COLEÇÃO BIOLÓGICA DO INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE – CBILMD
ILMD/Fiocruz Amazônia
ILMD/Fiocruz Amazônia
O Brasil destaca-se por ser detentor da maior biodiversidade do planeta e parte dela encontra-se na Região Amazônica. Essa tamanha variabilidade genética pode ganhar ainda mais valor quando devidamente organizada, classificada, documentada e disponível para acesso sempre que houver demanda, seja ela para pesquisa ou aplicações tecnológicas. Atento a isso, em 2001, o então Escritório Técnico da Fiocruz na Amazônia hoje Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD) insere na sua política institucional a Coleção Biológica como um eixo agregador de suas linhas de pesquisas. As coleções biológicas são recursos estratégicos, de segurança nacional, que podem fazer parte da infraestrutura de inovação do país. As informações contidas nestas coleções são recursos-chave para que o país possa utilizá-las no estabelecimento de estratégias rápidas e eficientes para o desenvolvimento científico e tecnológico.
A Coleção Biológica do ILMD conta com 1455 amostras entre fungos filamentosos, leveduras e bactérias, identificadas, conservadas (sob óleo mineral e bloco de ágar em água destilada e meio liquido TBS-Glicerol 20%, ágar sólido estok). As culturas de fungos filamentosos estão parcialmente caracterizadas quanto à produção de antibiose e enzimas de interesse industrial. Os gêneros de fungo de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma. Foram isolados dos mais diversos substratos da região Amazônica como, por exemplo, solo, água, plantas, frutos e ar. As amostras bacterianas são provenientes de amostras clínica (orofaringe e fezes humanas), meio ambiente (água dos rios, igarapés e vegetais e da microbiota bucal de animais). As principais bactérias são: Salmonella spp, Eschericha coli, Shigella spp e Neiseria meningitidis. Já iniciamos os procedimento para liofilização de todo o acervo da CBILMD. O acervo é de relevante importância uma vez que é composto de linhagens microbianas isoladas de diferentes substratos da Amazônia brasileiro, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana.
Fiocruz Amazônia realiza encontro para discutir produção intelectual indígena ao longo do mês de abril
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) vai realizar, entre os dias 13 e 30/04, em Manaus, uma série de atividades, dentro da programação do 2º Abril Indígena da Fiocruz. O evento pretende dar visibilidade, promover discussões e reflexões acerca do tema “Produção indígena de conhecimento em Programas de Pós-graduação em Saúde – Devolutivas para a sociedade”. A proposta tem por objetivo apresentar à comunidade indígena e não indígena a produção de intelectuais indígenas em programas de pós-graduação no campo da saúde, discutir políticas públicas de atenção à saúde de povos indígenas a partir da produção apresentada, além de incentivar e sensibilizar coletivos de estudantes indígenas residentes em Manaus a ingressarem em programas de pós-graduação, visando o fortalecimento das políticas afirmativas.
O projeto, coordenado pela pesquisadora sênior da Fiocruz Amazônia, Luiza Garnelo, vinculada ao Laboratório Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros grupos vulneráveis (SAGESPI), foi uma das 17 iniciativas contempladas pelo edital de chamada interna Abril Indígena, promovido pela Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), em parceria com a Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai/MS). A proposta foi aprovada como uma ação de mobilização social em torno do fortalecimento do protagonismo indígena no âmbito da saúde e consistirá na realização de atividades presenciais, em datas alternadas, com a participação dos estudantes da primeira turma de sanitaristas indígenas do Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).
“A ideia é reunirmos os discentes indígenas que hoje se encontram em processo de defesa de suas dissertações de Mestrado e outros pesquisadores indígenas que apresentarão seus trabalhos e discutirão sobre os resultados”, explica Luiza Garnelo. Serão realizadas defesas de dissertações dos discentes Josileno Marubo (16/04), Neize Laura Deveza Kaixana (17/4), Gilberto Doles Marubo, Cristina Comapa Marubo (28/04) e Milene Tenazor Kokama (29/04), todos do Mestrado em Saúde Coletiva do PPGVIDA, intercalados por debates e mesas-redondas. No dia 30/04, acontecerá a defesa pública de Doutorado de Luiz Penha Piratapuia Tukano, egresso do Mestrado do PPGVIDA, cursando atualmente o Doutorado do Programa VigiFronteiras Brasil (ENSP/Fiocruz).
