Posts

Tese da Amazônia é aprovada no VIII Congresso Interno da Fiocruz

Encerrou ontem (14/12) o VIII Congresso Interno da Fiocruz. Durante a última sessão plenária foi aprovada a Tese 9, proposta pelos servidores e demais membros da comunidade do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). A tese da Amazônia, como foi por diversas vezes chamada, não se fechou no bioma, mas no reconhecimento de que a Amazônia é estratégica para a humanidade e de que a Fiocruz pode cooperar, com outras instituições da região, na geração de conhecimento e inovação em saúde.

A Fiocruz está presente na Amazônia com duas unidades: no Amazonas e em Rondônia. Para a presidente da Fiocruz e do Congresso Interno, Nísia Trindade, a Tese 9 veio como uma proposta nova e de importância reconhecida por todos os grupos  de trabalho e delegações. Na oportunidade, ela congratulou-se com os delegados que coletivamente defenderam a importância estratégica da Amazônia para a Fiocruz.

A delegação do ILMD/Fiocruz Amazônia comemorou a aprovação da Tese 9 e suas diretrizes. Para o diretor, Sérgio Luz, a aprovação da Tese como uma das grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020, traz grandes benefícios para a Fiocruz e para a Região Amazônica na área da saúde, educação, ciência, tecnologia e inovação.

Ricardo Godoi, diretor da Fiocruz Rondônia e um dos defensores da Tese 9, lembrou que a Fiocruz na Amazônia é ILMD e Rondônia, e que muitas vezes, na Região, estas unidades são convidadas por outras instituições para cooperarem com importantes projetos de tecnologia e inovação em saúde.

O VIII Congresso Interno da Fiocruz aconteceu no período de 11 a 14/12, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e teve como objetivo debater e aprovar as grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020, bem como contribuir para a sua implementação, a partir do documento de referência “A Fiocruz e o Futuro do SUS e da Democracia”.

OPINIÃO DOS DELEGADOS DA AMAZÔNIA

Sonia Oliveira: Gostei muito de poder ter participado deste congresso, foi muito enriquecedor. Cada momento ficará marcado na memória, no coração e na história, com a aprovação da Tese 9.

Rodrigo Tobias: O sucesso do congresso foi brindado com nossa tese amazônica aprovada. Isso foi fruto de trabalho de todos, desde a gestão que trouxe a causa como possibilidade, a construção da tese, a discussão de grupos ainda em Manaus, a eleição de delegados, a nossa atuação coordenada, colaborativa e solidária no ato da participação dos grupos no RJ e a aprovação da plenária final do congresso. Isso significa mais trabalho, mais responsabilidade e empenho em aproximar a Fiocruz da sociedade e canalizar esforços das outras unidades, para a nossa realidade amazônica. Considero a Amazônia a principal fronteira científica do Brasil e, sendo assim, vamos fazer jus à nossa missão institucional na Região.

Aldemir Maquiné: Esse congresso me remeteu há 15 anos, quando participei pela primeira vez de um Congresso Interno da Fiocruz. Cada Congresso é único. Nesta edição, no meu grupo de trabalho, nós tivemos ao nosso lado pessoas que desenvolvem trabalhos na Amazônia e que entenderam a Tese 9, como uma proposta estratégica da Fiocruz. A aprovação desta Tese mostra a maturidade do ILMD/Fiocruz Amazônia na sua propositura e da Fiocruz por perceber a importância estratégica da Região.

Priscila  Aquino: O Congresso Interno da Fiocruz foi uma oportunidade única de imergir na política institucional e discutir os direcionamentos que guiarão os próximos 4 anos da instituição. Acredito na necessidade da Fiocruz reforçar seu papel estratégico na Amazônia.

Cláudio Peixoto: Sucesso é a palavra que reflete esse momento.

Anízia Aguiar: Estou feliz e agradecida. Feliz por ter tido, finalmente, a oportunidade de participar do Congresso Interno da Fiocruz, com toda a riqueza que ele contém.Foi lindo ver a defesa das teses e o conteúdo delas sempre interessado na equidade, na justiça e no bem estar social, buscando garantir que a Fiocruz mantenha sua capacidade de continuar atuando como instituição de Estado.

