COLEÇÃO BIOLÓGICA DO INSTITUTO LEÔNIDAS E MARIA DEANE – CBILMD
ILMD/Fiocruz Amazônia
ILMD/Fiocruz Amazônia
O Brasil destaca-se por ser detentor da maior biodiversidade do planeta e parte dela encontra-se na Região Amazônica. Essa tamanha variabilidade genética pode ganhar ainda mais valor quando devidamente organizada, classificada, documentada e disponível para acesso sempre que houver demanda, seja ela para pesquisa ou aplicações tecnológicas. Atento a isso, em 2001, o então Escritório Técnico da Fiocruz na Amazônia hoje Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD) insere na sua política institucional a Coleção Biológica como um eixo agregador de suas linhas de pesquisas. As coleções biológicas são recursos estratégicos, de segurança nacional, que podem fazer parte da infraestrutura de inovação do país. As informações contidas nestas coleções são recursos-chave para que o país possa utilizá-las no estabelecimento de estratégias rápidas e eficientes para o desenvolvimento científico e tecnológico.
A Coleção Biológica do ILMD conta com 1455 amostras entre fungos filamentosos, leveduras e bactérias, identificadas, conservadas (sob óleo mineral e bloco de ágar em água destilada e meio liquido TBS-Glicerol 20%, ágar sólido estok). As culturas de fungos filamentosos estão parcialmente caracterizadas quanto à produção de antibiose e enzimas de interesse industrial. Os gêneros de fungo de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma. Foram isolados dos mais diversos substratos da região Amazônica como, por exemplo, solo, água, plantas, frutos e ar. As amostras bacterianas são provenientes de amostras clínica (orofaringe e fezes humanas), meio ambiente (água dos rios, igarapés e vegetais e da microbiota bucal de animais). As principais bactérias são: Salmonella spp, Eschericha coli, Shigella spp e Neiseria meningitidis. Já iniciamos os procedimento para liofilização de todo o acervo da CBILMD. O acervo é de relevante importância uma vez que é composto de linhagens microbianas isoladas de diferentes substratos da Amazônia brasileiro, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana.
Fiocruz Amazônia divulga resultado do pedido de recursos e pontuação do currículo lattes do processo seletivo ao Mestrado do PPGVIDA, turma 2026
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) divulgou, nesta quarta-feira, 19/11, o resultado dos pedidos de recursos da 3ª Etapa e o resultado definitivo da pontuação do Currículo Lattes (3ª Etapa), referentes ao Processo Seletivo do Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PGVIDA), turma 2026, objeto da Chamada Pública n. 009/2025.
Confira AQUI as atas com os resultados
Nesta etapa, dois candidatos recorreram do resultado de sua pontuação. Dos pedidos de reconsideração, a Comissão de Recursos não considerou consistentes as fundamentações apresentadas, decidindo pela manutenção da pontuação dos candidatos. O resultado da pontuação do currículo lattes é a terceira etapa do processo seletivo PPGVIDA 2025.
SOBRE PPGVIDA
O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.
O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Imagem: Mackesy Nascimento
Doutorado do PPGBIO-Interação divulga primeira republicação com alterações e supressão na Chamada Pública 011/2025
/em Notícias /por Julio OliveiraDivulgada nesta terça-feira, 18/11, a 1ª Republicação da Chamada Pública nº 011/2025 referente ao Processo Seletivo do PPGBIO-Interação Doutorado (Turma 2026), com alterações nos itens 3.5 e 6.5 (alínea g), supressão do item 3.6 e alteração no Anexo V.
Confira AQUI as alterações divulgadas na republicação. A divulgação das inscrições homologadas será feita no próximo dia 24/11/2025.
SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO
O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso strictu sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.
O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.
Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Imagem: Mackesy Nascimento
Fiocruz Amazônia divulga resultado da primeira etapa do processo seletivo do Mestrado do PPGBIO-Interação
/em Notícias /por Julio OliveiraDivulgado nesta terça-feira, 18/11, o resultado da 1ª Etapa do processo seletivo do curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), referente à Chamada Pública No 010/2025, turma 2026. Dos 32 candidatos inscritos, apenas dois tiveram as inscrições homologadas.
