COLEÇÃO BIOLÓGICA DO INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE – CBILMD

ILMD/Fiocruz Amazônia

A Coleção Biológica do ILMD

O Brasil destaca-se por ser detentor da maior biodiversidade do planeta e parte dela encontra-se na Região Amazônica. Essa tamanha variabilidade genética pode ganhar ainda mais valor quando devidamente organizada, classificada, documentada e disponível para acesso sempre que houver demanda, seja ela para pesquisa ou aplicações tecnológicas. Atento a isso, em 2001, o então Escritório Técnico da Fiocruz na Amazônia hoje Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD) insere na sua política institucional a Coleção Biológica como um eixo agregador de suas linhas de pesquisas. As coleções biológicas são recursos estratégicos, de segurança nacional, que podem fazer parte da infraestrutura de inovação do país. As informações contidas nestas coleções são recursos-chave para que o país possa utilizá-las no estabelecimento de estratégias rápidas e eficientes para o desenvolvimento científico e tecnológico.

A Coleção Biológica do ILMD conta com 1455 amostras entre fungos filamentosos, leveduras e bactérias, identificadas, conservadas (sob óleo mineral e bloco de ágar em água destilada e meio liquido TBS-Glicerol 20%, ágar sólido estok). As culturas de fungos filamentosos estão parcialmente caracterizadas quanto à produção de antibiose e enzimas de interesse industrial. Os gêneros de fungo de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma. Foram isolados dos mais diversos substratos da região Amazônica como, por exemplo, solo, água, plantas, frutos e ar. As amostras bacterianas são provenientes de amostras clínica (orofaringe e fezes humanas), meio ambiente (água dos rios, igarapés e vegetais e da microbiota bucal de animais). As principais bactérias são: Salmonella spp, Eschericha coli, Shigella spp e Neiseria meningitidis. Já iniciamos os procedimento para liofilização de todo o acervo da CBILMD. O acervo é de relevante importância uma vez que é composto de linhagens microbianas isoladas de diferentes substratos da Amazônia brasileiro, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana.

A Coleção Biológica do ILMD

Fiocruz Amazônia lança selo de aniversário de 30 anos representando a expansão e abertura de espaços para conquistas e parcerias

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) lançou nesta segunda-feira, 27/05, o selo oficial do aniversário de 30 anos da instituição, que serão comemorados em agosto deste ano, com uma programação especial, que contará com homenagens, interação com a comunidade e uma interface cultural com uma apresentação do Balé Folclórico do Amazonas no Teatro Amazonas. O lançamento do selo marcou o início oficial da programação de atividades e comemorações do jubileu de pérola do ILMD/Fiocruz Amazônia, destacando a importância da unidade no desenvolvimento de pesquisas e novas tecnologias, bem como na formação de pessoas na região ao longo de três décadas. O selo comemorativo foi apresentado pela diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, e é uma adaptação da logomarca do instituto, representando a sua expansão e a abertura de espaços para novas conquistas e parcerias.

“A marca traz as cores inspiradas na biodiversidade da Região Amazônica, presentes em todos os elementos e, junto com ela, o slogan ‘Produzindo Ciência, Promovendo Saúde’, que consubstancia a nossa missão e foi escolhido em um concurso interno, realizado pela instituição”, explica Stefanie Lopes, referindo-se à frase de autoria do biólogo Josinei Silva Nunes, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), da Fiocruz Amazônia, agraciado com um certificado durante o lançamento. O selo, concebido pela Polém Comunicação, estará presente em todos as peças e materiais gráficos produzidos pela Fiocruz Amazônia até o final do ano, junto com a nova marca da Fiocruz, lançada na última sexta-feira, 24/05, por ocasião do aniversário de 124 anos da fundação.

Segundo Stefanie, a Fiocruz Amazônia tem um papel importante na produção de conhecimento, novas tecnologias e inovação em saúde. “Também temos formado pessoas aptas a atuarem tanto no campo da pesquisa quanto na assistência e buscado empreender ações de popularização da ciência para os mais variados públicos. Tudo isso nos gratifica e queremos dividir esse momento comemorativo com todos os trabalhadores e trabalhadoras da instituição, com parceiros e com a população, de forma geral”, afirmou.