Cláudia Rios: O primeiro sentimento com a aprovação da Tese 9 é de alivio, por termos, pela primeira vez, conseguido aprovar uma tese. Isso é fundamental. Daqui pra frente, temos que analisar tudo que foi discutido e aprovado, e começar a planejar o que vamos fazer para alcançar o que foi proposto. Vamos ter que trabalhar muito e contar com o comprometimento de todos, para atender a essas diretrizes.

As teses aprovadas no VIII Congresso Interno da Fiocruz serão posteriormente encaminhadas para homologação do Conselho Deliberativo da Fiocruz.

ILMD/Fiocruz Amazonia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

PPGVIDA promove oficina para discentes sobre publicações científicas

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) realizou entre os dias 11 e 15 de dezembro, a oficina Publicações Científicas, voltada para discentes do programa. A atividade foi ministrada pelos pesquisadores sêniores do ILMD, Bernardo Horta, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), e Carlos Coimbra, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a coordenadora do PPGVIDA, Maria Luiza Garnelo, a oficina visa apoiar os discentes que concluíram o mestrado, no intuito de agilizar as publicações que expressarão produtos do processo formador no PPGVIDA, e que também são requisito de avaliação do programa na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Para Horta, o trabalho de construção junto aos alunos tem o objetivo principal de desenvolver produtos que possam ser publicados em periódicos da área. “A ideia é trabalhar com os alunos que já concluíram o mestrado a transformação das dissertações em artigos, para que sejam submetidos a periódicos científicos. Estamos trabalhando com eles aspectos relacionado a como escrever um artigo”, explicou Horta.

Indexação, país da revista, classificação no Qualis da CAPES para a área de Saúde Coletiva, foram alguns dos temas abordados durante a oficina, em relação ao maior questionamento dos discentes: Em qual revista publicar? “Conversamos para que eles saibam o que é, como funciona, mas deixando aberto para que eles possam fazer suas escolhas”, salientou Coimbra.

O Qualis Periódicos é uma das ferramentas utilizadas para a avaliação dos programas de pós-graduação no Brasil. Tem como função auxiliar os comitês de avaliação no processo de análise e de qualificação da produção bibliográfica dos docentes e discentes dos programas de pós-graduação credenciados pela CAPES. Ao lado do sistema de classificação de capítulos e livros, o Qualis Periódicos é um dos instrumentos fundamentais para a avaliação do quesito produção intelectual, agregando o aspecto quantitativo ao qualitativo.

Coimbra destacou ainda que a iniciativa do programa é de grande relevância nesse processo acadêmico. “Essas oficinas são importantes, pois o tempo do mestrado raramente é suficiente para os alunos defenderem, cumprirem com todos os créditos e ter um artigo publicado, visto que esse é um processo que demora muito. Alguns estão escrevendo o primeiro artigo científico, então essa oportunidade que está sendo oferecida para os alunos aqui do ILMD é extremamente relevante, pois abre portas para estimular os alunos a tornem público os resultados dos seus estudos.

SOBRE O PPGVIDA

O Programa tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

 

 

Debates de teses marcam o segundo dia de Congresso Interno da Fiocruz

O segundo dia de realização do VIII Congresso Interno da Fiocruz segue com os debates e deliberações dos enunciados das teses e suas diretrizes. O Congresso é a instância máxima de deliberação institucional e tem como objetivo aprovar as grandes estratégias e diretrizes institucionais para o período 2017-2020. O evento acontece no campus da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro e reúne delegações eleitas em todas as unidades regionais.

A delegação do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) foi eleita no dia 26/11 e é composta por 7 delegados, 1 suplente e 2 observadores, além do diretor Sérgio Luz. Ao todo, o Congresso reúne 301 delegados, além dos observadores internos e externos.  Esta edição do Congresso tem como tema “A Fiocruz e o futuro do SUS e da democracia”.

O VIII Congresso Interno funciona com 12 grupos de trabalho (Gts). Cada grupo conta com um coordenador, um relator e um relator- adjunto. Ao todo são 11 teses, com diretrizes político-institucionais que estão sendo debatidas na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) e na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV).

Conheça as impressões da delegação do ILMD/Fiocruz Amazônia sobre os primeiros dias de Congresso:

Para Sônia de Oliveira, tecnologista em saúde pública, que integra o GT-7, esta edição do Congresso Interno está bem produtiva, uma vez que “o grupo é participativo, e o diferencial nesta edição é que os delegados já trouxeram suas teses e diretrizes reformuladas, para novas proposituras”.

Rodrigo Tobias, pesquisador, está no GT-6, e para ele os debates têm demonstrado conhecimento aprofundado dos delegados sobre os compromissos da Fiocruz. “O VIII Congresso Interno promete ser um evento que marcará a história da Fiocruz por debater e sinalizar proposições políticas e institucionais no cenário da saúde pública brasileira”.

Na opinião de Anízia Aguiar, analista de gestão em saúde pública, os debates têm sido “ricos e ratificam o compromisso da Fiocruz com o fortalecimento e consolidação do SUS, e o interesse da instituição em ampliar sua capacidade interna, além de fomentar a criação de redes interinstitucionais envolvendo o controle social, para fazer frente às demandas contemporâneas”.

Como observadora, Elisangela Bieler, acha esse momento importante para se conhecer profundamente a Fiocruz. “Nos debates os delegados não estão pensando apenas em suas unidades, mas pensando de forma coletiva, o que tem deixado o debate ainda mais rico”.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Fotos: Marlúcia Seixas

ILMD/Fiocruz Amazônia lança revista de divulgação científica em versão digital

Com a missão de divulgar à sociedade os frutos de esforços científicos, a ‘Fiocruz Amazônia Revista’, é lançada em versão digital, neste mês de dezembro, pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) que é um importante ambiente de pesquisas a serviço da saúde pública, localizado na capital amazonense.

“Este é um meio que complementa e fortalece ainda mais a política de comunicação institucional do ILMD/Fiocruz Amazônia, que já tem agregados outros produtos como o portal institucional, o mural, os eventos institucionais e científicos e as mídias sociais digitais”, destacou o diretor da instituição Sérgio Luz, na apresentação da publicação.  A ideia de elaborar um produto tanto off line (impresso) quanto online (disponível na internet) amplia a abrangência deste importante veículo para os diversos públicos.

A revista conta, nesta primeira edição, com 72 páginas, 14 matérias e 06 sessões que abordam novidades em pesquisas e ações desenvolvidas pela equipe de colaboradores do ILMD a serviço da melhoria das condições de saúde da população.

Um dos diferenciais da revista é a proposta de uma linguagem coloquial e recursos que facilitem a interação com os leitores como o uso do QR Code para acessos direto a vídeos e materiais citados nas matérias e também a indicação de significados de termos técnicos em pequenas caixas de texto explicativos que simulam hiperlinks, alinhando a linguagem off-line a online.

Matéria de capa

A matéria de capa deste primeiro número especial é sobre o método inovador, desenvolvido na Fiocruz Amazônia, voltado para um diagnóstico molecular da infecção pelos vírus Mayaro e Oropouche, de forma precisa e simultânea. Esses vírus apresentam sintomas que podem ser confundidos com outras arboviroses, como por exemplo a dengue, e por este motivo muitos desses casos acabam sendo subnotificados. Especialista nessas arboviroses, o virologista e doutor em microbiologia Felipe Naveca, coordenador responsável pela invenção, disse que a pesquisa levou vários anos até chegar à patente. O leitor pode conferir a matéria completa na revista disponível no portal do ILMD.

Conteúdo de Divulgação Científica

Os leitores também podem conferir, nesta edição especial, uma entrevista exclusiva com a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, que fala sobre a condição de ser pioneira como mulher a conduzir uma importante instituição como a Fiocruz. Nísia também comenta sobre a Fiocruz Amazônia, que, na sua visão, exerce um papel fundamental na pesquisa e no ensino da região.

Outro destaque da publicação é uma matéria sobre a projeção internacional do Curso Técnico de Agente Comunitário Indígena de Saúde e projeto de Estações de Disseminação de Larvicida. Vale a pena conferir os detalhes dessas duas iniciativas.

Uma matéria esclarecedora sobre tuberculose e aspergilose pulmonar foi produzida para mostrar os estudos desenvolvidos na instituição sobre as doenças. Na matéria, pesquisadores sugerem a necessidade da criação de um protocolo de acompanhamento clínico e laboratorial.

