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PPGBIO-INTERAÇÃO abre inscrições para aluno especial

Interessados em participar como aluno especial do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-INTERAÇÃO), do Instituto de Pesquisa Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) devem realizar as inscrições no período de 03 a 05 de julho de 2017.

Podem se inscrever candidatos que sejam: alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação stricto sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; alunos de curso de pós-graduação lato sensu da Fiocruz; alunos de outros cursos de pós-graduação lato sensu de outras instituições públicas e/ou privadas; e Candidatos com curso de pós-graduação lato sensu concluído, que não estejam no momento da inscrição fazendo outro curso de lato sensu ou cursando stricto sensu.

INSCRIÇÃO

Para o segundo semestre de 2017, o PPGBIO-INTERAÇÃO oferece as seguintes disciplinas: Fisiopatologia e aspectos da resposta imune inata e adaptativa das doenças infecciosas, Introdução à analise proteômica, e Bioecologia de insetos vetores e variabilidade genética e evolução.

Os interessados poderão se inscrever por meio de formulário, disponível na Plataforma Siga, no endereço eletrônico: http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127, observando os seguintes passos: primeiro clicar em Inscrição; em seguida, em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro; depois, preencher o formulário de inscrição; salvar em pdf, imprimir e assinar.

Para se inscrever são necessários os seguintes documentos: Carteira de Identidade Civil ou Militar (frente e verso), ou Carteira do Conselho de Classe; CPF; Declaração de matrícula em outro Programa de Pós-graduação lato sensu ou stricto sensu, ou certificado de pós-graduação lato sensu.

O formulário e demais documentos de inscrição devem ser encaminhados digitalizados, em “formato pdf”, para o endereço eletrônico selecaoalunoespecial.ilmd@fiocruz.br, até 21h59min (hora de Manaus) do dia 5 de julho. No assunto da mensagem a ser enviada, o candidato deverá digitar: “INSCRIÇÃO DE (NOME COMPLETO DO CANDIDATO) PARA ALUNO ESPECIAL PPGBIO 2017/2.

Informações detalhadas sobre a inscrição podem ser obtidas na Plataforma SIGA. Vale ressaltar que a plataforma só pode ser acessada através do navegador Internet Explorer. A seleção dos candidatos ocorrerá no período de 10 a 17 de Julho 2017.

RESULTADO

A Divulgação da lista dos candidatos selecionados ocorrerá no dia 20 de julho, na Plataforma SIGA no endereço eletrônico http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127.

Os candidatos selecionados devem confirmar sua participação nas disciplinas as quais foi selecionado, através de mensagem eletrônica para selecaoalunoespecial.ilmd@fiocruz.br nos dias 25 e 26 de julho de 2017. Os candidatos que não confirmarem sua participação, dentro do período definido serão considerados desistentes, e estarão automaticamente excluídos da(s) disciplina(s).

Acesse a plataforma SIGA em: http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127

 

LMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Foto: Banco de Imagens ILMD/Fiocruz Amazônia

Centro de Estudos do ILMD promove palestra sobre divulgação científica e popularização da ciência

Com o objetivo de mostrar os principais cenários, diálogos de dificuldades e oportunidades, e como pode ser feito o trabalho de divulgação científica e popularização da ciência, a partir das mídias existentes e do papel social que as instituições de pesquisa devem exercer, a palestra desta semana do Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), terá como tema: “Divulgação científica e popularização da ciência: responsabilidade social”.

O assunto será abordado pelas pesquisadoras, Maria Olívia Simão, professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e pela jornalista, Cristiane Barbosa, doutoranda em Ciências da Informação pela Universidade Fernando Pessoa (UFP/Portugal), nesta sexta-feira, 23/6, às 9h, no Salão Canoas, na sede do ILMD/Fiocruz Amazônia, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

Para Maria Olívia, a comunicação do que se faz nos laboratórios precisa chegar até a comunidade. Ela destaca que a sociedade é quem subsidias as pesquisas com o pagamento de impostos, principalmente na área da saúde que é um dos temas que mais desperta interesse da população.

Sobre a oportunidade de falar a respeito desta temática na programação do Centro de Estudos, a pesquisadora ressalta a importância desta sensibilização como parte da formação acadêmica. “Esse espaço tem como público prioritário os alunos de pós-graduação e iniciação científica, então é importante que eles recebam na formação essa sensibilização, para que cheguem no mercado como profissionais mais aptos a lidar com essa realidade”, enfatizou Simão.

PIONEIRISMO

Visando oferecer formação profissional e acadêmica na área de divulgação e jornalismo científico em saúde na Amazônia, capacitar para os processos gerais e técnicas, e aprofundar a reflexão sobre divulgação e jornalismo científico em saúde, com ênfase no contexto Amazônico, o ILMD/Fiocruz Amazônia, já formou duas turmas do curso de especialização em Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde na Amazônia.

O curso foi realizado pela Fiocruz Amazônia e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz RJ), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM).

Participaram da especialização aproximadamente 60 profissionais com formação em comunicação social e áreas afins, atuantes na mídia local e assessores de comunicação das Instituições de Ensino e Pesquisa; bem como profissionais de outras áreas com experiência na temática da Divulgação Científica na Amazônia.

SOBRE AS PALESTRANTES

Maria Olívia Simão é doutora em Biologia de Água Doce e Pesca Interior, e mestre em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Foi Secretária Executiva Adjunta de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas, Diretora Técnico Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – FAPEAM e Diretora Presidente da FAPEAM.

Cristiane Barbosa é doutoranda em Ciências da Informação pela Universidade Fernando Pessoa (UFP/Portugal), Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). É graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela UFAM, especialista em Jornalismo Científico e Divulgação Científica em Saúde da Amazônia pelo (ILMD/Fiocruz Amazônia) e em Marketing Empresarial pela UFAM.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

 

 

Supervisores recebem treinamento para o 3º ciclo do PMAQ

Entre os dias 12 e 16 de junho, o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) realizou na cidade de Manaus (AM), o treinamento de supervisores que irão atuar no 3º ciclo de atividades do programa. O encontro realizado na Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), reuniu pesquisadores e pós-graduandos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), professores da Universidade e profissionais da Rede de Atenção à Saúde (RAS), que atuam como supervisores do PMAQ.

O treinamento faz parte das atividades prévias à entrada em campo do terceiro ciclo. Até o momento, o programa já realizou o mapeamento das localidades, construção do cronograma de viagens que serão realizadas aos municípios, e reuniões com os gestores para discutir como será feito o processo deste novo ciclo.

Entre os conteúdos ministrados no treinamento, foram selecionados: apresentação sobre os objetivos do programa e as características de cada ciclo; apresentação de um sistema que a Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec) criou para o gerenciamento das despesas; e um mapeamento do conteúdo existente no Portal da Saúde relativo ao programa (relatórios, situações dos municípios, avaliações feitas nos ciclos anteriores, manuais de orientação e manual do PMAQ).

Durante o treinamento, foram apresentadas também algumas produções de análises sobre as avaliações. “São pesquisas acadêmicas feitas a partir de dados do PMAQ e outras feitas no próprio serviço. A gente se preocupou em qualificar os supervisores para o entendimento global desse processo, não só para coletar dados, mas também para entender os fundamentos da pesquisa, os princípios, objetivos e os conceitos que estão embutidos em cada pergunta”, destacou uma das coordenadoras do programa no Amazonas, a pesquisadora Luiza Garnelo.

AVALIAÇÂO EXTERNA

A avaliação externa corresponde à terceira fase do PMAQ, em que se realiza um conjunto de ações para averiguar as condições de acesso e de qualidade da totalidade de municípios e equipes participantes do programa. É nessa fase que participam as instituições de ensino e pesquisa, coletando os dados para a certificação das equipes. No Amazonas, o programa é coordenado pelos pesquisadores Luiza Garnelo, do ILMD/ Fiocruz Amazônia, e Esron Rocha, da UFAM.

Segundo Juliana Gagno, mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), que apoia o grupo de coordenação geral do PMAQ, “o próximo passo é a seleção e treinamento de entrevistadores. Nesse momento estaremos trabalhando os instrumentos que serão aplicados em um tablet, iremos falar também sobre a responsabilidade desses profissionais que aplicam as entrevistas, desde padrões éticos até a qualidade dessa coleta de dados”.

SOBRE O PMAQ

O PMAQ tem como objetivo incentivar os gestores e as equipes a melhorar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos aos cidadãos do território. Para isso, propõe um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde.

O programa eleva o repasse de recursos do incentivo federal para os municípios participantes que atingirem melhora no padrão de qualidade no atendimento. O programa foi lançado em 2011, e conta com a participação de todas as equipes de saúde da Atenção Básica (Saúde da Família e Parametrizada), incluindo as equipes de Saúde Bucal, Núcleos de Apoio à Saúde da Família e Centros de Especialidades Odontológicas que se encontrem em conformidade com a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB).

A ação é uma iniciativa do Governo Federal, que prevê a realização de um censo da infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e a avaliação das condições de acesso e de qualidade das Equipes de Saúde da Família (ESF) participantes do programa.

As equipes de avaliação são formadas por um supervisor e três entrevistadores, que percorrerão as UBS aplicando questionários avaliativos a gestores, trabalhadores e usuários atendidos pelas equipes de saúde da família.

ILMD/Fiocruz Amazônia

Texto e fotos por Eduardo Gomes

 

Lançado livro paradidático que aborda temas fundamentais para a Amazônia

“Amazônias em tempos contemporâneos: entre diversidades e adversidades”, é título do livro lançado nesta segunda-feira, 12/6, organizado pelas pesquisadoras Jane Felipe Beltrão e Paula Mendes Lacerda. O lançamento ocorreu no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), em Manaus (AM), durante a cerimônia de recondução de Sérgio Luz, ao cargo de diretor do Instituto.

Segundo a organizadora, Jane Beltrão, a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), vem há algum tempo tentando iniciar uma coleção de paradidáticos, pois a produção antropológica no Brasil, ainda fica muito restrita às universidades, especialmente pela necessidade de formação de novos antropólogos na graduação e de complementação em nível de pós-graduação.

“Esse foi o primeiro paradidático da ABA. A ideia era que a gente pudesse congregar pessoas de várias áreas: da saúde, da educação, do direito… para que pudéssemos discutir temas que são fundamentais para a Amazônia, como a consulta dos povos indígenas em função de grandes empreendimentos, o direito das mulheres indígenas em função das grandes obras e das dificuldades que elas enfrentam com a violência, assim como a possibilidade de discussão sobre o que é uma escola indígena na Amazônia, e também sobre a formação de pessoal para trabalhar na área da saúde”, destacou Beltrão.

A ABA reuniu autores que podem apresentar a Amazônia brasileira, a partir de seus trabalhos na Região, expondo as diversidades que integram politicamente o contexto. Os autores são de formação diversificada e têm em comum a luta por um Brasil plural e democrático. São eles: Ana Lúcia Pontes, Antonio Carlos de Souza Lima, Antonio Motta, Assis da Costa Oliveira, Bruno Pacheco de Oliveira, Camille Gouveia Castelo Branco Barata, Clarisse Callegari Jacques, Jane Felipe Beltrão, Katiane Silva, Laise Lopes Diniz, Luiza Garnelo, Mariah Torres Aleixo, Paula Mendes Lacerda, Rita de Cássia Melo Santos, Rodrigo de Magalhães Oliveira, Rosani de Fatima Fernandes, Rhuan Carlos dos Santos Lopes, Sully Sampaio, Thiago Lopes da Costa Oliveira, e William César Lopes Domingues.

“São temas importantíssimos para os povos indígenas, pela agenda do movimento indígena, com a possibilidade de que nós pudéssemos contribuir para isso, e como nós temos programas de políticas afirmativas na Amazônia que formam indígenas como mestres e doutores, vários desses indígenas estão escrevendo no livro também. Ele é uma obra conjunta de intelectuais indígenas e intelectuais não-indígenas”, explicou Beltrão.

A publicação foi viabilizada pelo projeto Patrimônio, Diversidade Sociocultural, Direitos Humanos e Políticas Públicas na Amazônia Contemporânea, realizado em cooperação entre o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) do Museu Nacional (MN), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e o Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Jane Beltrão salienta que o livro é uma forma de prestação de contas, sobre o que fazem os antropólogos em universidades, institutos de pesquisa e demais instituições públicas a respeito da necessidade de tornar o Brasil respeitoso com a diversidade, especialmente quando se trata de Amazônias.

