Posts

Debates de teses marcam o segundo dia de Congresso Interno da Fiocruz

O segundo dia de realização do VIII Congresso Interno da Fiocruz segue com os debates e deliberações dos enunciados das teses e suas diretrizes. O Congresso é a instância máxima de deliberação institucional e tem como objetivo aprovar as grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020. O evento acontece no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro e reúne delegações eleitas em todas as unidades regionais.

A delegação do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) foi eleita no dia 26/11 e é composta por 7 delegados, 1 suplente e 2 observadores, além do diretor Sérgio Luz. Ao todo, o Congresso reúne 301 delegados, além dos observadores internos e externos.  Esta edição do Congresso tem como tema “A Fiocruz e o futuro do SUS e da democracia”.

O VIII Congresso Interno funciona com 12 grupos de trabalho (Gts). Cada grupo conta com um coordenador, um relator e um relator- adjunto. Ao todo são 11 teses, com diretrizes político-institucionais que estão sendo debatidas na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) e na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV).

Conheça as impressões da delegação do ILMD/Fiocruz Amazônia sobre os primeiros dias de Congresso:

Para Sônia de Oliveira, tecnologista em saúde pública, que integra o GT-7, esta edição do Congresso Interno está bem produtiva, uma vez que “o grupo é participativo, e o diferencial nesta edição é que os delegados já trouxeram suas teses e diretrizes reformuladas, para novas proposituras”.

Rodrigo Tobias, pesquisador, está no GT-6, e para ele os debates têm demonstrado conhecimento aprofundado dos delegados sobre os compromissos da Fiocruz. “O VIII Congresso Interno promete ser um evento que marcará a história da Fiocruz por debater e sinalizar proposições políticas e institucionais no cenário da saúde pública brasileira”.

Na opinião de Anízia Aguiar, analista de gestão em saúde pública, os debates têm sido “ricos e ratificam o compromisso da Fiocruz com o fortalecimento e consolidação do SUS, e o interesse da instituição em ampliar sua capacidade interna, além de fomentar a criação de redes interinstitucionais envolvendo o controle social, para fazer frente às demandas contemporâneas”.

Como observadora, Elisangela Bieler, acha esse momento importante para se conhecer profundamente a Fiocruz. “Nos debates os delegados não estão pensando apenas em suas unidades, mas pensando de forma coletiva, o que tem deixado o debate ainda mais rico”.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Fotos: Marlúcia Seixas

Ciências Sociais e Saúde: diálogos de fronteira será tema de conferência no ILMD

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) realiza amanhã (13/12), as Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira.

O evento tem inscrições gratuitas que podem ser feitas no dia e local de sua realização.

O encontro tem por objetivo explorar as possibilidades de diálogo entre os saberes das ciências da saúde e das ciências sociais, mostrando de que forma recortes teóricos, referenciais teóricos e abordagens podem contribuir para uma bem-vinda complexificação das explicações de questões de saúde na Amazônia.

Segundo a pesquisadora responsável pelo evento, Fabiane Vinente, a primeira edição das Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira terá como convidado o professor João Siqueira, antropólogo, doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que ministrará a palestra “Malária e Ciências Sociais: a intermitência do diálogo com outros saberes”

João Siqueira atua em linhas de pesquisa que incluem Etnicidade, Estado e conflitos territoriais na Amazônia, e Doença e representação social. Em sua conferência, irá discutir a problemática do estudo da malária na perspectiva das ciências sociais e explorar a relação entre a representação da malária e as práticas de atenção e cuidado no processo saúde-doença, observando que, se por um lado a questão da malária pressupõe ações políticas e medidas interventivas que são operadas no campo da saúde pública, de outro lado, ela possibilita e até potencializa a problematização da ordem social vigente, tendo em vista que saúde e doença tendem a legitimar, no espaço público, a emergência de determinado problema social.

LANÇAMENTO

No mesmo encontro João Siqueira irá lançar o livro “Uma doença, diversos olhares: Representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus”, da Editora Valer.