Neste primeiro número, é divulgado o trabalho do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS) da Fiocruz Amazônia. A matéria mostra uma das pesquisas relevantes do laboratório desenvolvido junto à comunidade do Lago do Limão, no município de Iranduba, que identificou microorganimos causadores de doenças na água e solo.  Os resultados do projeto podem vir a auxiliar uma melhor tomada de decisão pelas autoridades de saúde para minimizar os problemas encontrados na comunidade. Já o Laboratório de Diagnóstico e Controle de Doenças Infecciosas na Amazônia (DCDIA) traz nesta edição uma pesquisa que identifica resistência bacteriana nas UTIs de diferentes hospitais de Manaus e no Igarapé do Mindu.

Gestão e ações institucionais

A parte estratégica do ILMD/Fiocruz Amazônia também teve espaço nesta edição com a matéria sobre a Gestão Eficiente para o futuro com a apresentação do Diagnóstico institucional como marco zero para o planejamento de próximos passos, levado a público durante a Jornada de Pesquisa do ILMD, em 11 de abril deste ano. Um outro fato marcante retratado na revista é a Sessão Especial realizada pela Assembleia Legislativa do Estado em homenagem aos 23 anos do ILMD/Fiocruz Amazônia e Ano Oswaldo Cruz, que foi requerida pelo deputado Luiz Castro.

Os leitores também podem conferir a trajetória de 15 anos de serviços à comunidade da Biblioteca do ILMD, bem como uma reportagem sobre o processo de definição da nova identidade visual do ILMD/Fiocruz Amazônia com o propósito de alinhar estratégia de comunicação ao desenvolvimento institucional.  As ações voltadas para a saúde dos trabalhadores da instituição como a implantação do Programa Circuito Saudável também tiveram espaço editorial garantido nesta edição.

Uma homenagem especial foi registrada nesta primeira edição para o pesquisador Antônio Levino por sua trajetória pessoal e profissional. A publicação traz ainda a notícia de que a pesquisadora Luiza Garnelo é a primeira a conquistar o III Prêmio Fiocruz Mulher de Ciências e Humanidades.

Sessões

A publicação conta com sessões que trazem informações adicionais aos leitores, como o espaço Em campo que tem a proposta de mostrar a cada edição a experiência dos pesquisadores em suas atuações. Nesta edição, a pesquisadora Michele El Kadri, do Laboratório de História Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (Lahpsa), trouxe seu relato intitulado ‘A Ciência presente no lugar ou o lugar presente na ciência?’.

Outra sessão é a Saúde em Nota que traz informações rápidas e objetivas sobre fatos que vão ocorrer ou que vão acontecer na instituição; o Calendário da Saúde divulga a cada edição os principais eventos e datas nacionais relacionadas à temática; Já o Multimídia mostra dicas de documentários, filmes e aplicativos relacionados à saúde; Sua leitura é um espaço voltado para indicações de obras disponíveis na bilbioteca; e Na essência, tem a proposta de compartilhar uma breve trajetória histórica de importantes pesquisadores que impactaram na pesquisa científica voltada a melhoria das condições de vida e saúde da sociedade.

Por Cristiane Barbosa

Imagem: Mackesy Pinheiro

Fiocruz Amazônia realiza minicurso sobre ‘Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro’

Iniciou nesta segunda-feira, 4/12, o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia. O evento é  promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação). A primeira atividade foi o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”.

O Seminário continua nos dias 6 e 7/12. Clique e acesse a programação.

As atividades do Seminário são realizadas na sede da Fiocruz Amazônia que fica na rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus – AM.

O conteúdo do minicurso foi dividido em dois momentos:  pela manhã, com o pesquisador Felipe Naveca que abordou “PCR em Tempo Real: teoria e prática, preparação, reação e análise de dados. O segundo momento, “Infecção experimental em vetores”, foi ministrado pela pesquisadora Claudia Rios Velasquez, no Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA).

As inscrições para o Seminário são gratuitas e dele podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia neste evento, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas ligados ao campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

 

INSCRIÇÕES

Para se inscrever o candidato deve encaminhar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve informar a intenção de participar do Seminário, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do evento, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para as palestras foram disponibilizadas 100 vagas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Fiocruz Amazônia promoverá Conferências Ciências Sociais e Saúde: diálogos de fronteira

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) realizará no dia 13/12, as Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira.