A sessão de abertura do Abril Indígena do ILMD/Fiocruz Amazônia será no dia 13/04, às 14h30, com a Mesa-Redonda Atuação Técnico-política de profissionais indígenas e organização Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)”, com a participação de docentes, gestores universitários e lideranças indígenas. No dia seguinte, 14/04, às 14h, será a vez da mesa-redonda “Ações afirmativas e ensino em saúde para indígenas”, com o mesmo público-alvo, seguida por cerimônia de inauguração do Painel Comemorativo do Processo Formativo de Sanitaristas Indígenas no ILMD/Fiocruz Amazônia. “O painel será um marco histórico para a Fiocruz Amazônia, como forma de valorizarmos a iniciativa pioneira da instituição e em agradecimento ao apoio de parceiros institucionais importantes para esse processo, tais como a Fapeam e a UEA”, afirma a coordenadora.
No dia 17/04, à tarde, haverá o debate sobre o tema “Vivências indígenas no Ensino Superior (graduandos e pós-graduandos)”. A programação do encontro se encerrará com uma sessão de grafismos indígenas e oficina de artesanato indígena por artesãos convidados, no dia 29/04, às 10h, finalizando com uma degustação de petiscos indígenas, às 11h30, na mesma data.
“A escolha do tema para o Abril Indígena do ILMD/Fiocruz Amazônia não poderia ser mais acertada. Assumimos o desafio para que o Mestrado fora da sede acontecesse e conseguimos realizá-lo com sucesso, o que nos tornou a primeira unidade da Fiocruz no Brasil a ter uma turma de Mestrado, na modalidade, exclusiva para indígenas. Neste Abril Indígena, estamos criando a oportunidade de ampliar esse debate, com base nas políticas afirmativas da Fiocruz, convidando instituições de ensino, representantes de movimentos indígenas e estudantes para participar e compartilhar experiências e saberes ao longo do mês”, enfatizou a diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes.
Para o vice-diretor de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz Amazônia, Cláudio Peixoto, este Abril Indígena é o reconhecimento de que o lugar da produção de conhecimento indígena é, de fato, em todos os espaços de poder e saber. “Nesta iniciativa da Fiocruz Amazônia, vemos a materialização de um compromisso estratégico da nossa instituição: o fortalecimento do protagonismo indígena no campo da ciência e da saúde na Amazônia. A formação em nível de pós-graduação para estudantes indígenas não é apenas um direito; é uma necessidade urgente para a soberania e a qualidade do cuidado em saúde nos nossos territórios. O que está sendo produzido aqui não fica restrito aos muros da academia; retorna como devolutiva científica e política para as comunidades e para a sociedade brasileira”, ressaltou.
SOBRE O ABRIL INDÍGENA FIOCRUZ
A chamada interna Abril Indígena Fiocruz tem como principal objetivo estimular as unidades da instituição a divulgarem e valorizarem as iniciativas já em desenvolvimento na área de saúde indígena, ampliando as ações voltadas à valorização da cultura, da saúde e dos direitos dos povos indígenas em suas regiões de atuação. A iniciativa é financiada por meio de edital interno, com recursos do projeto “Desenvolvimento de ações para o aprimoramento do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)”, firmado entre a Sesai e a Fiocruz.
Todas as atividades realizadas destacam a potência e a importância dos povos indígenas, a valorização do saber ancestral e o diálogo intercultural entre os saberes científicos e tradicionais em saúde. Este ano, foram contempladas 17 iniciativas de unidades sediadas na Bahia, Brasília, Ceará, Manaus, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro e Rondônia.
A primeira edição do Abril Indígena Fiocruz foi realizada em 2025, quando apoiou 10 iniciativas que realizaram rodas de conversa, oficinas, exposições, mostras audiovisuais e apresentações culturais, abordando temas como saúde, território, racismo ambiental, plantas medicinais e cosmologias indígenas. A atividade integra as celebrações do Dia dos Povos Indígenas, comemorado anualmente em 19 de abril. Com o sucesso da primeira edição, o Abril Indígena Fiocruz passou a integrar o calendário da instituição como uma ação permanente.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Fotos: Divulgação / PPGVIDA / Fiocruz Amazônia
Fiocruz Amazônia participa de Imersão em Acolhimento a Gestores Municipais promovida pela Superintendência do Ministério da Saúde no Amazonas
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) participa da primeira Imersão em Acolhimento a Gestores Municipais promovida pela Superintendência do Ministério da Saúde no Amazonas, entre os dias 6 e 13/04, com o objetivo de potencializar o acolhimento interfederativo entre MS e gestores municipais, sobretudo prefeitos, secretários de saúde e integrantes dos conselhos municipais de saúde do Estado do Amazonas. A intenção é fortalecer o vínculo entre MS e os gestores no Amazonas a partir da qualificação dos quadros da instituição que atuam no apoio institucional e interfederativo. O público-alvo da imersão são os servidores da SMSA-AM, especificamente do Serviço de Articulação Interfederativa e Participativa (Seinp) e da Divisão de Transferências de Recursos Federais (Ditre).