Confira AQUI o resultado referente à homologação das inscrições. O motivo da não homologação ficará descrito dentro da inscrição do candidato no sistema. Já o candidato que teve a inscrição homologada estará apto a seguir no processo seletivo, cuja segunda etapa será a prova escrita (presencial).
SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO
O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso strictu sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.
O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.
Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Imagem: Mackesy Nascimento
Fiocruz Amazônia recebe equipes da Coordenação de Saúde do Trabalhador (CST) da Cogepe e Asfoc-SN para discutir a Política de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Fiocruz
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) recebeu nesta segunda-feira, 17/11, a visita da equipe da Coordenação de Saúde do Trabalhador, da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe), da Fiocruz, e do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz (Asfoc-SN), Paulo Garrido, acompanhado da diretora de Legislação e Assuntos Jurídicos da entidade, Alessandra Costa. O encontro, denominado Fórum de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora da Fiocruz, foi híbrido e reuniu servidores e colaboradores terceirizados e bolsistas, com o objetivo de apresentar, discutir com a comunidade e coletar contribuições à minuta da Política de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras (PSTT) da Fiocruz. O documento vem sendo construído de forma coletiva, já tendo sido realizada uma consulta pública nacional e agora a escuta dos trabalhadores e trabalhadoras das unidades regionais da Fiocruz.
A Fiocruz Amazonia é a segunda unidade regional visitada pela equipe. “Estivemos em Pernambuco e daqui seguiremos para Fortaleza e demais unidades regionais com o objetivo de consolidar essa proposta de minuta, recolhendo opiniões, críticas e proposições que serão submetidas ao Conselho Deliberativo e colocadas para discussão no X Congresso Interno da Fiocruz, nos dias 10, 11 e 12/12”, afirmou Marcelo Rezende, coordenador do Núcleo de Psicologia e Serviço Social da CST. Segundo ele, a finalidade é garantir que a política reflita a diversidade de olhares, experiências, ambientes e processos de trabalho na Fiocruz.
“É superimportante esse movimento onde a Política de Saúde para os trabalhadores saia da sede central e venha para as unidades regionais, a fim de entender as peculiaridades e as demandas que temos aqui”, enfatiza a diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes. Para ela, que recebeu a equipe juntamente com a chefe do Serviço de Gestão do Trabalho e do Núcleo de Saúde do Trabalhador, Luciene Araújo, foi uma agenda muito rica e ampliada com a presença da Asfoc-SN, demonstrando a importância da discussão dessa política, tendo o Sindicato dos Trabalhadores como parceiro nessa iniciativa.
O presidente da Asfoc-SN destacou que a presença do sindicato na discussão demonstra a importância do processo nas unidades regionais da Fiocruz. “A Asfoc-SN sempre presente e atuante, acompanhando a agenda sobre a política de saúde dos trabalhadores da Fiocruz, que é essencial e pauta permanente do nosso sindicato, seja na mesa negociação interna com a presidência da Fiocruz, seja na mesa central de negociação com o Governo seja na mesa permanente do Sistema Único de Saúde”, assegurou Paulinho, que aproveitou a oportunidade para repassar informes geais aos trabalhadores referentes à negociação de acordo salarial com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e Congresso Interno, entre outros apontamentos.
A diretora jurídica da Asfoc-SN, Alessandra Costa, ressaltou a necessidade de apropriação da política por parte dos trabalhadores e trabalhadoras. “Essa é a oportunidade de nos apropriarmos melhor da Política de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras e a construirmos de forma mais ampla possível. Essa é a política de todos os trabalhadores e a oportunidade, de todos, servidores, terceirizados, bolsistas de estar discutindo a inserção desse tema no congresso interno da Fiocruz, tudo a ver com a nossa presença, estamos aqui para nos unirmos junto a regional de Manaus mostrando como estamos atuando junto para melhorar as condições e o ambiente de trabalho dos servidores”, enfatizou.
Entre as propostas realizadas durante o encontro, a da adequação de espaços para refeições que proporcionem bem-estar e boa alimentação aos trabalhadores, foi bem-aceita como sugestão a ser inserida, levando em conta que uma das finalidades da política de saúde do trabalhador e da trabalhadora da Fiocruz é garantir a preservação e o cuidado com a saúde do trabalhador e da trabalhadora, considerando a diversidade de ambientes, vínculos, territórios, processos laborais e da própria força de trabalho.
Também são finalidades da PSTT: estabelecer pilares estruturantes que orientarão políticas, estratégias, medidas, ações e práticas de atuação; promover a atenção integral à saúde que envolve atividades de vigilância dos ambientes e processos de trabalho, ações de promoção, prevenção e atenção à saúde em situações que estejam relacionadas ao trabalho e alinhar as ações e diretrizes em saúde do trabalhador, tendo a Coordenação de Saúde do Trabalhador como instância reguladora e de referência. Ao final do fórum, os visitantes puderam conhecer os espaços destinados ao Núcleo de Saúde do Trabalhador (Nust) e a Sala de Bem-Estar da unidade.
ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa
Fotos: Júlio Pedrosa
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Fiocruz Amazônia destaca potencial da Ciência feita na Amazônia em painel na COP30
/em Notícias /por Julio OliveiraBELÉM (PA) – O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável (CDESS), vinculado à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, realizou no último sábado, 15/11, na COP 30, em Belém (PA), o Painel “Contribuições da Comunidade Científica e Tecnológica da Amazônia para a Agenda de Ação do Brasil”. A Fiocruz Amazônia, que integra o conselho, por meio da diretora Stefanie Lopes, esteve presente durante todo processo de construção do documento – elaborado por 70 instituições que compõem a comunidade científica e tecnológica da Amazônia – entregue ao presidente da COP30, André Correia do Lago. No documento, a Fiocruz defende o protagonismo da região amazônica e o potencial das pesquisas feitas por cientistas da região e para a região. O painel compôs a programação de debates promovidos pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), num espaço da Green Zone na COP 30 dedicado às instituições governamentais e da sociedade civil para debater sobre ciência e tecnologia produzidas na e para a Amazônia.
O evento reuniu representantes da comunidade científica, governos estaduais, setor privado, sociedade civil e povos tradicionais da Amazônia no estande do Instituto Evandro Chagas (IEC). Stefanie Lopes foi umas das painelistas convidadas, juntamente com representantes da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Universidade Federal do Pará (UFPA), Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). A diretora da Fiocruz Amazônia iniciou sua fala destacando a importância do encontro da comunidade científica e tecnológica, liderado pelo “Conselhão” do Governo Federal, que resultou não só na entrega de um produto à Presidência da COP 30, mas também na mobilização das instituições de ensino e pesquisa da região.
“Primeiramente, faz-se importante contextualizar que foi um momento muito rico e que não teve só o livro como produto. A iniciativa oportunizou o encontro da comunidade cientifica e tecnológica que nos fez reconhecer uns aos outros e dar visibilidade a algo que já sabíamos: que na Amazônia se faz ciência de qualidade, com sabedoria e reconhecendo os saberes originários”, afirmou a pesquisadora. Segundo Stefanie, o encontro permitiu perceber a riqueza do que está sendo produzido na Amazônia e reforçar o papel das instituições de pesquisa em Saúde, pauta até então negligenciada na agenda do clima e que na COP da Amazônia ganhou o devido protagonismo.
“A Amazônia é um território diverso e repleto de peculiaridades”, enfatizou Stefanie, que é doutora em Genética e Biologia Molecular e pesquisadora especialista em malária. Stefanie destacou a importância das pesquisas realizadas no território e que podem ser replicadas para todo o Mundo. “Um exemplo são o das Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), que nasceram de um projeto de pesquisa desenvolvido pela Fiocruz Amazônia, num município do Interior, chamado Manacapuru, como uma estratégia de controle vetorial da dengue – doença que, sabemos, terá impacto diante do cenário das mudanças climáticas, com mosquitos distribuídos no Mundo inteiro – e que passou a ser adotada como política pública do Ministério da Saúde e hoje está em Brasília, Curitiba, São Paulo e aqui na COP 30”, observou.
Segundo a pesquisadora, o fato demonstra que a ciência territorializada é replicável e comprova que a ciência de qualidade se faz junto, coletivamente. “A Fiocruz é parceira e está presente na Amazônia para contribuir com essa história de integração entre as instituições acadêmicas, de pesquisa, organizações da sociedade civil e dos povos originários. Sou muito grata por fazer parte desse movimento contínuo”, reforçou.
O painel para o lançamento do documento com as contribuição das instituições científicas, de tecnologia e ensino superior da Amazônia contou também com a participação da diretora do Instituto Evandro Chagas, Lívia Martins; Waldiney Pires Moraes, diretor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA); Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveria, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA); Alexandre Mota, presidente da Funasa, e Marivelton Baré, líder indígena do Amazonas e assessor regional da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).
SOBRE O DOCUMENTO
O Encontro da Comunidade Científica e Tecnológica da Amazônia com a Presidência da COP 30 aconteceu em agosto deste ano. O evento teve como ponto alto a entrega do documento “Contribuições da Comunidade Científica da Amazônia para a Implementação da NDC Brasileira (2025–2035)” ao embaixador André Aranha Corrêa do Lago, presidente da COP30 no Brasil, e a autoridades do Governo Federal como o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luciana Santos, ministra da Ciência e Tecnologia e a enviada especial para Mulheres da COP 30, Janja Lula da Silva.
O documento reúne recomendações e propostas construídas coletivamente para fortalecer a Agenda de Ação da COP 30, que orientará as negociações da Conferência do Clima da ONU, marcada para novembro, em Belém (PA). O documento possui seis eixos prioritários: Transição nos setores de energia, indústria e transporte; Gestão sustentável de florestas, oceanos e biodiversidade; Transformação da agricultura e sistemas alimentares; Resiliência em cidades, infraestrutura e água; Desenvolvimento humano e social; Objetivos transversais: financiamento, inovação e governança.
O material entregue em Manaus será incorporado às discussões nacionais que embasam as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) do Brasil para 2025–2035, em diálogo com políticas públicas estruturantes como o Plano de Transformação Ecológica, o Plano Clima e a Nova Indústria Brasil.
Faça AQUI o download da publicação.
ILMD/Fiocruz Amazônia, Por Júlio Pedrosa
Fotos: Divulgação / Fiocruz Amazônia
Fiocruz Amazônia anuncia cronograma da prova oral do processo seletivo da turma 2026 do PPGVIDA
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), divulgou nesta quinta-feira, 13/12, o Cronograma da Prova oral, referente à quarta etapa do processo seletivo do Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), Turma 2026, Chamada Pública 009/2025. As provas acontecerão nos dias 24, 25 e 26/11, das 8h30 até as 17h30. A arguição será feita por meio de videoconferência. Os links de acesso já foram encaminhados aos candidatos aprovados na etapa de análise de currículos.
Confira AQUI o cronograma
O ingresso ao Curso de Mestrado é realizado mediante processo seletivo, composto das seguintes etapas: 1ª Etapa – Homologação das inscrições; 2ª Etapa – Avaliação de conhecimentos em Saúde Coletiva – Prova de múltipla escolha (prova presencial); 3ª Etapa: Avaliação do Currículo Lattes documentado; 4ª Etapa – Prova Oral – Conhecimento Específico e Carta de Apresentação (prova de forma remota). Todas as etapas do processo seletivo são eliminatórias.
O Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia – PPGVIDA possui uma única área de concentração: “Determinantes Socioculturais, Ambientais e Biológicos do Processo Saúde-Doença-Cuidado na Amazônia” e, esta área, possui duas linhas de Pesquisas: Fatores sócio biológicos no processo saúde -doença na Amazônia; Processo Saúde, Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade.
SOBRE PPGVIDA
O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.
O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Imagem: Mackesy Nascimento
Fiocruz Amazônia divulga resultado da 3ª etapa da seleção ao Mestrado do PPGVIDA
/em Notícias /por Julio OliveiraO Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) divulgou nesta quinta-feira, 13/11, o resultado preliminar da 3ª Etapa (avaliação do currículo lattes), referente ao processo de seleção para ingresso no curso de Mestrado Acadêmico do Programa de Pós -Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia- PPGVIDA, Turma 2026, Chamada Pública 009/2025.