SERVIÇO

Evento: Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira

Quando? 13/12/2017

Onde?  Sede da Fiocruz Amazônia, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis – Manaus (AM).

Horário?  De 14h30 às 17h

Informações com Edmilson Bibiani (Eventos), pelo telefone (92)3621-2430

 

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Imagens: divulgação

 

Fiocruz dá início ao seu VIII Congresso Interno

“Onze de dezembro de 2017: um dia após a comemoração dos 69 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Fiocruz celebra seu VIII Congresso Interno, com o tema O futuro do SUS e da democracia. Que a democracia e a defesa dos direitos nos animem nessa jornada, que consolida a tradição da Fiocruz como instituição de ciência, educação, tecnologia e saúde, e seu compromisso frente aos imensos desafios colocados pela sociedade brasileira. Com unidade, com afirmação de nossa missão, estou certa que cumpriremos, com bastante firmeza, nosso papel em defesa da ciência e tecnologia, do SUS e da democracia em nosso país”.

Com essas palavras, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, deu início ao VIII Congresso Interno, que acontece de hoje (11/12/17) a quinta-feira (14/12/17). O Congresso, implantado inicialmente na Fiocruz em 1988, durante a gestão do presidente Sergio Arouca, é a instância máxima de gestão democrática e participativa da Fundação.

Fizeram parte da mesa de abertura, além de Nísia, o vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Mario Moreira; Roberto Leher, Reitor da UFRJ; a deputada federal (PCdoB-RJ) Jandira Feghali; o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro; Claudia Rose da Silva, representante do Museu da Maré; Fernando Pigatto, representante do Conselho Nacional de Saúde, Justa Helena Franco, presidente da Asfoc-SN; e Maiara de Carvalho,  da Associação de Pós-Graduandos da Fiocruz.

Mario Moreira começou seu discurso agradecendo nominalmente os integrantes da Comissão Organizadora deste Congresso Interno, que teve, entre outras, a responsabilidade de definir a representação da plenária. “É a primeira vez que temos a presença de observadores externos, como o Conselho Gestor do Projeto Teias, o Museu da Maré, a Rede de Observatórios de Manguinhos, o Conselho Comunitário de Manguinhos, o Conselho Nacional de Saúde e a SBPC”, afirmou. “Também pela primeira vez, de forma oficial, contamos com a participação de estudantes num processo de escolha conduzida pela Associação de Pós-Graduação da Fiocruz”, disse o vice-presidente.

Documento de Referência

O Documento de Referência, debatido nas unidades, em câmaras técnicas e também em consulta interna, traz nesta edição um grau de aperfeiçoamento “O documento faz um diálogo com essa conjuntura complexa que vivemos e permite debater o futuro da Fiocruz. O documento foi elaborado a partir de grandes questões colocadas na trajetória da Fundação, organizado em questões, teses e diretrizes”, explicou Mario Moreira.

Espírito participativo

Roberto Leher, reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, instituição que se organiza para realizar seu Congresso Interno, falou sobre a inspiração deste evento para o que irão realizar. “Precisamos construir agendas que apaixonem a juventude, que apaixonem a luta social, para que, de fato, a agenda que podemos qualificar como de esquerda, aquela que tem em sua matriz as lutas socialistas, possa iluminar a energia criadora de toda juventude em defesa da democracia e dos movimentos sociais”, afirmou Leher.

Para Maiara Carvalho, representante dos estudantes da Fiocruz, o VIII Congresso já traz um grande diferencial em relação às edições anteriores, pois é a primeira vez que os estudantes participam como observadores, o que é um avanço. “Como pensar a Fiocruz sem lembrar daqueles que movem as suas engrenagens? Esse é um espaço de construção e consolidação da participação estudantil da Fiocruz”. Representante do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigattto também ressaltou a crise política, econômica e social que o Brasil vive e falou sobre os atos de resistência que o Conselho tem organizado. “A Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, que foi adiada, acontecerá de 27 de fevereiro a 2 de março. E a Fiocruz tem participado ativamente desses diálogos”, disse.

