Fiocruz Amazônia seleciona trabalhos vencedores da etapa Regional Norte da 13ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente
A Coordenação Regional Norte da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), da Fiocruz, realizou na quarta-feira, 26/08, no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), a Reunião de Avaliadores para escolha dos seis trabalhos vencedores da etapa regional Norte, nas modalidades Projeto de Ciências, Produção Audiovisual e Produção de Texto. No total, a edição deste ano contou com 162 trabalhos inscritos de todos os Estados do Norte do País. A avaliação dos trabalhos foi realizada por um grupo de 17 avaliadores, entre pesquisadores em Saúde Pública, professores universitários, artistas plásticos, músicos, cineastas da Amazônia, de instituições como a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Instituto Valer e Kuma Espaço de Criação.

Seis trabalhos foram escolhidos, sendo dois em cada modalidade, de autoria de professores e alunos de escolas do Ensino Fundamental e Ensino Médio, que irão para o Rio de Janeiro, participar da cerimônia de premiação nacional, em novembro. Os nomes dos ganhadores da etapa regional serão anunciados em breve.
Criada em 2001, a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um programa educativo bienal promovido pela Fiocruz para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas de todo o país. Entre os principais objetivos estão o reconhecimento do trabalho desenvolvido por docentes e estudantes em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

A Olimpíada é voltada aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, e do Ensino Técnico concomitante de escolas públicas e privadas do Brasil, incluindo EJA, reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). A Obsma visa fortalecer nos jovens estudantes o desejo de aprender, conhecer, pesquisar e investigar. Além disso, incentiva a realização de trabalhos que contribuam para a melhoria das condições de saúde e do meio ambiente no país, aproximando o conhecimento científico do cotidiano escolar e dando maior visibilidade às práticas pedagógicas desenvolvidas nas escolas.
ILMD/Fiocruz Amazônia
Fotos: Júlio Pedrosa / Fiocruz Amazônia