Confira AQUI os resultados
Foram avaliadas as documentações dos 39 (trinta e nove) candidatos, sendo 20 aprovados na 2ª Etapa, dos quais 6 (seis) candidatos são da Linha de Pesquisa 1 e 33 (trinta e três) candidatos da Linha de Pesquisa 2. Considerando o disposto no item 7.41 da referida Chamada Pública, dos 39 (trinta e nove) candidatos, todos lograram aprovação nesta 3ª Etapa. Na Linha de Pesquisa 1, foram aprovados 6 (seis) candidatos e na Linha de Pesquisa 2, foram aprovados 33 (trinta e três) candidatos.
O ingresso ao Curso de Mestrado é realizado mediante processo seletivo, composto das seguintes etapas: 1ª Etapa – Homologação das inscrições; 2ª Etapa – Avaliação de conhecimentos em Saúde Coletiva – Prova de múltipla escolha (prova presencial); 3ª Etapa: Avaliação do Currículo Lattes documentado; 4ª Etapa – Prova Oral – Conhecimento Específico e Carta de Apresentação (prova de forma remota). Todas as etapas do processo seletivo são eliminatórias.
O Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia – PPGVIDA possui uma única área de concentração: “Determinantes Socioculturais, Ambientais e Biológicos do Processo Saúde-Doença-Cuidado na Amazônia” e, esta área, possui duas linhas de Pesquisas: Fatores sócio biológicos no processo saúde -doença na Amazônia; Processo Saúde, Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade.
SOBRE PPGVIDA
O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.
O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.
ILMD/Fiocruz Amazônia, por Júlio Pedrosa
Imagem: Mackesy Nascimento
Fiocruz Amazônia leva experiências com vigilância e controle de arboviroses para eventos promovidos pela parceria Brasil-França
/em Notícias /por Julio OliveiraBELÉM (PA) – A Fiocruz Amazônia participou ativamente das discussões promovidas pelo Instituto Nacional Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento Sustentável (IRD) e a Embaixada da França no Brasil, durante a COP 30, em Belém, nos dias 11, 12 e 13/11, por meio do projeto franco-brasileiro Feffaccion na COP 30. Representando o ILMD/Fiocruz Amazônia, o pesquisador em Saúde Pública José Joaquin Carvajal Cortes foi um dos palestrantes convidados do “Seminário Arbovirose e Populações Amazônicas: preparação e resposta”, ocorrido dia 11/11, no estande do Instituto Evandro Chagas (IEC) na Green Zone da COP30.
Na ocasião, o pesquisador abordou os resultados do projeto das Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), desenvolvido pela Fiocruz Amazônia, destacando como se deu a implementação da estratégia como política pública nacional pelo Ministério da Saúde e a intervenção realizada em Belém com a implementação de 119 EDLs na área da COP30 e outras 4,4 mil em áreas estratificadas e prioritárias da capital paraense.
Ainda no âmbito do evento França Brasil sobre Arboviroses, o pesquisador participou, no dia 12/11, de um debate público, desta vez como moderador, sobre o tema “Um só mundo, uma só saúde: Quando territórios e saberes se unem diante das epidemias”, na Cúpula dos Povos na Universidade Federal do Pará (UFPA), com foco no impacto das mudanças climáticas sobre as arboviroses, além de jogos para prevenção de mosquitos desenvolvidos pela comunidade no âmbito do Projeto Fefaccion.
A parceria entre IRD e Fiocruz tem como finalidade fortalecer as redes de colaboração entre o Brasil e a França, promover estratégias sustentáveis de enfrentamento às epidemias e contribuir para a agenda climática e sanitária da COP30. Além disso, nesse mesmo espaço, Carvajal apresentou o projeto MOSAIC financiado pela União Europeia em parceria com nove países, sendo a PICTIS e a Fiocruz parte dessa iniciativa.
O MOSAIC tem a finalidade de implementar ecossistemas de informação multimídia abertos e replicáveis acerca de saúde das populações nas áreas de fronteira de Brasil com a Guiana Francesa e a Colômbia e Peru, e na fronteira entre Quênia e Tanzania, no continente africano. “Todos esses projetos compuseram a Caravana Fluvial Iaraçu, que partiu de Manaus com destino a COP 30 Belém, levando pesquisadores, estudantes, representantes de organizações da sociedade civil, percorrendo centenas de comunidades ribeirinhas e promovendo a interação e troca de saberes com essas populações”, afirmou Joaquin Cortes.
ILMD/Fiocruz Amazônia
Fotos: Divulgação / Fiocruz Amazônia