O intuito de criar uma campanha foi ressaltar a presença da Fiocruz Amazônia nesses 30 anos de atividades, com um selo comemorativo presente em todas as realizações da unidade a partir de agora até o final do ano. “Teremos eventos importantes, como a Semana de Pós-Graduação, a 21a Reunião Anual de Iniciação Científica, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, entre outros, com alta participação dos alunos, da pós-graduação aos da iniciação científica, que são uma fortaleza para nossa casa, cada dia está mais repleta de atividades, eventos e reuniões, depois de um início tímido de retorno de atividades presenciais no pós-pandemia, e agora indo de vento em popa, mostrando que estamos vivos, reverenciando o passado com os olhos voltados para o futuro”, observou a diretora.

Emocionado, o autor do slogan explicou que o desejo de estar na Fiocruz, cursando uma pós-graduação e o sonho de, no futuro, ser um profissional da pesquisa, o motivou a propor a frase “Produzindo Ciência, Promovendo Saúde”. “Para mim, é o que a Fiocruz Amazônia sempre fez nesses 30 anos. É um prazer imensurável fazer parte deste momento, contribuindo com a frase, o que é de muita importância para minha vida como profissional e como acadêmico da instituição”, ressaltou Josinei. Stefanie destaca que o processo de escolhas de frases foi bastante rico para todos os envolvidos no sentido de promover uma reflexão coletiva sobre o que é a Fiocruz Amazônia.

A solenidade de lançamento contou com a participação de servidores e colaboradores da instituição, que participaram do descerramento da placa em homenagem ao aniversário, na fachada da unidade. “Nossa existência trouxe um impacto muito grande para a região, uma quebra de paradigma e podemos hoje comprovar que precisamos estar aqui, dada a nossa importância para o Estado e para a região amazônica”, explica Stefanie. Na placa, imagens de pesquisadores, eventos importantes e símbolos amazônicos se juntam para reverenciar os 30 anos do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Stefanie destacou o caráter participativo na elaboração da programação, desde a realização do estudo que resultou na escolha do selo comemorativo, ao slogan e a definição de critérios para as homenagens nesses 30 anos. Em reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do ILMD/Fiocruz Amazônia, que antecedeu o lançamento, os conselheiros aprovaram a proposta de criação de um comitê responsável pela definição dos critérios para escolha dos nomes dos homenageados nesses 30 anos. O comitê é formado por representantes das áreas de Gestão, Ensino e Pesquisa.

PROGRAMAÇÃO

Eventos científicos, culturais, de popularização da ciência e difusão do conhecimento científico e tecnológico marcarão as comemorações pelos 30 anos, durante três dias no mês de agosto, começando, no dia 17/08, um sábado, pelo evento Fiocruz Pra Você, de incentivo à vacinação, quando a Fiocruz Amazônia abrirá as portas para a comunidade em geral, com mostras científicas reunido os laboratórios da unidade, atividades lúdicas para crianças e a possibilidade de atualização da caderneta de vacinação com aplicação de diversos tipos de imunizantes. No dia 19/08, data em que a Fiocruz Amazônia completa 30 anos, a programação será marcada por uma festividade solene juntamente com instituições parceiras, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, iniciando às 19h.

No dia 20/08, das 10h30 às 13h, uma Cessão de Tempo, em Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, fará homenagem especial aos que fazem a Fiocruz Amazônia, atendendo propositura da presidente da Comissão de Saúde e Previdência da Casa Legislativa, deputada Mayara Pinheiro. À noite, a partir das 19h30, a programação festiva será brindada com a apresentação do espetáculo Folguedos, do Balé Folclórico do Amazonas, no Teatro Amazonas. A Fiocruz Amazônia participará da apresentação, como convidada especial da Secretaria de Estado de Cultura. O espetáculo retrata as festividades dos antigos arraiais do Festival Folclórico do Amazonas.

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa

Fotos: Júlio Pedrosa

Fiocruz Amazônia alerta para a problemática do consumo de alimentos ultraprocessados por indígenas em tempos de crise climática durante Congresso Brasileiro de Nutrição

A Fiocruz Amazônia esteve presente ao XXVIII Congresso Brasileiro de Nutrição (Conbran), realizado entre os dias 21 e 24/05, em São Paulo, fazendo um alerta para a questão do consumo de alimentos ultraprocessados por indígenas em tempos de crise climática, com impacto direto sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), no caso do Brasil, e a necessidade de políticas públicas voltadas de forma urgente para a mitigação desses problemas. O epidemiologista Jesem Orellana, pesquisador da Fiocruz Amazônia e chefe do Laboratório de Modelagem em Estatística, Geoprocessamento e Epidemiologia (Legepi), da instituição, palestrou durante o Conbran e chamou atenção para as especificidades regionais, citando como exemplo o crescente consumo de alimentos ultraprocessados entre crianças indígenas Yanomami.

