Alex, que também é aluno do mesmo curso do IFAM. Para Luciete Almeida, que é chefe do Setor de Bacteriologia do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS), da Fiocruz Amazônia, as informações repassadas podem ajudar e muito no dia a dia dos estudantes.
“Para se ter uma ideia, das dez amostras que mantivemos em estufa bacteriológica, por 24 horas, em temperatura de 37 graus, todas apresentaram contaminação por fungos e bactérias, até mesmo de quem lavou as mãos, o que significa dizer que a lavagem das mãos, utilizando água e sabão, e ainda álcool em gel, não foi suficiente para evitar a contaminação”, avalia Luciete. A experiencia com os alunos também contou com uma atividade para identificar quem estava com as mãos contaminadas através de uma solução reveladora e uma lâmpada fluorescente.
“Esse momento chama muito a atenção dos alunos para identificar como suas mãos podem estar sujas sem que percebam a olho nu. O resultado, nesse caso, mostrou também que todos os alunos estavam com as mãos cheias de fungos e bactérias. Isso e ciência”, finaliza a bióloga.
ILMD/Fiocruz Amazõnia, Por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa