{"id":21509,"date":"2017-09-12T22:26:51","date_gmt":"2017-09-12T22:26:51","guid":{"rendered":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/?p=21509"},"modified":"2017-09-14T21:10:33","modified_gmt":"2017-09-14T21:10:33","slug":"estudo-relaciona-malformacoes-congenitas-ao-uso-de-agrotoxicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/?p=21509","title":{"rendered":"Estudo relaciona malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas ao uso de agrot\u00f3xicos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Com os dados levantados para o artigo <a href=\"https:\/\/www.icict.fiocruz.br\/sites\/www.icict.fiocruz.br\/files\/Malformacao%20congenita%20e%20Agrotoxicos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><em>Associa\u00e7\u00e3o entre malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas e a utiliza\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos em monoculturas do Paran\u00e1, Brasil<\/em><\/strong><\/a>, os pesquisadores Lidiane Dutra e Aldo Pacheco Ferreira, da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica S\u00e9rgio Arouca (Ensp\/Fiocruz), trouxeram evid\u00eancias de que o uso indiscriminado de agrot\u00f3xicos vem causando n\u00e3o s\u00f3 s\u00e9rios danos \u00e0 sa\u00fade do brasileiro, mas tamb\u00e9m sinalizando um grave problema de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PRODU\u00c7\u00c3O AGR\u00cdCOLA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para entender melhor o estudo feito pelos pesquisadores, \u00e9 importante destacar que o Paran\u00e1 \u00e9 o terceiro estado em produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola no pa\u00eds, com 12,7%, ficando atr\u00e1s do maior produtor, que \u00e9 S\u00e3o Paulo, com seus 14,9%, e do Mato Grosso, com 13,9%, conforme dados de 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21511\" src=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/cinco_maiores_produtores2015_inteiro.jpg\" alt=\"\" width=\"530\" height=\"253\" srcset=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/cinco_maiores_produtores2015_inteiro.jpg 530w, https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/cinco_maiores_produtores2015_inteiro-300x143.jpg 300w, https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/cinco_maiores_produtores2015_inteiro-450x215.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 530px) 100vw, 530px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo levou em considera\u00e7\u00e3o a produ\u00e7\u00e3o de <em>commodities<\/em> agr\u00edcolas \u2013 produtos b\u00e1sicos como soja, trigo, milho, caf\u00e9, farelo de soja e etc., de grande consumo, cujo os pre\u00e7os s\u00e3o negociados na bolsa de valores e sua varia\u00e7\u00e3o depende de oferta e demanda pelo produto. Em termos de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola no Brasil, ainda conforme os dados do IBGE, o Paran\u00e1 \u00e9 l\u00edder na produ\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o (726 toneladas) e trigo (3,330 milh\u00f5es de toneladas); \u00e9 o segundo maior produtor de soja (17,2 milh\u00f5es de toneladas) e milho (15,7 milh\u00f5es de toneladas); \u00e9 o quarto na produ\u00e7\u00e3o de laranja (903 toneladas) e de cana de a\u00e7\u00facar (47,3 milh\u00f5es de toneladas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>USO DE AGROT\u00d3XICOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o estudo, das 20 unidades regionais (UR) do Paran\u00e1 apresentadas, onze tiveram consumo de agrot\u00f3xicos acima de uma tonelada. N\u00fameros que j\u00e1 seriam bastante preocupantes. Mas, os pesquisadores levantaram que a m\u00e9dia de consumo dos agrot\u00f3xicos no estado da regi\u00e3o Sul, entre 2014 e 2015, aponta Cascavel, com 5.107,46 toneladas; Ponta Grossa, com 3.526,73 toneladas, e Toledo, com 3.336,95 toneladas. Na se\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.icict.fiocruz.br\/content\/artigo-evidencia-malforma%C3%A7%C3%B5es-cong%C3%AAnitas-por-uso-de-agrot%C3%B3xicos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><em>Para saber mais<\/em><\/strong><\/a>, no site do Instituto de Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e Tecnol\u00f3gica em Sa\u00fade (Icict\/Fiocruz), podem ser encontrados dados como o consumo de agrot\u00f3xicos no Paran\u00e1 por hectare e quilos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores decidiram, ent\u00e3o, considerar duas URs para efeito de compara\u00e7\u00e3o: a da Cascavel (que abrange os munic\u00edpios de Anahy, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Cafel\u00e2ndia, Campo Bonito, Capit\u00e3o Le\u00f4nidas Marques, Cascavel,\u00a0 Catanduvas, C\u00e9u Azul, Corb\u00e9lia, Diamante d\u2019Oeste, Foz do Igua\u00e7u, Ibema, Iguatu, Itaipul\u00e2ndia, Lindoeste, Matel\u00e2ndia, Medianeira, Missal, Nova Aurora, Ramil\u00e2ndia, Santa L\u00facia, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, S\u00e3o Miguel do Igua\u00e7u, Serran\u00f3polis do Igua\u00e7u, Tr\u00eas Barras do Paran\u00e1 e Vera Cruz do Oeste) e tem um alto consumo de agrot\u00f3xicos, e Francisco Beltr\u00e3o (que compreende as cidades de Amp\u00e9re, Barrac\u00e3o, Bela Vista da Caroba, Boa Esperan\u00e7a do Igua\u00e7u, Bom Jesus do Sul, Capanema, Cruzeiro do Igua\u00e7u, Dois Vizinhos, En\u00e9as Marques, Flor da Serra do Sul, Francisco Beltr\u00e3o, Manfrin\u00f3polis, Marmeleiro, Nova Esperan\u00e7a do Sudoeste, Nova Prata do Igua\u00e7u, P\u00e9rola d\u2019Oeste, Pinhal de S\u00e3o Bento, Planalto, Pranchita, Realeza, Renascen\u00e7a, Salgado Filho, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santo Ant\u00f4nio do Sudoeste, S\u00e3o Jorge d\u2019Oeste e Ver\u00ea), com baixo consumo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O per\u00edodo escolhido para a pesquisa foi de 1994 a 2014. Eles tamb\u00e9m consultaram o Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, para o mesmo intervalo de anos. As unidades regionais foram comparadas quanto ao n\u00famero de nascimentos com malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas (MC). Destacamos, abaixo, alguns dados da tabela original elaborada pelos autores do artigo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21512\" src=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_parana.jpg\" alt=\"\" width=\"530\" height=\"242\" srcset=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_parana.jpg 530w, https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_parana-300x137.jpg 300w, https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_parana-450x205.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 530px) 100vw, 530px\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21513\" src=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_urs.jpg\" alt=\"\" width=\"530\" height=\"264\" srcset=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_urs.jpg 530w, https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_urs-300x149.jpg 300w, https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/malformacoes_urs-450x224.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 530px) 100vw, 530px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SEM FRONTEIRAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordenadora do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00e3o T\u00f3xico-Farmacol\u00f3gica (Sinitox), Rosany Bochner comentou o estudo realizado pelos pesquisadores da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica (Ensp\/Fiocruz) e comemorou: \u201cutilizar malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas como um indicador desses efeitos foi uma ideia bastante interessante, ainda mais quando temos car\u00eancia de informa\u00e7\u00e3o sobre o impacto real dos agrot\u00f3xicos sobre a sa\u00fade e o meio ambiente\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas, o artigo de Lidiane Dutra e Aldo Pacheco Ferreira, que foi originalmente publicado na revista <strong>Sa\u00fade em Debate<\/strong> (volume 41 n\u00famero especial | junho de 2017, uma publica\u00e7\u00e3o do Centro Brasileiro de Estudos de Sa\u00fade &#8211; Cebes), aponta para vieses importantes da pesquisa causados pela exposi\u00e7\u00e3o a agrot\u00f3xicos. A partir de estudos feitos na Espanha e na It\u00e1lia, em compara\u00e7\u00e3o ao que foi produzido por eles, os autores deduzem que \u201cmuitos casos de malforma\u00e7\u00e3o cong\u00eanita resultaram em \u00f3bitos fetais e abortos espont\u00e2neos, o que tornaria os n\u00fameros relacionados com o desfecho estudado ainda maiores\u201d. Para isso, eles sugerem que an\u00e1lises mais \u201caprofundadas acerca das causas das MC, como investiga\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, ajudariam a estabelecer com maior precis\u00e3o os fatores ambientais envolvidos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Rosany Bochner, uma das observa\u00e7\u00f5es do estudo que mais chamaram a sua aten\u00e7\u00e3o foi a que conclui que a exposi\u00e7\u00e3o aos agrot\u00f3xicos e seus efeitos n\u00e3o se limita \u00e0s regi\u00f5es rurais. \u201cCom o avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio, independentemente de regi\u00f5es mais ou menos agr\u00e1rias, a contamina\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o aumenta como um todo, de forma que as fronteiras agr\u00edcolas e os desdobramentos referentes a ela est\u00e3o cada vez mais pr\u00f3ximos dos centros urbanos, seja por meio de uma aproxima\u00e7\u00e3o literalmente f\u00edsica ou dos contaminantes existentes na \u00e1gua, no ar ou nos alimentos ingeridos por essa popula\u00e7\u00e3o\u201d, afirma. Mas, se isto \u00e9 realidade, por que os