“O Conbran tem a finalidade de discutir diversos aspectos relacionados à questão da alimentação e da nutrição, e este ano focou nas suas consequências em termos de saúde pública. É, sem dúvida, um dos mais tradicionais e o maior evento de Nutrição da América Latina, tendo este ano como tema ‘Alimentação e Nutrição na perspectiva da integralidade das práticas do cuidado, discutindo, entre outros pontos, as repercussões da violência interpessoal, dos alimentos ultraprocessados e da discriminação sobre desfechos em alimentação e saúde”, observou Orellana.

A programação do evento contou com cursos pré-congresso, filmes temáticos, palestras, debates, mesas-redondas e premiações. “Apesar de ser um congresso promovido por entidades ligadas à nutrição, sua temática central e, sobretudo, os cinco eixos temáticos estratégicos, promoveram a discussão de assuntos de interesse coletivo, tais como fome ou insegurança hídrica e alimentar em tempos de crise climática, políticas públicas de alimentação e nutrição, incluindo reflexões sobre publicidade e desperdício de alimentos”, salienta. O pesquisador destaca ainda a abordagem de temas relativamente recentes como expossoma (união de fatores externos e internos que impactam respostas biológicas ao longo da vida) e avanços em tecnologia e ciência de alimentos, além de temas tradicionais sobre nutrição clínica e formação profissional.

Durante a mesa-redonda no Eixo 3, o epidemiologista discutiu o consumo de alimentos ultraprocessados e o estado nutricional de crianças Yanomami menores de cinco anos. “Foi uma experiência rica e de muita reflexão, com empolgante interação entre palestrantes e congressistas, incluindo técnicos do Ministério da Saúde, estudantes e trabalhadoras (es) do Sistema Único de Saúde (SUS). Finalmente, o Conbran não apenas fomentou críticas discussões e o compartilhamento de saberes interdisciplinares, como também oportunizou o intercâmbio de experiências acadêmicas e articulações com outros grupos de pesquisa que podem se somar aos esforços do Legepi em produzir conhecimento de ponta e alinhado às necessidades de saúde da população e usuários do SUS”, lembrou.

Professora adjunta da Área de Epidemiologia do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Emanuele Souza Marques, afirma que “falar sobre violência e suas consequências na alimentação e nutrição no Conbran é relevante, por ser uma temática negligenciada na maioria dos cursos de graduação e pós-graduação de nutrição”. E completa: “Muitos dos problemas nutricionais atuais (obesidade, transtornos alimentares, consumo alimentar inadequado) podem ser ocasionados pela vivência de situações de violência. Entender os mecanismos envolvidos nestas relações nos possibilita avançar na elaboração de intervenções mais efetivas para minimizar tais problemas”, salientou.

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa

Fotos: Divulgação / Fiocruz Amazônia

Pesquisa desenvolvida por aluna de Doutorado da Fiocruz Amazônia ganha prêmio nacional de fotografia do CNPq

A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), da Fiocruz Amazônia, Kemily Nunes da Silva Moya, ganhou o primeiro lugar do Prêmio de Fotografia – Ciência e Arte – edição 2023, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), na categoria Imagens Produzidas por Instrumentos Especiais. A foto ganhadora, intitulada “A complexa teia fúngica que assombra os ovos da dengue”, foi realizada em um microscópio eletrônico de varredura do Centro Multiusuário para Análise de Fenômenos Biomédicos da Universidade do Estado do Amazonas. O equipamento é capaz de produzir imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. A entrega do prêmio será feita durante a 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontecerá de 7 a 13/07, em Belém (PA).

Kemily foi contemplada com passagens e diárias, para a viagem, e R$ 15 mil como premiação. “Quando soube que tinha sido premiada, fiquei paralisada porque não estava acreditando que isso estava acontecendo. Após um tempo a ficha caiu e fiquei extremamente alegre, emocionada e um sentimento de gratidão com a minha pesquisa tomou conta de mim”, comemora Kemily, que integra, desde 2019, grupo de pesquisa responsável por desenvolver estudos sobre o controle biológico do vetor Aedes aegypti, utilizando diferentes fungos da região amazônica. O trabalho conta com a orientação da pesquisadora da Fiocruz Amazônia, Priscila Ferreira de Aquino, coordenadora do PPGBIO-Interação.