A abertura do evento ocorreu na tarde desta segunda-feira, 6/04, no auditório da Superintendência, em Manaus, com a presença do titular da SMSA-AM, Geraldo Henrique Medeiros, da diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, e do pesquisador em Saúde Pública Rodrigo Tobias, do Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (Lahpsa), do ILMD/Fiocruz Amazônia. “Essa é uma articulação importante e necessária no sentido de potencializar a presença do Ministério da Saúde no território amazônico, em específico no Amazonas, que é um Estado de dimensões continentais e com diferentes desafios em saúde. E vocês são esse elo interfederativo”, enfatizou Stefanie Lopes.
A diretora destacou a necessidade de integração das agendas dos diferentes órgãos em atuação nos territórios como forma de capilarizar e estender as ações do SUS de forma mais eficiente para todos os territórios do Estado. “Esse acolhimento tanto passa pelo apoio acadêmico e de aprendizado de evidências científicas como pode ser melhorado na ação que é feita na ponta, daí a importância dessa interface de educação permanente, multifacetada e desafiadora”, observou. O evento, de formato híbrido, contou com a participação de representantes do Programa Agora Tem Especialistas (em andamento no Amazonas), Secretaria Nacional de Atenção Primária à Saúde (SAPS), Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) e Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos, do Ministério da Saúde.
Abordando o tema “Regionalização no Amazonas: potencialidades e desafios”, o pesquisador da Fiocruz Amazônia Rodrigo Tobias salientou a importância da criação de redes e regiões de saúde na Amazônia como soluções estratégicas alinhadas à logica interfederativa. Segundo Tobias, das 450 regiões de saúde existentes no Brasil, apenas 45 (o equivalente a 10%) estão nos nove estados da Amazônia Legal, que ocupam 60% do território nacional. “Não temos estradas e sim horas de barco e voo em se tratando dos territórios líquidos amazônicos. A lógica da regionalização da saúde na Amazônia precisa considerar esse aspecto primordialmente, diferentemente da lógica predominante no restante do país”, explicou, defendendo, entre outras teses, a da criação de hospitais regionais de grande porte em cinco municípios polos do Estado do Amazonas e a ampliação dos investimentos do Complexo Econômico e Industrial da Saúde no Polo Industrial de Manaus como propostas de melhoria do acesso à saúde no Estado e produção de medicamentos, insumos e equipamentos de saúde para a região da Pan Amazônia.
O evento prossegue até o dia 13/04 com palestras sobre “Instrumentos de Planejamento em Saúde do SUS”, “Articulação Interfederativa e Participativa: Perspectiva de Apoio Institucional”, “Cofinanciamento Federal da APS e Ferramentas de Apoio a Gestão da APS: SIAPS, E-Gestor e Painéis do MS; “Produção do Briefing do Município” e “Dinâmica de Atendimento ao Gestor”; Retomada de Obras; Novo PACS, SIMOB, “Emenda Parlamentar na Atenção Especializada: legislação, prazos, painéis de monitoramento e construção do plano de trabalho no INVESTSUS”; “Programa Agora Tem Especialistas: estado da arte e seus componentes”, “Painéis de apoio institucional e dinâmica de atendimento ao gestor”.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa / Fiocruz Amazônia
Palestra do Centro de Estudos apresentará trajetória de pesquisa translacional da Fiocruz sobre HIV na Amazônia
/em Notícias /por Carlos GomesO Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD / Fiocruz Amazônia) promove na próxima sexta-feira, 10/4, a palestra “HIV na Amazônia: 8 anos de pesquisa translacional da Fiocruz, do diagnóstico tardio ao envelhecimento precoce”, a ser ministrada por Paulo Afonso Nogueira, pesquisador da Instituição. A apresentação será transmitida a partir de 10h (Horário Manaus), via Reunião do Microsoft Teams ( https://teams.microsoft.com/meet/26085369626892?p=HiErBn6nhUsH3p3yTf ), utilizando (ID da Reunião: 260 853 696 268 92) e (Senha: TH9Ay99W)
Na oportunidade, Paulo Nogueira apresentará a trajetória de 8 anos de pesquisa translacional em HIV na Amazônia realizada pela Fiocruz, iniciando com estudos sobre falha virológica e terapêutica, avançando para a investigação de fatores associados ao óbito em pacientes hospitalizados, com destaque para o impacto do diagnóstico tardio e da disfunção imunológica.