O livro é composto por 16 capítulos e é um dos resultados do projeto aprovado na chamada pública MCTI/CNPq/MEC/Capes-Casadinho/PROCAD, coordenado por Jane Felipe Beltrão (PPGA/UFPA) e vice-coordenado por Antonio Carlos de Souza Lima (PPGAS/MN/UFRJ). Iniciado em 2012, o projeto teve como objetivo analisar situações de confronto, conflitos e emergência de grupos étnicos que se transformam, rearticulam ou se consolidam no cenário de mudanças aceleradas que atravessam a Amazônia.

PARTICIPAÇÃO DE PESQUISADORES DO ILMD

O capítulo escrito por Laise Lopes Diniz, antropóloga e especialista em educação escolar, e Luiza Garnelo, médica, antropóloga e pesquisadora do ILMD/Fiocruz Amazônia, Política indígena e política escolar: interfaces e negociações na implantação da Escola Indígena Pamáali – Alto Rio Negro, parte do caso concreto de uma escola indígena para apresentar os caminhos e os desafios em torno do qual uma escola indígena pode se constituir. As autoras descrevem o processo por meio do qual a escola conseguiu promover uma nova forma de organização, afastando-se do modelo ocidental, ao abrir espaço para que os mais velhos definam os parâmetros que devem orientar a formação dos estudantes.

Já o capítulo A experiência de formação de agentes comunitários indígenas de saúde, à luz das políticas públicas de saúde e da promoção da diversidade cultural, de autoria de Luiza Garnelo, do cientista social, fotógrafo e bolsista do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sully Sampaio e Ana Lúcia Pontes, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), traz o relato de experiência do curso técnico profissionalizante de Agentes Comunitários Indígenas de Saúde do Alto Rio Negro, no Amazonas, enfatizando as dificuldades vivenciadas durante o curso.

O livro pode ser acessado em formato digital. Clique

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Oficina “SUS – Saúde para Todos” vai discutir a situação dos imigrantes e sua relação com o SUS

“SUS – Saúde para Todos” é a oficina que acontecerá nesta quinta-feira, 8/6, de 9h às 18h, na sala 2 do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

O evento será realizado pelo Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social, do Ministério da Saúde (SGEP/MS) e visa mobilizar, fomentar e instrumentalizar gestores, conselheiros de saúde e trabalhadores para as práticas da gestão estratégica, democrática e participativa do SUS.

Entre as propostas da iniciativa, a organização pretende levantar informações e subsídios para a construção de uma Política Nacional de Saúde do Migrante, além de contribuir com possíveis ações estratégica e participativa de saúde em Manaus, na preservação do direito à saúde dos imigrantes.

Como o objetivo, a oficina pretende compreender a percepção dos atores envolvidos com a situação dos imigrantes e sua relação com o Sistema Único de Saúde (SUS), estimular a interlocução, troca de saberes e propostas de humanização nas práticas de profissionais de saúde, assistência social e defesa civil, atuantes no acolhimento e cuidado da população Migrante Venezuelana, na cidade de Manaus (AM).

MIGRAÇÃO

A migração de povos, em destaque nas regiões de fronteiras, é realidade permanente e  remete  ao Direito  Humano  de  livre  trânsito  e  vida.  Entretanto, em situações  de calamidade, crises econômicas e desastres naturais essa realidade torna-se desafio cotidiano às esferas públicas de gestão, em destaque aquelas envolvidas na construção de políticas sociais.

Na saúde, o SUS tem como um de seus princípios a promoção do acesso universal a saúde e vêm desenvolvendo permanentemente políticas e ações de controle sanitário em portos e fronteiras. O Amazonas tem demonstrado interesse e necessidade de promover a integração de políticas setoriais, o diálogo e a adaptação de seu sistema de saúde e demais estruturas e serviços de políticas públicas, com intuito de atender às demandas trazidas por migrantes venezuelanos nos municípios de fronteira e capital.

A sede do ILMD/Fiocruz Amazônia, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus. A entrada é franca.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

Fiocruz Amazônia promove 14ª Reunião Anual de Iniciação Científica

O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) realizará na próxima quinta-feira, dia 8/6, a 25ª Reunião Anual de Iniciação Científica (Raic) e 14ª Raic do ILMD, no âmbito do Programa de Iniciação Científica (Paic) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) da Fiocruz Amazônia de 2016/2017, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Segundo o coordenador do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (Pic) da Fiocruz Amazônia, o objetivo da reunião é divulgar e avaliar 23 projetos de pesquisa de graduandos de diferentes Instituições de ensino de Manaus. “Essa é uma oportunidade de apresentar, avaliar e fazer uma reflexão sobre os trabalhos, de fazermos também uma avaliação indireta do orientador, no intuito de sabermos se ele soube formar aquele estudante, se soube despertar vocação científica no aluno”, destacou.

Entre os trabalhos apresentados há pesquisas nas áreas epidemiologia, parasitologia, imunologia, microbiologia, inovação tecnológica, científica e social. Segundo dados do PIC/ILMD, 75% dos alunos de iniciação científica que participaram do programa, desde seu início, conseguiram se formar como mestres e doutores, além de ter conseguido ingressar na Escola Nacional de Pública de Saúde (Ensp/Fiocruz).

(Foto: Eduardo Gomes)

SOBRE O PIC

O Programa de Iniciação Científica (PIC) do ILMD/Fiocruz Amazônia é desenvolvido em parceria com o CNPq e Fapeam, com o objetivo de despertar a vocação científica e incentivar novos potenciais entre estudantes de graduação, além de estimular pesquisadores a envolverem os estudantes em suas atividades científicas, tecnológicas e profissionais.

Para Pessoa, o programa tem obtidos resultados relevantes e mostra-se como uma importante abertura de oportunidades no campo científico. “Nesses últimos anos o programa evoluiu bastante, e temos quantitativos que mostram essa evolução. Temos estudantes publicando como autores de artigos em revistas científicas em nível internacional, com bom índice de impacto. Eles estão passando nos nossos cursos de pós-graduação e também em cursos de outras instituições, como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD). Temos acompanhado nesses últimos dez anos o desenvolvimento desses estudantes e só tem melhorado”, relatou.

As apresentações ocorrem no Salão Canoas, auditório da Instituição, situado à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

Confira a programação AQUI.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Divulgado resultado da prova de saúde coletiva para o PPGVIDA

Divulgado hoje (5/6) o resultado da segunda etapa – prova de saúde coletiva –  do processo seletivo, do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), área de Saúde Coletiva.

Os candidatos aprovados nesta etapa devem aguardar a divulgação do resultado da prova de conhecimentos específicos, que será publicado na próxima sexta-feira (9/6). O período para interposição de recursos do resultado da prova de saúde coletiva será nos dias 6 e 7 de junho, de 8h às 12h e de 13h às 15h.

O resultado da prova de saúde coletiva está disponível no site do ILMD/Fiocruz Amazônia em http://www.amazonia.fiocruz.br/doc/resultado_2_etapa_prova_saude_coletiva_ppgvida.pdf ou no sistema Sigass: http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

SOBRE O CURSO

O PPGVIDA – ILMD/Fiocruz Amazônia é um programa de pós-graduação que tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Neste processo seletivo foram oferecidas 12 vagas, divididas em duas linhas de pesquisa: Fatores sócio biológicos no processo saúde-doença na Amazônia, com nove vagas; e Processo Saúde-Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade, com três vagas.

O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 28 de agosto deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia

Divulgado resultado final da homologação das inscrições para o PPGVIDA

Divulgado hoje (30/5) o resultado final da primeira etapa do processo seletivo, do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), área de Saúde Coletiva.

O resultado refere-se à homologação das inscrições, após análise de recursos e fornece informações sobre o local das provas de Saúde Coletiva e conhecimentos específicos.

Os candidatos que tiveram suas inscrições homologadas estão aptos a seguir para a segunda etapa, que compreende a submissão à prova escrita discursiva, a ser realizada no Salão Canoas do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), nesta quarta-feira 31/5, de 9h às 11h (Prova de Saúde Coletiva), e de 14h às 17h (Prova de conhecimentos específicos).

O resultado da homologação das inscrições, após análise dos recursos está disponível no sistema Sigass em http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120.

O ILMD/Fiocruz Amazônia situa-se na rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

RECOMENDAÇÕES PARA O DIA DAS PROVAS

Os candidatos devem comparecer ao local das provas no horário e dia estabelecido, com antecedência mínima de trinta minutos do horário de início das provas, munidos de caneta esferográfica (tinta azul ou preta) e do mesmo documento de identificação apresentado no ato da inscrição. Não será permitido o ingresso de candidatos, após o horário determinado para o início das provas.