“Com os bons resultados obtidos, surgiu a necessidade de verificar o comportamento desses fungos através da Microscopia eletrônica de varredura e firmamos uma parceria com os tecnólogos do CMABio-UEA Jessica Araújo e Jander Matos, para obtenção das micrografias e o pós-processamento das imagens, respectivamente”, conta Kemily. A imagem, colorida artificialmente, mostra a complexa teia microscópica produzida por fungos em ovos do mosquito da dengue.

Priscila Aquino destaca a importância da parceria entre a Fiocruz Amazônia e o CMABio-UEA para a evolução das pesquisas e a obtenção do prêmio. “A imagem foi obtida em parceria junto ao CMABio da UEA, que vem contribuindo com os projetos que vêm sendo desenvolvidos pelo grupo e usando a microscopia eletrônica, nos ajudando assim a entender um pouco mais sobre a atuação dos fungos sobre os ovos de Aedes”, afirma Aquino.

Segundo ela, o CMABio vem auxiliando em outros trabalhos de alunos do Mestrado e Doutorado do PPGBIO-Interação que seguem a mesma temática de seu grupo de estudos. “Essa é uma parceria muito frutífera que já temos há cerca de quatro anos e que vem auxiliando bastante em nossos trabalhos com relação à parte de microscopia”, salienta. Para a pesquisadora, a premiação é uma conquista importante tanto pelo aspecto inovador da pesquisa da Kemily, que busca compreender a atividade ovicida contra o Aedes, propondo algumas descobertas através de proteínas, quanto pelo reconhecimento nacional. “O prêmio nos deixou muito felizes por ser uma forma de divulgação científica de um trabalho que vem sendo desenvolvido no Norte do País, e dentro do Programa PPGBIO-Interação, na Fiocruz Amazônia”, frisou.

SOBRE O PRÊMIO

Em sua 13ª edição, o Prêmio de Fotografia Ciência e Arte do CNPq recebeu 432 inscrições e agraciou seis trabalhos em duas categorias – Imagens Produzidas por Câmeras Fotográficas e Imagens Produzidas por Instrumentos Especiais (como microscópios e telescópios). Os critérios de avaliação incluíram impacto visual, originalidade, técnica, relevância para a pesquisa e contribuição para a divulgação científica. Na categoria I, o primeiro prêmio foi para a imagem de formigas construindo um pequeno império na Amazônia.  Lançado em 2011, o prêmio tem como principal finalidade incentivar a popularização e a divulgação científica no Brasil. Das 432 inscrições, 249 foram pré-selecionadas, sendo 172 na Categoria I (câmeras fotográficas) e 77 na Categoria II (instrumentos especiais).

A recomendação dos trabalhos foi realizada por uma Comissão Julgadora designada pela Diretoria de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação (DCOI) do CNPq e composta por representantes da comunidade científica e tecnológica, bolsistas Produtividade em Pesquisa (PQ) do CNPq. As propostas selecionadas foram analisadas por essa comissão, considerando os critérios definidos no item 5.4. do Edital: a) impacto visual; b) originalidade; c) domínio da técnica e estética; d) relevância da imagem para a pesquisa; e e) contribuição para a popularização e divulgação científica e tecnológica.

A ação é realizada pela Coordenação de Execução e Difusão de Prêmios Nacionais e Internacionais em CT&I, vinculada à Coordenação-Geral de Promoção à Inovação e ao Transbordamento do Conhecimento em CT&I do CNPq. Na categoria II – Imagens Produzidas por Instrumentos Especiais, as imagens podem ser feitas por meio de equipamentos ópticos, eletrônicos e eletromagnéticos, tais como lupa, microscópio, microscópio eletrônico, telescópio, imagem de satélite, raios-x, ultrassom, ressonância magnética, endoscópio, colposcópio, PET Scan e tomografia computadorizada

PPGBIO-INTERAÇÃO

O programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação) tem como objetivo a formação de profissionais em nível de mestrado e doutorado na área de Ciências Biológicas III, visando contribuir com o incremento da produção científica regional, ampliar a investigação em subcampos de conhecimento na área de saúde e impactar na redução de agravos de importância sanitária que persistem na região amazônica.

O curso tem como missão formar e capacitar recursos humanos na pós-graduação para o Sistema de Ciência e Tecnologia que atuem no enfrentamento de doenças infecciosas e outros agravos de saúde de importância na Amazônia, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico regional; visando formar profissionais com capacidade de desenvolver pesquisas de alta qualidade acadêmica e científica, que atuem na investigação das interações biológicas, ecológicas e fisiopatológicas das endemias de alta relevância no cenário amazônico.