Durante o Centro de Estudos, o pesquisador irá apresentar ainda achados mais recentes sobre o tema. “As pesquisas evidenciam o papel de processos inflamatórios, como tempestade de citocinas, e alterações na resposta imune como determinantes de pior prognóstico. Mais recentemente, os estudos avançam para o envelhecimento precoce, demonstrando, em população mista, a influência da idade e da recuperação imunológica incompleta sobre o comprometimento neurocognitivo e a saúde óssea, enquanto, em mulheres vivendo com HIV, observa-se antecipação da menopausa associada a alterações na saúde óssea”, explica.
SOBRE O PALESTRANTE
Paulo é graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, mestre em Bioquímica pela Universidade Estadual de Campinas, e doutor em Relação Patógeno Hospedeiro pelo Instituto Ciências Biomédicas 2 USP. Realizou Pós-doutorado na Universidade do Mediterrâneo em Marselha, sobre a interação ligantes e receptores endoteliais associados a fisiopatologia na malária gestacional pelo Plasmodium falciparum.
Atualmente é pesquisador do ILMD / Fiocruz Amazônia e colaborador na Fundação de Medicina Tropical Dr Heitor Viera Dourado. Nogueira é pesquisador principal em estudos sobre malária, com ênfase em imunologia, biologia molecular e fisiopatologia. Possui experiência na área de Imunologia e biologia molecular com ênfase na produção de proteínas recombinantes e avaliação da resposta humoral na malária, especialmente com o antígeno MSP1 de Plasmodium vivax.
Desde 2018, desenvolve pesquisa nas causas de falhas no tratamento antirretroviral em pessoas vivendo com HIV e suas consequências. Aborda em seus estudos sobre a fragilidade em pacientes com mais de 40 anos: osteoporose, sarcopenia e distúrbios neurocognitivos.
CENTRO DE ESTUDOS
O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.
Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.
ILMD Fiocruz Amazônia, Por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento, ILMD Fiocruz Amazônia
Fiocruz Amazônia empossa nova composição de membros do Conselho Deliberativo para o biênio 2026-2028
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) empossou na manhã desta segunda-feira, 06/04, os integrantes da nova composição do Conselho Deliberativo da instituição – sendo 12 membros, entre titulares e suplentes – eleitos para representar os setores da Pesquisa (4 vagas), Gestão (1) e Educação (1) no órgão colegiado para o exercício 2026-2028. A posse ocorreu em reunião extraordinária presidida pela diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, no Salão Canoas, na sede da instituição. O ato foi marcado também pela entrega de certificados de reconhecimento aos membros do conselho no biênio 2024-2026 pelo trabalho prestado e compromisso demonstrado durante o mandato. Stefanie Lopes agradeceu a participação de todos os envolvidos no processo de eleição e destacou as diversas atividades desempenhadas pelo colegiado e a responsabilidade assumida junto ao CD, que terá a próxima reunião ordinária no dia 22/04.
Compõem o CD ILMD/Fiocruz Amazônia, como representantes da Pesquisa, Priscila Aquino (titular) e Fernando Herkrath (suplente), Luciete Almeida (titular) e Ormenzinda Fernandes (suplente), Elerson Rocha (titular) e Simone Silveira (suplente) e José Joaquim Carvajal Cortes (titular) e Alessandra Nava (suplente). Representando a Gestão, Marcela Pinheiro Cidade (titular) e Karine Nunes Lima (suplente) e, o Ensino, Ycaro Verçosa dos Santos (titular) e Lina Augusta Serrão Aguiar (suplente). A Comissão Eleitoral, responsável pela condução do processo, foi composta por Luciene Pereira de Araújo (presidente), Aldemir Lima Maquiné, Michele Rocha de Araújo El-Kadri e Eduardo Lima Garcia (membros).
Ao Conselho Deliberativo compete deliberar sobre a proposta orçamentária anual definida pelo Plano Quadrienal e sobre o Plano Físico-Orçamentário Anual do ILMD; a política de desenvolvimento institucional e a política de gestão do trabalho da Unidade, assim como acompanhar e analisar as suas execuções; deliberar sobre a criação ou extinção de Núcleos, Grupos de Trabalho, Setores, Cursos, Programas de Pesquisa e Ensino, bem como aprovar os regulamentos e as normas de funcionamento e organização que constam do Regimento; pronunciar-se sobre a celebração de convênios, contratos, acordos e ajustes com entidades públicas, privadas, filantrópicas, nacionais, internacionais e estrangeiras.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa / Fiocruz Amazônia
Programa de pré-incubação de startups da Fiocruz Amazônia apresenta resultados de projetos focados em soluções para a saúde
/em Notícias /por Carlos GomesO programa de pré-incubação de startups do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Fiobiz promoveu o Demo Day – Fiobiz (2025), evento que representa a etapa final de capacitação, onde projetos focados em soluções para a saúde na região amazônica apresentam seus resultados, MVPs (Produto Mínimo Viável) e pitches para banca avaliadora. O evento marcou o encerramento da fase de pré-incubação, onde startups apresentam seus modelos de negócios e protótipos para uma banca de especialistas e investidores.