Um congresso que se abre para olhar externo. Foi assim que Claudia Rose, do Museu da Maré, definiu o VIII Congresso Interno. “Ele conta com a participação de instituições da sociedade civil, de movimentos sociais para juntos pensarmos em possíveis soluções ou indicativos de como devemos encaminhar e reportar as nossas ações”, afirmou a coordenadora. A coordenadora falou sobre “ a nossa frágil democracia”, termo usado em outras falas. “Se ela é frágil, é graças aos nossos movimentos, nossas lutas, nossas lideranças, nossas bandeiras. Se não fosse assim, nem essa frágil democracia existiria”, concluiu.

Assim como os demais integrantes da mesa, o presidente da SBPC, Ildeu de Castro, reforçou a importância do tema do VIII Congresso Interno, especialmente diante da grave crise política que o país enfrenta. “Não dá para ficar esperando salvadores da pátria. Nós temos que fazer isso de baixo para cima. Entidades como a Fiocruz têm o papel fundamental em pensar política pública para a ciência e a tecnologia, para a educação, para a saúde pública e para a economia do país”, disse. A presidente da Asfoc-SN, Justa Helena, também falou sobre a situação. “A despeito desse cenário complexo e de retrocessos, estamos aqui nesse processo congressual buscando contribuir com deliberações efetivas que possam defender e fortalecer a Fiocruz e apontar caminhos para consolidar a ciência, a tecnologia, a pesquisa, o SUS, e por conseguinte, a saúde pública brasileira”, disse.

“Toda vez que eu piso nesse território de resistência, que é a Fiocruz, eu saio daqui com a energia renovada”, afirmou a deputada federal Jandira Feghali. A parlamentar também falou sobre a situação em que se encontra o Congresso Nacional e a preocupação com a manutenção do SUS. “Quando pensamos em SUS, duas coisas nos vêm à cabeça: ‘Estado’ e ‘democracia”. Exatamente as duas coisas que mais estão sob risco nesse momento”, afirmou. “As pessoas, principalmente aqui no Rio, não acreditam mais que a política vale a pena. Mas o Rio de Janeiro é muito mais que essas figuras que isso que nós temos visto”.

Esperança equilibrista

Após a apresentação de um vídeo com fotos que narraram a trajetória dos Congressos Internos da Fiocruz, ao som de O bêbado e o equilibrista, de João Bosco & Aldir Blanc, Nísia Trindade usou a frase de Paulinho da Viola, “Quando penso no futuro, não esqueço de passado”, para reforçar o compromisso de contribuir para o progresso do país. “É fundamental que a gente assuma de forma assertiva, neste momento de VIII Congresso, a defesa do SUS e de um sistema de ciência, tecnologia e inovação a serviço de uma agenda de desenvolvimento para um país com mais justiça, igualdade e equidade. Isso precisa estar acima de possíveis divergências de menor valor”, falou a presidente. “Este é um ato cívico, não apenas pela Fiocruz. É um ato pela democracia no Brasil”, concluiu Nísia Trindade.

Aprovação do Regimento

Na segunda parte da manhã, a plenária deliberou sobre o Regimento do VIII Congresso Interno. A presidente Nísia apresentou o secretário-geral do Congresso Interno, o vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Mário Moreira – tendo como eventual substituto o coordenador-geral de Gestão de Pessoas, Juliano Lima. Em seguida, submeteu à plenária o nome do superintendente do Canal Saúde, Arlindo Fábio Gómez de Sousa, para ser o relator. Os delegados aprovaram a indicação por unanimidade.

Na sequência, foram apresentadas algumas sugestões de alteração do Regimento que havia sido aprovado anteriormente pelo CD Fiocruz. Foi acatada pela plenária apenas a proposta do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), para que a discussão das teses nos Grupos de Trabalho, a partir da tese três, seja realizada alternadamente.