O Programa possui uma única área de concentração, Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro, que englobam duas linhas de pesquisa: Eco-epidemiologia das Doenças Transmissíveis e Bioquímica, Biologia Celular e Molecular de Patógenos e seus Vetores.

Conheça os vencedores do Prêmio de Fotografia Ciência e Arte do CNPq. Clique aqui para conferir as fotos:

Categoria I – Imagens Produzidas por Câmeras Fotográficas

Paulo Sergio Mendes Pacheco Junior: “O Início de um Império no Coração da Floresta Amazônica”
Marcelo Rodrigues Vilarta: “Forrageamento em vida livre”
Nilmar Lage: “Sim Sinhô, fotoetnografia da Comunidade Quilombola do Ausente”

Categoria II – Imagens Produzidas por Instrumentos Especiais

Kemily Nunes da Silva Moya: “A complexa teia fúngica que assombra os ovos da dengue”
Débora Ferreira Barreto Vieira: “MPOX VIRUS”
Ana Lúcia Silva Gomes: “Entre escamas e mistérios: a saga do verme aquático”

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa

Fotos: Júlio Pedrosa

Fiocruz Amazônia lança selo oficial do aniversário de 30 Anos e institui comitê para definição de homenagens durante comemorações em agosto

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) fará na próxima segunda-feira, 27/05, o lançamento oficial do selo do aniversário de 30 anos da instituição, a serem comemorados em agosto deste ano. Este lançamento inicia a programação de atividades e comemorações do jubileu de pérola desta unidade da Fiocruz na Amazônia e de sua importância no desenvolvimento de pesquisas e novas tecnologias, bem como na formação de pessoas na região. “Nesse momento em que comemoramos 30 anos de existência, é importante destacar a contribuição dada pela Fiocruz Amazônia para o desenvolvimento científico e tecnológico da região e do país”, ressalta a diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes.

Segundo Stefanie, a Fiocruz Amazônia tem desenvolvido pesquisas e inovação em saúde impactantes para a melhoria de qualidade de vida da população amazônica. “Também temos formado pessoas aptas a atuarem tanto no campo da pesquisa quanto na assistência e buscado empreender ações de popularização da ciência para os mais variados públicos. Tudo isso nos gratifica e queremos dividir esse momento comemorativo com todos os trabalhadores e trabalhadoras da instituição, com parceiros e com a população, de forma geral”, afirma.

A diretora destaca que o intuito de se criar uma campanha relativa aos 30 anos da instituição se alinha às ações alusivas ao aniversário de 124 anos da Fundação Oswaldo Cruz, comemorados nesta sexta-feira, 24/05, dando início ao ano de jubileu da instituição. “A partir do lançamento do selo, todas as atividades realizadas pela instituição deste ano terão o caráter comemorativo dos 30 anos, e conta com um cronograma de eventos especiais, previstos para acontecer entre os dias 17 e 20/08/2024, que visam a participação da comunidade interna, dos parceiros e, também da população”, explica Stefanie.

Nesta segunda-feira, o lançamento do selo e da programação de aniversário acontecerá após reunião extraordinária do seu Conselho Deliberativo do ILMD/Fiocruz Amazônia, onde será discutida e votada a proposta de criação de um comitê responsável pela definição das homenagens que serão prestadas nesses 30 anos. “Estabelecemos como estratégia o planejamento participativo da comunidade, formada por servidores, colaboradores terceirizados, bolsistas e alunos da instituição, nas decisões acerca das comemorações, com a instituição de uma comissão específica, além da realização de enquetes e concursos internos para a escolha do slogan e da logomarca do aniversário, e, agora, a definição dos homenageados”, complementa.

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa

Imagem: Mackesy Nascimento

PPGVIDA alcança marca de 100 defesas de trabalhos de dissertação realizadas no Mestrado da Fiocruz Amazônia

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), oferecido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), alcança nesta quarta-feira, 22/05, a marca de 100 defesas de dissertação realizadas ao longo de dez anos de história. A Dissertação de número 100 é da Mestranda Raynara Evangelista, da turma do Programa Educacional em Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras-Brasil-Fiocruz). O trabalho, intitulado A COVID-19 e o Cotidiano dos Serviços de Saúde Indígena na Região de Tríplice Fronteira Amazônica”, teve como orientador o pesquisador do Laboratório de História e Políticas Públicas de Saúde na Amazônia (LAHPSA), Rodrigo Tobias de Sousa Lima.