A atividade celebrou a evolução dos projetos, marcando a transição da ideia de sala de aula para o mercado. Nesta etapa, os avaliadores (convidados externos e especialistas da Fiocruz) avaliam a viabilidade dos modelos de negócios e dos MVPs (Mínimo Produto Viável). Embora os avaliadores destaquem as soluções mais viáveis para os problemas de saúde identificados, o programa Fiobiz reforça o compromisso de continuar apoiando todas as startups que participaram do processo, garantindo o fortalecimento do ecossistema local.
Para a diretora do ILMD / Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, o Demo Day é uma oportunidade de divulgar os resultados dos investimentos que a Instituição está fazendo na área da inovação em saúde. “Esse é o resultado do primeiro edital de pré-incubação, que essa incubadora lançou no ano passado. Foram meses de trabalho, treinamento e qualificação dessas empresas. E nesse evento podemos ver o resultado disso, além de conhecermos quais os resultados desse investimento que a Instituição está fazendo nessa pré-incubação. Desejamos que seja uma experiência de muito sucesso para essas cinco empresas incubadas”, destaca.
Para o coordenador executivo do projeto Fiobiz, Carlos Henrique Carvalho, além de um momento de celebração, essa etapa do programa chama atenção para a forma como a Fiocruz Amazônia transforma o conhecimento científica. “Tivemoa aqui a apresentação dos resultados do nosso programa de pré-incubação da FioBiz, a incubadora de soluções em saúde da Fiocruz Amazônia. Esse é o momento de nós celebrarmos e mostrarmos para a comunidade da Fiocruz e toda a sociedade, aquele trabalho que foi feito ao longo de quatro meses, com cinco startups, desenvolvendo soluções e produtos para a saúde, em que tivemos a possibilidade de trabalhar suas competências empreendedoras de gestão, mas também aspectos de desenvolvimento tecnológicos dos produtos, e principalmente como essas soluções e esses produtos irão se integrar ao Sistema Único de Saúde. Essa é uma característica dos programas de inovação, como este que estamos implementando aqui, que mostra a forma como levamos o conhecimento produzido na academia, para o mercado, para a vida das pessoas”, destaca
O FioBiz é uma iniciativa do ILMD/Fiocruz Amazônia, de capacitação e mentorias para a inovação e o desenvolvimento de produtos e serviços de base tecnológica na área da saúde, com duração de 12 semanas. Inteiramente gratuito, o Programa de Pré-incubação FioBiz é realizado com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – Fapeam, por meio do EDITAL N. º 011/2023 – Programa De Apoio à Incubadoras – PRÓINCUBADORAS.
As equipes participantes, aprovadas por meio de seleção, foram submetidas à sessões de capacitação com atividades teóricas e práticas de participação obrigatória, além das mentorias que visam apoiar o desenvolvimento integral de seus modelos de negócios. Durante 12 semanas, os selecionados puderam participar de atividade, envolvendo: treinamentos, workshops, palestras, mentorias e avaliações que possibilitaram mensurar o desempenho de cada equipe.
A Mentora Olinda Marinho, membro do time Fiobiz, explicou de que forma se deu a criação da incubadora. “Imagina pensar nisso: doutores, pós-docs com seus projetos, com seus trabalhos todos engavetados, e querendo uma oportunidade de mostrar isso para o mundo, para sarar pessoas, para curar. Com isso, tivemos a ousadia de criar a FioBiz, no intuito de inserir esses pesquisadores nesse ecossistema”, pontua.
Durante o evento, foram apresentados os resultados de 6 startups no total: Eterna, Biotrace, Mov Health, Startgo, Simetry.AI, todas aprovadas no programa de pré-incubação Fiobiz.
Conheça as Statups pré-incubadas pela FioBiz:
START GO SOLUTIONS
A Start Go Solutions é uma startup brasileira de tecnologia focada no desenvolvimento de soluções inovadoras baseadas em Inteligência Artificial para apoiar a transformação digital e otimização de processos em diferentes setores, com destaque para a área da saúde. Entre suas principais soluções está o Sullis Vision, um software desenvolvido para auxiliar na detecção precoce do retinoblastoma, um tipo raro e agressivo de câncer ocular infantil. A tecnologia utiliza análise inteligente para apoiar profissionais de saúde na identificação de sinais suspeitos da doença, contribuindo para diagnósticos mais rápidos, ampliando as chances de tratamento eficaz e ajudando a preservar a visão e salvar vidas de crianças.