n\u00fameros dos sistemas de sa\u00fade n\u00e3o refletem isto, ao contr\u00e1rio, apontam para uma redu\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CAR\u00caNCIA DE DADOS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Lidiane Dutra e Aldo Ferreira, \u201co controle efetivo da exposi\u00e7\u00e3o a esses pesticidas \u00e9 muito pequeno e escasso no cen\u00e1rio brasileiro. Os dados referentes ao uso dos produtos n\u00e3o s\u00e3o sistematizados em bancos de dados informatizados para a grande maioria dos estados do pa\u00eds. Isso dificulta a mensura\u00e7\u00e3o do impacto da exposi\u00e7\u00e3o ambiental desses produtos sofrida pela popula\u00e7\u00e3o\u201d. Rosany Bochner concorda e \u00e9 enf\u00e1tica ao afirmar que \u201ch\u00e1 car\u00eancia de dados sobre o consumo de agrot\u00f3xicos nos estados e os sistemas nacionais de informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o conseguem dar conta das intoxica\u00e7\u00f5es por agrot\u00f3xicos. O Sinitox vem apresentando uma queda importante na participa\u00e7\u00e3o dos Centros de Informa\u00e7\u00e3o e Assist\u00eancia Toxicol\u00f3gica em suas estat\u00edsticas, onde o decr\u00e9scimo no n\u00famero de casos n\u00e3o representa a realidade do impacto dos agrot\u00f3xicos sobre a sa\u00fade\u201d, argumenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela tamb\u00e9m analisa os dados encontrados nos sistemas p\u00fablicos de informa\u00e7\u00e3o \u2013 o de Agravos de Notifica\u00e7\u00e3o (Sinan) e o sobre Mortalidade (SIM). \u201cSe o Sinan traz um n\u00famero crescente de casos, h\u00e1 problemas quanto \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o, uma vez que, por exemplo, se observa v\u00e1rias tentativas de suic\u00eddio em crian\u00e7as de 0 a 4 anos! J\u00e1 o Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre Mortalidade mostra o decr\u00e9scimo no n\u00famero de \u00f3bitos decorrentes de intoxica\u00e7\u00e3o por agrot\u00f3xicos no per\u00edodo de 2010 a 2015 (897; 891; 694; 672; 607 e 620 casos, respectivamente) \u2013 por\u00e9m, o que mais do que indicar uma queda, sinaliza problemas no registro da causa b\u00e1sica do \u00f3bito. Um exemplo disso foi o caso do trabalhador VMS, do Cear\u00e1, que apesar de se tratar de uma morte por intoxica\u00e7\u00e3o causada pela exposi\u00e7\u00e3o ocupacional ao agrot\u00f3xico, em sua declara\u00e7\u00e3o de \u00f3bito constava apenas os efeitos decorrentes desse agravo\u201d, observa. O caso a que a coordenadora do Sinitox se refere foi analisado em seu artigo intitulado \u00d3bito ocupacional por exposi\u00e7\u00e3o a agrot\u00f3xicos utilizado como evento sentinela: quando pouco significa muito, publicado na revista eletr\u00f4nica Visa em debate, do Institto Nacional de Controle de Qualidade em Sa\u00fade (INCQS\/Fiocruz). Neste artigo, Bochner afirma que \u201csegundo o sistema, VMS seria mais uma v\u00edtima do agroneg\u00f3cio, que morre sem deixar vest\u00edgios da rela\u00e7\u00e3o causal entre a exposi\u00e7\u00e3o a agrot\u00f3xicos e o agravo \u00e0 sa\u00fade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leia entrevista sobre o estudo no <a href=\"https:\/\/www.icict.fiocruz.br\/content\/artigo-evidencia-malforma%C3%A7%C3%B5es-cong%C3%AAnitas-por-uso-de-agrot%C3%B3xicos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>site do Icict\/Fiocruz<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Icict\/Fiocruz, por Gra\u00e7a Portela<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com os dados levantados para o artigo Associa\u00e7\u00e3o entre malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas e a utiliza\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos em monoculturas do Paran\u00e1, Brasil, os pesquisadores Lidiane Dutra e Aldo Pacheco Ferreira, da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica S\u00e9rgio Arouca (Ensp\/Fiocruz), trouxeram evid\u00eancias de que o uso indiscriminado de agrot\u00f3xicos vem causando n\u00e3o s\u00f3 s\u00e9rios danos \u00e0 sa\u00fade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":26,"featured_media":21555,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-21509","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21509","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/26"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=21509"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21509\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21515,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21509\/revisions\/21515"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/21555"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=21509"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=21509"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=21509"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}