Por exemplo, amanhã pela manhã (12/12), um terço dos grupos inicia a discussão da tese três; outro terço, pela tese quatro; e o último, pela tese cinco. O objetivo é garantir que ao final dia, quando o sistema for bloqueado, todas as teses recebam contribuições dos grupos, mesmo que alguma delas não tenha sido conclusivamente discutidas por algum grupo.

Cobertura: Erika Farias e Gustavo Carvalho | CCS * Fotos: Peter Ilicciev | CCS

Colaboração: Marlúcia Seixas | Fiocruz Amazônia

 

Inscrições abertas para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) está recebendo inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia, que será realizado nos dias 4, 6 e 7/12, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

A primeira atividade do seminário será o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que acontece na próxima segunda-feira (4/12). O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação).

As inscrições são gratuitas e podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia,  a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

Clique e acesse a programação.

INSCRIÇÕES

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Visita de pesquisadores de Liverpool à Fiocruz Amazônia acende possibilidades de parcerias institucionais

Pesquisadores da Liverpool School of Tropical Medicine (LSTM) estão em Manaus para reunir com pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  A programação do encontro vai até quinta-feira (30/11) e consta de conferências e interlocuções sobre parasitologia, terapias e medicamentos.

Para o vice-presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rodrigo Correa de Oliveira, a visita dos pesquisadores é muito oportuna, visto que os pesquisadores da LSTM têm um sistema muito bem estruturado e têm descoberto novos medicamentos o que pode ser significativo não só para a Fiocruz Amazônia, mas para o sistema de saúde brasileiro.

“Vejo que dentro dessa colaboração entre a LSTM, a Fiocruz Amazônia e a Fiocruz Nacional nós podemos chegar a um processo de investigação junto com Farmanguinhos e com as outras unidades da Fiocruz, de verificação de novas drogas para várias doenças, por que eles têm um sistema de alta velocidade de avaliação de produtos naturais e, junto com eles, poderíamos ter uma abordagem bastante significativa de produtos naturais não só da Amazônia, mas também de outras regiões do país”, disse Rodrigo Oliveira.

Para o diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, a visita dos pesquisadores possibilita colaboração com a LSTM. “São pesquisadores de uma instituição de grande importância na pesquisa, que tem tradição e trabalhos relevantes na parte de saúde pública. Essa parceria é uma oportunidade não só de se ter projetos de colaboração, mas também abre portas para outras cooperações que atendam aos nossos estudantes e corpo técnico não só em filárias, mas também em outros temas”.

O encontro tem programação definida até o dia 30/11. Veja abaixo:

EVENT PROGRAMME FOR 29.11.2017 

09:00 – 12:00 – Tour of the FMT-HVD

Fiocruz ILMD researcher and FMT-HVD medical practitioner Dr Marcus Lacerda and FMT-HVD director of research Dr Wuelton Monteiro will greet the LSTM guests at the FMT-HVD and provide them with a tour of the hospital’s research facilities.

Student Talks

13:00 – 13:30 –Uziel Swaua Msc (Fiocruz ILMD)

Evidence for M. ozzardi resistance to Ivermectin in Sao Gabriel do Cachoeira.

13:30 – 14:00 – Túllio Romão Ribeiro da Silva Msc (Fiocruz ILMD)

Flies in the ointment: Onchocerciasis vector bites are significantly reduced by the skin application of mineral oil during human landing catches

14:00 – 14:30 – Yago Santos Bsc (Fiocruz ILMD)

Are standard Wolbachia detection tools over-estimating the prevalence of Wolbachia infections in mosquitoes?

14:30 – 14:45 – Coffee break

Our invited guest will be served Brazilian coffee, fresh rainforest fruit juice and regional snacks during this brief interval.

14:45 – 15:00 – Tour of the Fiocruz ILMD laboratory facilities

Our invited guest will be provided with a tour the Fiocruz ILMD laboratory facilities.

 15:00- 17:00 – Fiocruz & LSTM project proposal discussions: closed session

In this closed-door meeting the LSTM team and selected Fiocruz researchers will discuss collaborative research proposals and funding opportunities.