MOVHEALTH: PLATAFORMA ESPECIALIZADA PARA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DIABETES.
A MovHealth é muito mais do que uma plataforma de exercícios; é uma solução inteligente e especializada no tratamento e prevenção do diabetes por meio da ciência do movimento.
SYMMETRY AI
A Symmetry AI é uma startup que desenvolve uma plataforma baseada em inteligência artificial e visão computacional para realizar análise facial automatizada voltada ao planejamento estético e funcional, especialmente em áreas como cirurgia ortognática, ortodontia e estética facial. A tecnologia identifica pontos anatômicos da face, realiza análises antropométricas e gera métricas que auxiliam profissionais na tomada de decisão clínica. Seu principal diferencial é a construção de um banco de dados facial representativo da diversidade étnico racial brasileira, permitindo análises mais precisas e adaptadas à população do país, ao contrário de muitas ferramentas atuais treinadas com bases estrangeiras pouco representativas.
BIOTRACE
A Biotrace é uma startup de biotecnologia que desenvolve soluções portáteis de diagnóstico molecular rápido, capazes de identificar patógenos e biomarcadores em poucos minutos. Seu foco é transformar tecnologias avançadas de detecção genética em equipamentos compactos, acessíveis e fáceis de usar, permitindo análises diretamente no ponto de atendimento, sem a necessidade de laboratórios complexos.
EteRNA Biotech
EteRNA Biotech é uma deeptech que integra computação e biologia em uma plataforma de descoberta de medicamentos para longevidade, com foco em doenças relacionadas ao envelhecimento e ênfase especial em moléculas bioativas da Amazônia.
ILMD / Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes
Projeto Diagnóstico Situacional das UBS Fluviais conclui processo seletivo e inicia segunda fase da coleta de dados no próximo dia 13/04
/em Notícias /por Julio OliveiraA Fiocruz Amazônia concluiu o processo seletivo para a escolha dos 15 bolsistas que atuarão na segunda fase da pesquisa Diagnóstico Situacional das Unidades Básicas de Saúde Fluviais (UBSF), que se destina a avaliar as condições de funcionamento de 43 UBSFs nos estados do Amazonas, Pará e Amapá. O trabalho terá início no próximo dia 13/04, quando partirão as primeiras expedições com destino às calhas dos rios Purus/Juruá, Baixo Solimões/Amazonas e Médio Solimões e Madeira. No Amazonas, as expedições foram divididas em três rotas. No eixo Pará e Baixo Amazonas, as equipes se dividirão nos polos Santarém (Baixo Amazonas/Tapajós) e Pará (Marajó, Tocantins e Xingu). No último dia 27/03, houve a entrega dos kits de campo e tablets que serão utilizados na realização das coletas de dados, além da apresentação das rotas, cronogramas e as equipes com os nomes dos participantes.
“A partir do dia 13 de abril, toda a equipe, cerca de 20 pesquisadores, entre eles pesquisadores em saúde pública e pesquisadores navais (engenheiros navais) sairão a campo, em equipes de quatro componentes, cada, para fazer um total de cinco expedições, três delas situadas ao longo do Estado do Amazonas onde se concentra o maior número de UBSFs, uma na região do Baixo Amazonas (Santarém) e outra na região de Belém do Pará e Amapá”, explicou o pesquisador em Saúde Pública da Fiocruz Amazônia, Rodrigo Tobias, coordenador do projeto. Segundo ele, as equipes vivenciarão pelo menos 50 dias de imersão para coleta de um conjunto de dados importantes para um diagnóstico robusto acerca do funcionamento das UBSFs.
A pesquisa é realizada pelo Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (Lahpsa), com apoio do Laboratório de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros grupos vulneráveis (Sagespi), ambos da Fiocruz Amazônia, tendo como parceiros institucionais a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amzonas (Cosems-AM). A pesquisa é viabilizada por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED), firmado com o Ministério da Saúde, através da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), e visa o fortalecimento das políticas de Saúde Integral das Populações do Campo, das Florestas e das Águas e da estratégia de Atenção Primária à Saúde Fluvial no Brasil.