A primeira turma do PPGVIDA data de 2015, totalizando 100 egressos do programa em uma década. Para a coordenadora do Programa, a pesquisadora Ani Matsuura, do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS), da Fiocruz Amazônia, atingir a marca é motivo de grande satisfação. “Chegar na centésima defesa de dissertação significa 100 pessoas formadas em Saúde Pública e 100 trabalhos científicos realizados com forte impacto social na região amazônica. O PPGVIDA tem feito grande esforço para a inclusão das pessoas das áreas de fronteira e indígenas e está cada vez mais consolidado. É um momento de comemoração para todos os orientadores e docentes que estão e já estiveram à frente da Coordenação”, ressalta.

Enfermeira de formação, Raynara Evangelista se sente honrada de estar na posição de mestranda número 100 do PPGVIDA. “Sinto uma mistura de gratidão e ansiedade, e ao mesmo tempo muito honrada de poder estar concluindo essa grande etapa na minha jornada acadêmica. Sou grata a Deus de poder concluir o mestrado e ficar sabendo que é a centésima defesa de dissertação é motivo de muita satisfação”, afirma a mestranda, agradecendo o apoio dos colegas, orientadores e do Vigifronteiras, por meio do qual teve a oportunidade de conhecer o PPGVIDA.

O chefe da Secretaria Acadêmica do ILMD/Fiocruz Amazônia, Eduardo Garcia, destaca o esforço dos orientadores e equipe de apoio, juntamente com as instituições parceiras que colaboraram ao longo desse período. “Todos os docentes que passaram e ainda estão no programa, parceiros e nossa equipe de apoio representam um esforço de muitas mentes e mãos em união para chegar nessa marca. Temos que celebrar esse momento e, na próxima década, multiplicar esse número, perpetuando a ação e a presença da Fiocruz Amazônia na Saúde Pública da região amazônica”, frisou.

“Em se tratando da Região Norte, podemos considerar como uma marca expressiva. O fato de chegar à marca de 100 defesas em seus quase dez anos de história, sem dúvida, é um momento especial para a PPGVIDA e também se reflete para a história da Pós-Graduação do Norte do País, em especial, na área de Saúde Coletiva no Amazonas. Contribuímos com 100 mestres para o Sistema Único de Saúde e isso é reflexo do compromisso da Fiocruz Amazônia com o SUS e a saúde pública no Amazonas”, complementa Garcia, ressaltando o papel da Vice-Diretoria de Ensino, Informação e Comunicação, na pessoa da professora-doutora Rosana Parente, e da pesquisadora em Saúde Pública Luiza Garnelo, reponsável pela criação do curso stricto sensu, no processo de consolidação do programa.

SOBRE O PPGVIDA

O PPGVIDA tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

O programa possui duas linhas de pesquisa – Fatores socio-biológicos no processo saúde-doença na Amazônia e Processo Saúde, Doença e Organização da Atenção a Populações Indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade. A primeira une pesquisadores das áreas biológicas e social para o estudo das condições de vida e situação de saúde das populações amazônicas, bem como a identificação de fatores de transmissão, virulência, mecanismos imunológicos e desenvolvimento de estratégias de prevenção, monitoramento e controle de doenças de interesse para a região. As atividades da segunda linha visam a realização de estudos qualiquantitativos desenvolvidos mediante o entrecruzamento da história, gestão, organização e monitoramento das políticas, serviços e programas oficiais de saúde com as práticas e concepções de populações amazônicas sobre saúde, cuidados, adoecimentos e morte.

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa

Fotos: Arquivo/Fiocruz Amazônia

Divulgado resultado da análise dos pedidos de isenção da taxa de inscrição para o Processo Seletivo do DASPAM

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituições associadas que compõem o curso de Doutorado Acadêmico Em Saúde Pública na Amazônia, por intermédio da Diretora do ILMD/Fiocruz Amazônia, Instituição gestora da Associação, divulgaram o resultado da análise dos pedidos de isenção de pagamento da taxa de inscrição para concorrer ao Processo Seletivo da Chamada Pública N.º 005/2024.