 

 EVENT PROGRAMME FOR THE 30.11.2017

 

9:00- 12:00 –Project proposal wrapping up meeting: closed session

During this session, the LSTM team and Fiocruz researchers will select specific research project proposals and specific funding calls that collaborative joint grant applications can be submitted to.  The LSTM team and Fiocruz researchers will decide on a firm agenda for the preparation of grant-application submission with clearly delineated tasks for each of the applicants.

12-00-14-00 – Special lunch

Dr Luz will take our LSTM guest to a special restaurant so our guest can sample the best of traditional Amazonia food and drink.

14-00- 17:00 –Project proposal spill-over meeting or free session.

Depending on the progress of the meeting and the desires of our LSTM guests, this session can be used to resolve out-standing issues from earlier discussions or can be used for tourist activities. The Brazilian Amazon has a lot to offer tourists and we will be glad to show our guests the parts that most interest them. They will, of course, need to remember their swimming trunks if the decide they want to swim with our pink river dolphins.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Obsma conclui Oficinas Pedagógicas em Porto Velho

Encerraram ontem, 23/11, as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). A abertura do evento foi na segunda-feira (20/11). Depois, foram 3 dias dedicados ao diálogo e orientação a professores sobre como abordar com seus alunos as temáticas de saúde e meio ambiente, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as modalidades da Olimpíada.

No último dia, foi ministrada pela professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma, a oficina de produção textual. No dia 22/11, ocorreu a oficina de audiovisual, com o programador e produtor visual Wagner Nagib. No primeiro dia, projeto de ciências, com Cristina Araripe, pesquisadora da Fiocruz e coordenadora nacional da Obsma.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma em Porto Velho foram organizadas pela Coordenação Regional Norte, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE).

Segundo a coordenadora do PSE, Maria Inês Fernandes, a expectativa é de que os professores que participaram das atividades pedagógicas da Obsma, tornem-se multiplicadores do conhecimento adquirido e possam contribuir para que mais educadores de Rondônia, inscrevam projetos na Olimpíada.

Participaram das oficinas professores dos 52 municípios de Rondônia. Alguns educadores chegaram a viajar por 11 horas de ônibus até chegar ao Rondon Palace Hotel, local onde foram ministradas as Oficinas.

A coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, ressaltou a importância do envolvimento e empenho da Seduc e do PSE, para prover condições para participação dos professores nas atividades pedagógicas, e espera que a 9ª. edição da Obsma seja contemplada com muitas  inscrições de professores de Rondônia.

No encerramento, além das palavras de agradecimento e motivação para impulsionar novos projetos, houve também sorteios de camisas e canecas.

Confira as fotos das Oficinas Pedagógicas em Porto Velho.

 

Saiba mais sobre as Oficinas Pedagógicas da Obsma

Saiba como organizar Oficinas Pedagógicas na sua cidade/região?

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Oficinas Pedagógicas da Obsma começam em Porto Velho (RO)

Iniciaram nesta terça-feira (21/11) as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). As oficinas acontecem até 23 de novembro, de 8h às 17h, no Rondon Palace Hotel, que fica no bairro Nossa Sra. das Graças.

A abertura do evento aconteceu na segunda-feira, 20/11, no mesmo local onde estão sendo realizadas as oficinas, e contou com a presença da coordenadora Estadual do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE), Maria Inês Fernandes, da diretora Geral de Educação da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), Angélica Aires, da pesquisadora do Laboratório de Microbiologia e representante da Fiocruz Rondônia, Najla Benevides Matos, da coordenadora nacional da Obsma e pesquisadora da Fiocruz, Cristina Araripe, além da coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e de professores.

Segundo Maria Inês Fernandes, as Oficinas já estavam no planejamento do PSE desde o ano passado. Agora, o objetivo é que os professores que participam deste momento possam tornar-se multiplicadores e,  dessa forma, o Programa venha a alcançar um número maior de pessoas qualificadas para o desenvolvimento de projetos nas áreas de saúde e meio ambiente, e que se sintam aptos a concorrerem na Obsma.