O processo de escolha dos candidatos foi acompanhado pela assessora técnica da Coordenadoria de Acesso à Equidade da SAPS, Cibele Lima dos Santos. Para ela, a pesquisa terá uma importância fundamental na melhoria do acesso à saúde para os ribeirinhos. “Além de levar acesso à saúde para as comunidades que estão em territórios remotos, a pesquisa vai nos dar subsídios para melhorar a política pública, ajudando na promoção da equidade em saúde para essas populações. Esse trabalho faz parte de uma carteira de compromissos que a SAPS tem para com a população amazônica, envolvendo muito esforço tanto da parte da coordenação quanto dos técnicos participantes para conhecer a produção de saúde que acontece nesses territórios”, afirmou Cibele.
A vice-diretora de Pesquisa e Inovação da Fiocruz Amazônia, Michele Rocha El-Kadri, destaca a importância da continuidade do trabalho, com a segunda fase da pesquisa. “Esse é um projeto muito especial para a Fiocruz Amazonia, pensado desde 2023, com as primeiras equipes saindo em 2024 e 2025. Estamos na segunda etapa, coordenada pela Fiocruz Amazônia com muito carinho e feita a muitas mãos. Em especial, nesta etapa trazemos o benefício de já termos aprendido muitas lições com as equipes da primeira fase e poder corrigir e trazer novos aspectos que não tivemos nas outras viagens”, afirma Michele, ressaltando a parceria dos gestores municipais, que têm sido bastante receptivos à proposta do projeto.
A pesquisa contará com a participação dos professores Helder Pinheiro e Juliana Lima, da Universidades Federais do Pará (UFPA) e Oeste do Pará (UFOPA), respectivamente. “Estamos colaborando com o projeto na execução das coletas da parte mais oriental do Pará, com o desafio de estabelecer uma luz na realidade das equipes que atuam nessa estratégia, conhecer suas potencialidades e identificar desafios para que a partir dos resultados possamos propor soluções novas diretrizes para a o serviço”, comentou Helder. Para Juliana, participar da pesquisa e ter a oportunidade de apoiar a coordenação no campo do Oeste do Pará têm o significado especial de contribuir com a mobilização das rotas e a integração com outras pesquisas, com a coordenação da Fiocruz.
A partir do diagnóstico, o Ministério da Saúde poderá subsidiar ações como reativação de embarcações, ampliação da oferta do serviço e qualificação das equipes de Saúde da Família que atuam nessas unidades. As UBSF são equipamentos efetivos de assistência e cuidado com a saúde de populações ribeirinhas.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa / Fiocruz Amazônia
Fiocruz Amazônia amplia participação de programas de pós-graduação da instituição no Programa VigiFronteiras-Brasil 2
/em Notícias /por Julio OliveiraA Fiocruz Amazônia participou na manhã desta segunda-feira, 30/03, da cerimônia remota de recepção aos novos alunos do Programa Educacional em Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras Brasil), da Fiocruz, que este ano entra na sua segunda edição. Com dois pólos de atuação no Amazonas – um em Manaus e outro em Tabatinga, na região da Tríplice Fronteira (Brasil, Peru e Colômbia) – a Fiocruz Amazônia integra o grupo de instituições consorciadas ao VigiFronteiras Brasil agora com a oferta de vagas nos cursos de Mestrado em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) e Doutorado em Saúde Pública na Amazônia (DASPAM). Nesta segunda edição, 17 alunos, sendo nove de mestrado e oito de doutorado, do PPGVIDA e DASPAM, conseguiram se matricular. Ao todo, o processo seletivo contou com um total de 593 inscritos.
O VigiFronteiras-Brasil é uma iniciativa da Fiocruz em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério das Saúde e com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), cujo objetivo é formar mestres e doutores para contribuir com o fortalecimento das ações e serviços de vigilância em saúde nas regiões da faixa de fronteira do Brasil e nos países vizinhos (Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela, e uma Região Ultramarina da França, a Guiana Francesa).
A expectativa é que esta segunda turma contribua para o fortalecimento, aprimoramento e qualificação dos profissionais e das ações e serviços de vigilância em saúde, a formação e/ou fortalecimento de Redes de Colaboração para atuar nas respostas às ações de vigilância em saúde e nas emergências de saúde pública de importância nacional e internacional.
Na cerimônia remota desta segunda-feira, participaram representantes da instituição e convidados nacionais e internacionais, entre os quais a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Marly Cruz; a vice-presidente Adjunta de Educação, Informação e Comunicação e coordenadora do Programa VigiFronteiras-Brasil, Eduarda Cesse; a coordenadora Acadêmica, Andréa Sobral; representante do Ministério da Saúde e o Coordenador de Emergências, Arbovírus e Inteligência em Saúde da Opas/OMS, Alexander Rosewell, juntamente com vice-diretores de Ensino das unidades envolvidas no programa.