Confira AQUI o resultado da análise

A admissão ao Curso de Doutorado, objeto desta Chamada Pública, será efetuada através de processo seletivo composto de 3 (três) etapas: 1ª Etapa – Homologação das inscrições. (Etapa eliminatória em caso da falta ou invalidade de algum documento); 2ª Etapa – Provas de múltipla escolha e discursiva de Saúde Coletiva. (Etapa eliminatória em caso de ausência do candidato ou nota obtida inferior a 7,0 pontos na prova de múltipla escolha); 3ª Etapa – Entrega e pontuação do pré-projeto de pesquisa, avaliação do currículo Lattes documentado e Prova Oral. (Esta etapa também será eliminatória, podendo a eliminação ocorrer em caso de o candidato não alcançar a nota mínima na Prova Oral (7,0 pontos), em caso da não entrega do pré-projeto ou do currículo e documentos comprobatórios, ou em caso de não comparecimento na Prova Oral no dia e horário estipulados no processo seletivo).

Para esta Chamada Pública estão sendo oferecidas até 15 vagas, para ingresso a partir de setembro de 2024. Poderão participar do processo de seleção, candidatos portadores de diploma de graduação de duração plena, devidamente reconhecido pelo MEC e de diploma de Mestre em Saúde Coletiva ou áreas afins. O Curso será ministrado em regime integral, com duração mínima de 24 meses, e máxima de 48 meses, incluindo a realização da defesa de tese.

O Curso possui área de concentração em Estudos de Processo Saúde/Doença/Cuidado na Amazônia, e duas linhas de pesquisas: Linha 1- Dinâmica, diagnóstico, cuidado clínico e controle de doenças infecciosas endêmicas na Amazônia; Linha 2: Vulnerabilidade, Situações de Saúde, Gestão, Organização e Avaliação de Serviços e Cuidados de APS na Amazônia.

SOBRE O DASPAM

O curso tem como objetivo capacitar pesquisadores para exercitar análises críticas, utilizando, de forma integrada, conceitos e recursos metodológicos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais aplicadas à saúde, e de outras áreas conexas; Desenvolver modelos analíticos de processos de saúde/doença/cuidados, tomando como referência o quadro epidemiológico, econômico, sócio antropológico, histórico, biológico e ambiental no cenário regional e suas interfaces com os contextos nacional e internacional de globalização da Amazônia; contribuir, teórica e tecnicamente, para a formulação, implementação e gestão de políticas setoriais, bem como atuar, neste campo, na docência e na pesquisa.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

Imagem: Mackesy Nascimento.

Fiocruz Amazônia e USP realizam seminário sobre Cosmopolíticas do Cuidado no fim-do-mundo

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e a Universidade de São Paulo (USP) realizam na próxima sexta-feira, 24/05, às 14h, na sede da unidade, em Manaus, o “Seminário Cosmopolíticas do Cuidado no Fim-do-mundo: gênero, fronteiras e agenciamentos pluriepistêmicos com a saúde pública”, como parte de projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), coordenado pelo professor-doutor José Miguel Nieto Olivar, do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade, da Faculdade de Saúde Pública da USP. O projeto foi um dos selecionadas da Chamada Jovem Pesquisador da Fapesp, que apoia linhas de pesquisa inovadoras e de desenvolvimento da ciência, com base em novas linhas de pesquisa e desafios do conhecimento. O evento é realizado em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), da Fiocruz Amazônia.

O seminário será aberto pela vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação, Rosana Parente, representando a diretora da Fiocruz Amazonia, Stefanie Lopes, e contará com a presença do coordenador do projeto, José Miguel Nieto Olivar, e do professor-doutor Leandro Luiz Giatti, também da USP e pesquisador visitante da Fiocruz Amazônia. “O objetivo éfavorecer espaços de escuta e diálogo com discentes e docentes do PPGVIDA, no sentido de fortalecer as discussões do projeto no âmbito da saúde coletiva na Amazônia e construir caminhos, adequações, conexões e composições possíveis com o PPGVIDA”, explica Giatti. A inscrição para participar do seminário é gratuita, bastando que o interessado preencha o formulário pelo link https://campusvirtual.fiocruz.br/gestordecursos/hotsite/seminario_cosmopoliticasdocuidado_ILMD2024. O evento se destina a docentes e discentes dos cursos de pós-graduação na área de saúde coletiva.

Nieto Olivar explica que o projeto tem como finalidade fornecer elementos de discussão para possam subsidiar uma troca de experiências entre as pessoas que produzem cuidado no campo da saúde pública no País e aquelas que vivem à margem da garantia dos direitos e possuem formas específicas de produzir cuidados para si e outras pessoas. “Que lugar tem o Estado nas histórias e possibilidades de futuro desses grupos?”, questiona o pesquisador, citando como exemplos pessoas trans, prostitutas, mulheres indígenas, familiares de encarcerados do sistema prisional, agricultoras, migrantes refugiadas, pessoas da umbanda e do candomblé, pessoas negras marginalizadas e aquelas que habitam a Amazônia urbana em contextos periféricos.