 

Cristina Araripe lembrou que a Olimpíada trabalha na perspectiva de melhorar as condições de vida das populações, daí a importância do desenvolvimento de projetos com temas relacionados  à saúde e  ao meio ambiente nas escolas, de modo transversal, de acordo a  realidade local,  e com propostas e projetos pedagógicos construídos por professores e  alunos.

Em Porto Velho, participam das oficinas 80 professores, de 52 municípios de Rondônia. A maioria não conhecia a Obsma, mas em 2012, a professora Carmem Silvia de Andrade Corrêa, de Porto Velho, foi premiada na 6ª. Obsma com um trabalho sobre a dengue. Agora, ela participa das Oficinas Pedagógicas para se qualificar e receber mais estímulos para o desenvolvimento de novos projetos com seus alunos.

 O professor Rildo Nilo da Silva, do município Pimenta Bueno (RO), que trabalha com as disciplinas de Biologia, Ciências e Artes, também espera que as Oficinas lhe inspirem a desenvolver novos projetos na escola, e quer receber sugestões de plataformas e outros meios de capacitação profissional.

Para a coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), o apoio do PSE e da Seduc de Rondônia para o desenvolvimento das Oficinas Pedagógicas, marcam o sucesso do evento. Ela lembra que as oficinas são destinadas a professores da educação básica, de escolas públicas e privadas. Os  interessados em participar da Olimpíada podem concorrer com projetos nas áreas de saúde e meio ambiente, desenvolvidos com os alunos, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as três modalidades da Obsma.

No dia 22/11, a oficina será de produção audiovisual na educação básica, com o professor Wagner Nagib, da Fiocruz Paraná, que abordará a utilização da tecnologia como ferramenta potencializadora do ensino e aprendizado. Na parte da tarde, acontecerão atividades práticas.

No dia 23/11, a oficina será de produção textual, com a professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma.

SOBRE A OBSMA

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da Obsma, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais, criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Reunião no ILMD aborda implantação do sistema gerenciador de ambiente laboratorial

Para garantir maior eficácia, qualidade e segurança ao processo de recebimento e análise de amostras, algumas ações para o aprimoramento de laboratórios vêm sendo desenvolvidas pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia). Uma delas é a implantação do Sistema Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), que permite o gerenciamento e rastreamento de todas as amostras coletadas no país.

Durante esta semana, especialistas no sistema estiveram na Fiocruz Amazônia para apresentar as especificidades da ferramenta e mapear as necessidades da Unidade. As apresentações foram realizadas por Crislanny Sampaio, da Central de Recebimento de Amostras do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e Ricardo Bergamo, do Laboratório Central do Estado do Paraná (LACEN/PR) e consultor da Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB) do Ministério da Saúde (MS).

Segundo o vice-diretor de Pesquisa e Inovação da Fiocruz Amazônia, Felipe Gomes Naveca, a reunião objetiva desenvolver as primeiras ações para o processo de implantação do sistema no ILMD. “Estamos mapeando as nossas necessidades e investigando como podemos interagir melhor com esse sistema, pensando nas atividades que realizamos aqui no Instituto e nas demandas externas que recebemos”, explicou.

SOBRE O GAL

O sistema Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL) foi desenvolvido pela Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB), em parceria com Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e a Secretária de Vigilância em Saúde (SVS).

O GAL é um sistema informatizado desenvolvido para Laboratórios de Saúde Pública aplicado aos exames e ensaios de amostras de origem humana, animal e ambiental, com padrão nacional, e desenvolvido de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde.

O sistema possibilita gerenciar e acompanhar realizações de análises laboratoriais desde a solicitação até emissão do laudo final; gerar relatórios gerenciais e de produção nas Redes de Laboratórios de Saúde Pública; gerar consultas e relatórios específicos e epidemiológicos; enviar resultados laboratoriais dos casos suspeitos ou confirmados para o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN); subsidiar as tomadas de decisões pelas Vigilâncias nas esferas Nacional, Estadual e Municipal, e padronizar as informações dos laudos e pareceres técnicos.