Representando o vice-diretor de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz Amazônia, Cláudio Peixoto, o secretário acadêmico Eduardo Lima Garcia saudou os demais membros da mesa é destacou o orgulho que é para a Fiocruz Amazônia fazer parte desta segunda edição do VigiFronteiras Brasil. “Parabenizamos a todos os alunos pelo ingresso no curso e damos boas-vindas aos novos discentes. Gostaríamos de dizer que é um privilégio e um orgulho poder fazer parte da 2ª edição do VigiFronteiras, depois da nossa exitosa participação na primeira edição com um total de 11 egressos no Mestrado, e agora com a oferta de mais uma turma de Doutorado, o que demonstra o nosso empenho em fortalecer a função institucional de formação da Fiocruz, inclusive com egressos que já estão atuando profissionalmente nas áreas de fronteira do Amazonas”, mencionou.
Para o vice-diretor de Educação, Informação e Comunicação, da Fiocruz Amazônia, Cláudio Peixoto, o Programa VigiFronteiras amplia o raio de atuação e abrangência das ações de educação da Fiocruz na Amazônia. “A internacionalização da Fiocruz Amazônia, em consonância com o Programa VigiFronteira-Brasil, fortalece a pesquisa e a formação de profissionais que atuam na vigilância em saúde, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e experiências, o que contribui para soluções inovadoras para a saúde em regiões de fronteira e o desenvolvimento sustentável na região amazônica”, afirma.
A diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, ressalta a importância do VigiFronteiras Brasil 2 dentro do processo de consolidação da Fiocruz Amazônia como um polo do programa. “O programa ampliou a quantidade de pólos, o que demonstra a sua potência e presença em vários estados, com a capacidade de agregar novos atore. Para nós, que estamos na região amazônica, a formação de profissionais que atuam na vigilância em área de fronteira tem um papel fundamental diante não só dos desafios característicos do território, mas também os que resultam das mudanças climáticas”, frisou.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Fotos: Divulgação / Fiocruz Amazônia
Fiocruz Amazônia elege membros do CD representantes da Pesquisa, Gestão e Ensino para biênio 2026-2028
/em Notícias /por Julio OliveiraCom um total de 55 dos 59 votos válidos, o Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) elegeu, na tarde desta segunda-feira, 30/03, a nova composição do Conselho Deliberativo da instituição. São, ao todo, 12 membros, entre titulares e suplentes, escolhidos por meio de votação eletrônica, para representar os setores da Pesquisa (4 vagas), Gestão (1) e Educação (1) no órgão colegiado, durante o exercício 2026-2028. A posse dos novos membros ocorrerá no próximo dia 6/04, em solenidade no Salão Canoas, Prédio Rio Amazonas, na sede da instituição. A apuração dos votos foi acompanhada pelos integrantes da comissão eleitoral, juntamente com a diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes e a vice-diretora de Pesquisa e Inovação, Michele Rocha El Kadri
Durante reunião extraordinária do CD, ocorrida nesta terça-feira, 31/03, o resultado do pleito foi anunciado e homologado. Pela Pesquisa, concorreram cinco chapas, sendo ganhadoras as encabeçadas pelos pesquisadores Priscila Aquino (titular) e Fernando Herkrath (suplente), Luciete Almeida (titular) e Ormenzinda Fernandes (suplente), Elerson Rocha (titular) e Simone Silveira (suplente) e José Joaquim Carvajal Cortes (titular) e Alessandra Nava (suplente). Para a vaga da Gestão, foram eleitas Marcela Pinheiro Cidade (titular) e Karine Nunes Lima (suplente) e, representando o Ensino, Ycaro Verçosa dos Santos (titular) e Lina Augusta Serrão Aguiar (suplente). A Comissão Eleitoral, responsável pela condução do processo, foi composta por Luciene Pereira de Araújo (presidente), Aldemir Lima Maquiné, Michele Rocha de Araújo El-Kadri e Eduardo Lima Garcia (membros).
Ao Conselho Deliberativo compete deliberar sobre a proposta orçamentária anual definida pelo Plano Quadrienal e sobre o Plano Físico-Orçamentário Anual do ILMD; a política de desenvolvimento institucional e a política de gestão do trabalho da Unidade, assim como acompanhar e analisar as suas execuções; deliberar sobre a criação ou extinção de Núcleos, Grupos de Trabalho, Setores, Cursos, Programas de Pesquisa e Ensino, bem como aprovar os regulamentos e as normas de funcionamento e organização que constam do Regimento; pronunciar-se sobre a celebração de convênios, contratos, acordos e ajustes com entidades públicas, privadas, filantrópicas, nacionais, internacionais e estrangeiras.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa e Larissa Prado / Fiocruz Amazônia