“O objetivo é discutir e entender como essas pessoas produzem e participam nas relações de cuidado, de lutas, de morte (necropolítica), processos de colonização, como se precisassem ser apagados ou vivessem à beira do fim-do-mundo. No melhor dos casos, o sistema de saúde pública olha para essas pessoas como seres que necessitam de algo e não que tenham a oferecer, e o que queremos é experimentar inverter essa lógica”, salienta José Miguel.  O seminário terá carga horária de quatro horas, com capacidade máxima para 80 pessoas. As inscrições podem ser feitas até o a próxima quarta-feira, 22/05.

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa

Foto: Arquivo/Ascom

Pesquisadores da Fiocruz Amazônia participam de elaboração de plano para enfrentamento da dengue 2024/2025 

Os pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Sérgio Luz e Joaquin Carvajal, do Núcleo de Patógenos, Reservatórios e Vetores na Amazônia (PReV Amazônia), do Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA), estiveram em Brasília (DF), nos dias 15 e 16 de maio, para participar de uma oficina para a elaboração do plano de enfrentamento da dengue e outras arboviroses para o período epidêmico 2024/2025. A ação, promovida pelo Ministério da Saúde, visa discutir a preparação e respostas para a próxima sazonalidade dessas doenças.

Os resultados obtidos a partir destes debates irão compor um plano que vai contemplar informações sobre vigilância em saúde, manejo clínico, organização dos serviços, controle vetorial, lacunas de conhecimento para financiamento de pesquisas, comunicação e mobilização social, com propostas de ações a serem implementadas a curto, médio e longo prazo.

O encontro conta com a participação de especialistas em arboviroses, incluindo gestores, pesquisadores e técnicos estaduais e municipais, bem como representantes do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Um ponto de discussão e apontado como prioridade pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, foi a incorporação de novas tecnologias, como a vacina contra dengue e o desenvolvimento de vacinas para outras arboviroses. “A vacina é um instrumento em que acreditamos muito. Das tecnologias disponíveis, tem sido a mais resolutiva”, enfatizou a ministra.

Durante o evento, foram traçadas diretrizes para construção de um amplo plano de enfrentamento às arboviroses. “Na oficina que participamos, debatemos sobre o que o ministério da saúde deveria incorporar, foi uma espécie de consulta, onde sugerimos os direcionamentos para o monitoramento da suscetibilidade das populações de Ae. aegypti aos inseticidas pré-qualificados, a implementação das novas diretrizes nacionais para Controle de Arboviroses, e os desafios e perspectivas desde um olhar de Uma Só Saúde, para o controle dessas arboviroses no cenário de mudanças climáticas mais frequentes e intensas no país”, explica Joaquin Carvajal.

A construção das diretrizes foi coletiva, com participação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), da Câmara dos Deputados e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e os pesquisadores idealizadores das novas tecnologias a serem incorporadas.

Outro destaque na oficina foi a apresentação pelo MS de uma estrutura para um sistema de vigilância entomo-virológica para o país. “Como conselho consultivo, junto com outros colegas de outras instituições, discutimos diversos aspectos técnicos e operacionais, para auxiliar na orientação da operacionalização e implementação do sistema”, destacou Sérgio Luz.

ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Eduardo Gomes

Fotos: Arquivo / Divulgação

Dados registrados

Número de registro, nome da espécie, autor, variedade, observação taxonômica, anamorfo, teleomorfo, número da coleção, data de entrada, doador, data e local de isolamento, identificação segundo o doador, nome antigo, coleções onde está depositada, substrato, hospedeiro, categoria do tipo, sexualidade, modo de preservação, fotos e imagens macro e microscópicas, aplicações e outras informações.

Público alvo

Pesquisadores, empresas privadas, instituições de pesquisa e outras coleções de cultura.

Serviços oferecidos

Aquisição, depósito, distribuição, preservação de bactérias, fungos filamentosos, leveduras e plasmídeos;

Caracterização de microrganismos, pesquisa e treinamento;

Realiza cursos sobre sistemática em fungos filamentosos, presta serviço de consultoria, emitindo laudos técnicos a terceiros. Orientação de teses de mestrado, doutorado e pessoal técnico especializado.

Coleção de Bactérias
Coleção de Fungos

Curadora

Ormezinda Celeste Cristo Fernandes

Contato

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