O Sistema é composto pelos seguintes módulos: Nacional; Administrador; Biologia Médica; Ambiental e Saúde do Trabalhador; Animal Vertebrado e Invertebrado; Controle de Qualidade; Funcionalidade de Automação; Business Inteligence; Gestão; Qualidade, e Biotecnologia.

“Estamos essa semana aqui justamente para fazer esse levantamento do que é feito na instituição, para vermos qual módulo poderá ser usado. Até o momento detectamos possibilidades de utilização na biologia médica e na entomologia”, Explicou Ricardo Bergamo.

 

Ascom IKMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Fotos: Eduardo Gomes

 

Fiocruz Amazônia promove I Encontro de Criptococose 

Acontece nesta sexta—feira, 20/10, o I Encontro de Criptococose em Pacientes Imunocompetentes – Manaus/AM. O evento é promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane  (ILMD/Fiocruz Amazônia) e será realizado no Salão  Canoas, na sede do Instituto, à  rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

O Encontro tem como público-alvo pneumologistas, infectologistas, biomédicos, biólogos, profissionais da área da saúde e estudantes de graduação e pós-graduação. A organização  é das pesquisadoras do ILMD/Fiocruz Amazônia Joycenea Matsuda, Ormezinda Fernandes, e Ani Beatriz Matsuura.

A abertura do evento será 9h e, em seguida, haverá a palestra da médica e pesquisadora do Laboratório de Micologia do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Márcia dos Santos Lazéra,  que abordará O Panorama da Criptococose no Brasil. Depois, haverá mesa-redonda sobre Cryptococcus sp. e Criptococose no Amazonas, e relatos de casos.

Acesse aqui a programação completa.

SOBRE A CRIPTOCOCOSE

A criptococose é uma doença infecciosa causada por um fungo, Cryptococcus neoformans ou pelo Cryptococcus gattii, levando a uma micose sistêmica, pode acometer o homem e mamíferos domésticos. São leveduras encapsuladas podendo causar pneumonia ou meningoencefalite. Estão presentes, principalmente, no solo contaminado por excretas de aves.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Divulgada a homologação das inscrições do curso de mestrado do PPGBIO-INTERAÇÂO

Divulgado hoje (17/10) o resultado da primeira etapa do processo seletivo do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro – PPGBIO-Interação, do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia).

O resultado refere-se à homologação das inscrições e fornece informações sobre o local da prova de conhecimentos específicos.

Os candidatos que tiveram suas inscrições homologadas estão aptos a seguir para a segunda etapa, que compreende a submissão à prova escrita discursiva, a ser realizada no Salão Canoas do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), no dia 26/10, de 14h às 17h.

Na correção da prova de conhecimentos específicos serão observados os seguintes critérios: adequação entre respostas e perguntas formuladas; Compreensão da bibliografia indicada; capacidade de contextualização teórica e metodológica da bibliografia indicada; capacidade de expressão escrita, incluindo coesão argumentativa; precisão conceitual; clareza e fluência; bem como adequação à norma culta do português escrito.

O resultado da homologação das inscrições está disponível no sistema Sigass em  http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=127 .

O ILMD/Fiocruz Amazônia situa-se na rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é curso stricto sensu que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O PPGBIO-Interação se enquadra na grande área em Parasitologia devido a pesquisa e ensino terem ênfase na eco-epidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores; fatores de virulência, mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Estes diversos aspectos são os principais delineadores para escolha da área de concentração da Ciências Biológicas III, por esta ser uma área multidisciplinar e baseada no eixo bioquímica, genética, biológico, celular e molecular. Os alunos recebem uma formação em áreas estratégicas por sua importância e que precisam ser desenvolvidas no Estado.

Este é o segundo processo seletivo para o PPGBIO-Interação. A primeira turma iniciou o curso em março deste ano.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Foto: Eduardo Gomes