Somente terá acesso a sala de provas o candidato que estiver munido de documento de identidade original, com mesmo número daquele que enviou no ato da inscrição. Durante a realização da prova não será admitida qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos, porte de livros, manuais, impressos ou anotações, máquinas calculadoras (também em relógios), tablet, agendas eletrônicas ou similares, telefone celular, BIP, walkman, gravador ou qualquer outro receptor de mensagens.

É vedado o ingresso de candidato ao local da prova portando arma de qualquer natureza. O candidato somente poderá se ausentar do local de realização das provas após 30 (trinta) minutos de seu início, e não poderá levar o caderno de nenhuma das provas.

Em todas as provas, os três últimos candidatos deverão permanecer na sala e somente sairão juntos do recinto, após a aposição em Ata de suas respectivas assinaturas. Não haverá segunda chamada para as provas, seja qual for o motivo alegado para justificar a ausência do candidato. O não comparecimento/participação a qualquer das etapas do certame importará na eliminação do candidato do Processo Seletivo.

SOBRE O CURSO

O PPGVIDA – ILMD/Fiocruz Amazônia é um programa de pós-graduação que tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

Neste processo seletivo foram oferecidas 12 vagas, divididas em duas linhas de pesquisa: Fatores sócio biológicos no processo saúde-doença na Amazônia, com nove vagas; e Processo Saúde-Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade, com três vagas.

O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 28 de agosto deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia

Palestra apresenta tecnologia para o desenvolvimento de testes diagnósticos específicos

A palestra “Microarrays de peptídeos de alta resolução: da pesquisa básica ao desenvolvimento de vacinas, testes diagnósticos e anticorpos monoclonais terapêuticos”, apresentada na última sexta-feira 26/5, pelo representante da Empresa BioAlbra Biotecnologia, Dr. Pedro Simonini, no Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), trouxe ao público a apresentação de uma plataforma voltada para o desenvolvimento de testes diagnósticos específicos, capaz de diferenciar especificidades dos vírus da Zika, Dengue, Chikungunya e Febre Amarela.

“Em princípio é uma tecnologia que já existe, mas o produto que nós desenvolvemos tem um diferencial: Temos a informação completa do genoma e proteoma do vírus da Zika ou Dengue, Chikungunya, Febre Amarela e conseguimos analisar toda essa informação de uma vez”, explicou Simonini.

A grande flexibilidade dessa plataforma permite sintetizar microarranjos personalizados cobrindo desde pequenas sequências peptídicas até proteínas inteiras ou genomas virais completos. Os microarranjos demandam amostras pequenas de soro e podem ser usados em diversas aplicações, como mapeamento de epítopo e análise de substituição, desenvolvimento de vacinas, monitoramento imunológico, descoberta de biomarcadores, perfil de anticorpos do soro, antes e depois de infecções, administração de vacinas, ingestão de medicamentos, perfil de anticorpos autoimunes no soro de pacientes e perfil de anticorpos relacionados com processos alérgicos.

De acordo com o palestrante, o desenvolvimento da tecnologia permitiu a elaboração de projetos complexos de proteômica high-throughput. Através de exemplos concretos, a palestra teve o objetivo de demonstrar o potencial único e as inúmeras aplicações dessa tecnologia tanto em pesquisa básica como aplicada.

A plataforma tem capacidade de sintetizar desde pequenas sequências peptídicas até proteomas completos, como por exemplo: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela. “A flexibilidade de síntese de peptídeos nos permite adaptar a plataforma para qualquer organismo cujo genoma tenha sido sequenciado. Usando microarranjos de peptídeos de alta resolução podemos, por exemplo, caracterizar e diferenciar a resposta humoral entre virus semelhantes, distinguindo inclusive entre infecção e vacinação”, esclareceu Simonini.

Os Microarrays de peptídeos é um equipamento indispensável para diversas aplicações moleculares. O problema principal dessa tecnologia é a sua produção, pois cada peptídeo necessita ser sintetizado individualmente. Após sua síntese cada peptídeo precisa passar por um processo para se ligar ao suporte do microarranjos.

O processo tem limitações intrínsecas, pois além do custo elevado, não permite a produção de microarranjos de peptídeos de alta densidade. Para superar essas limitações, pesquisadores do German Cancer Reserach Center, em Heidelberg, desenvolveram a tecnologia. Usando o princípio de impressão a laser, os peptídeos são sintetizados diretamente sobre a superfície do microarranjo. Essa tecnologia garante uma flexibilidade única e quase ilimitada para sintetizar microarranjos de peptídeos de alta densidade.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE O PALESTRANTE

Pedro Simonini é graduado em Biologia, pela Universidade de Kiel, Alemanha e mestre trinacional e trilíngue em Biotechnologia, pelas Universidades de Strasbourg (França), Basel (Suiça), Freiburg (Alemanha) e Karlsruhe (Alemanha). Possui doutorado em Biologia Molecular do Câncer, pela Universidade de Heidelberg / German Cancer Research Center (DKFZ), Alemanha. Atua nas áreas de biotecnologia e biologia molecular, atuando principalmente nos seguintes temas: biotechnologia, oncologia molecular, biologia de microRNAs, epigenética.

 

 

Centro de Estudos apresentará tecnologia capaz de diferenciar resposta humoral entre vírus semelhantes

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) oferece na próxima sexta-feira 26/5, a partir de 9h, no Salão Canoas, auditório da Instituição, a palestra “Microarrays de peptídeos de alta resolução: da pesquisa básica ao desenvolvimento de vacinas, testes diagnósticos e anticorpos monoclonais terapêuticos”, que será ministrada pelo representante da Empresa BioAlbra Biotecnologia, Dr. Pedro Simonini.

Segundo o palestrante, o desenvolvimento de Microarrays de peptídeos de alta resolução possibilitou a elaboração de projetos complexos de proteômica high-throughput. Através de exemplos concretos, a palestra tem o objetivo de demonstrar o potencial único e as inúmeras aplicações dessa tecnologia tanto em pesquisa básica como aplicada.

A plataforma tem capacidade de sintetizar desde pequenas sequências peptídicas até proteomas completos, como por exemplo: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela. “A flexibilidade de síntese de peptídeos nos permite adaptar a plataforma para qualquer organismo cujo genoma tenha sido sequenciado. Usando microarranjos de peptídeos de alta resolução podemos, por exemplo, caracterizar e diferenciar a resposta humoral entre vírus semelhantes, distinguindo inclusive entre infecção e vacinação”, explicou Simonini.

Os Microarrays de peptídeos é um equipamento indispensável para diversas aplicações moleculares. O problema principal dessa tecnologia é a sua produção, pois cada peptídeo necessita ser sintetizado individualmente. Após sua síntese cada peptídeo precisa passar por um processo para se ligar ao suporte do microarranjos.

Esse processo tem limitações intrínsecas, pois além do custo elevado, não permite a produção de microarranjos de peptídeos de alta densidade. Para superar essas limitações, pesquisadores do German Cancer Reserach Center, em Heidelberg, desenvolveram a tecnologia. Usando o princípio de impressão a laser, os peptídeos são sintetizados diretamente sobre a superfície do microarranjo. Essa tecnologia garante uma flexibilidade única e quase ilimitada para sintetizar microarranjos de peptídeos de alta densidade.

A grande flexibilidade dessa plataforma permite sintetizar microarranjos personalizados cobrindo desde pequenas sequências peptídicas até proteínas inteiras ou genomas virais completos. Os microarranjos demandam amostras pequenas de soro e podem ser usados em diversas aplicações, como mapeamento de epítopo e análise de substituição, desenvolvimento de vacinas, monitoramento imunológico, descoberta de biomarcadores, perfil de anticorpos do soro, antes e depois de infecções, administração de vacinas, ingestão de medicamentos, perfil de anticorpos autoimunes no soro de pacientes e perfil de anticorpos relacionados com processos alérgicos.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE O PALESTRANTE

Pedro Simonini é graduado em Biologia, pela Universidade de Kiel, Alemanha e mestre trinacional e trilíngue em Biotechnologia, pelas Universidades de Strasbourg (França), Basel (Suiça), Freiburg (Alemanha) e Karlsruhe (Alemanha). Possui doutorado em Biologia Molecular do Câncer, pela Universidade de Heidelberg / German Cancer Research Center (DKFZ), Alemanha. Atua nas áreas de biotecnologia e biologia molecular, atuando principalmente nos seguintes temas: biotechnologia, oncologia molecular, biologia de microRNAs, epigenética.