O encontro tem por objetivo explorar as possibilidades de diálogo entre os saberes das ciências da saúde e das ciências sociais, mostrando de que forma recortes teóricos, referenciais teóricos e abordagens podem contribuir para uma bem-vinda complexificação das explicações de questões de saúde na Amazônia.

Segundo a pesquisadora responsável  pelo evento, Fabiane Vinente, a primeira edição das Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira terá como convidado o professor João Siqueira, antropólogo, doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que ministrará a palestra “Malária e Ciências Sociais: a intermitência do diálogo com outros saberes”

João Siqueira atua em linhas de pesquisa que incluem Etnicidade, Estado e conflitos territoriais na Amazônia, e Doença e representação social. Em sua conferência, irá discutir a problemática do estudo da malária na perspectiva das ciências sociais e explorar a relação entre a representação da malária e as práticas de atenção e cuidado no processo saúde-doença, observando que, se por um lado a questão da malária pressupõe ações políticas e medidas interventivas que são operadas no campo da saúde pública, de outro lado, ela possibilita e até potencializa a problematização da ordem social vigente, tendo em vista que saúde e doença tendem a legitimar, no espaço público, a emergência de determinado problema social.

O evento tem inscrições gratuitas que podem ser feitas no dia e local de sua realização.

LANÇAMENTO

No mesmo encontro João Siqueira irá lançar o livro “Uma doença, diversos olhares: Representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus”, da Editora Valer.

SERVIÇO

Evento: Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira

Quando? 13/12/2017

Onde?  Sede da Fiocruz Amazônia, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis – Manaus (AM).

Horário?  De 14h30 às 17h

Informações com Edmilson Bibiani (Eventos), pelo telefone (92)3621-2430

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagens: divulgação

Inscrições abertas para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) está recebendo inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia, que será realizado nos dias 4, 6 e 7/12, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

A primeira atividade do seminário será o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que acontece na próxima segunda-feira (4/12). O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação).

As inscrições são gratuitas e podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia,  a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

Clique e acesse a programação.

INSCRIÇÕES

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Visita de pesquisadores de Liverpool à Fiocruz Amazônia acende possibilidades de parcerias institucionais

Pesquisadores da Liverpool School of Tropical Medicine (LSTM) estão em Manaus para reunir com pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  A programação do encontro vai até quinta-feira (30/11) e consta de conferências e interlocuções sobre parasitologia, terapias e medicamentos.

Para o vice-presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rodrigo Correa de Oliveira, a visita dos pesquisadores é muito oportuna, visto que os pesquisadores da LSTM têm um sistema muito bem estruturado e têm descoberto novos medicamentos o que pode ser significativo não só para a Fiocruz Amazônia, mas para o sistema de saúde brasileiro.

“Vejo que dentro dessa colaboração entre a LSTM, a Fiocruz Amazônia e a Fiocruz Nacional nós podemos chegar a um processo de investigação junto com Farmanguinhos e com as outras unidades da Fiocruz, de verificação de novas drogas para várias doenças, por que eles têm um sistema de alta velocidade de avaliação de produtos naturais e, junto com eles, poderíamos ter uma abordagem bastante significativa de produtos naturais não só da Amazônia, mas também de outras regiões do país”, disse Rodrigo Oliveira.

Para o diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, a visita dos pesquisadores possibilita colaboração com a LSTM. “São pesquisadores de uma instituição de grande importância na pesquisa, que tem tradição e trabalhos relevantes na parte de saúde pública. Essa parceria é uma oportunidade não só de se ter projetos de colaboração, mas também abre portas para outras cooperações que atendam aos nossos estudantes e corpo técnico não só em filárias, mas também em outros temas”.

O encontro tem programação definida até o dia 30/11. Veja abaixo:

EVENT PROGRAMME FOR 29.11.2017 

09:00 – 12:00 – Tour of the FMT-HVD

Fiocruz ILMD researcher and FMT-HVD medical practitioner Dr Marcus Lacerda and FMT-HVD director of research Dr Wuelton Monteiro will greet the LSTM guests at the FMT-HVD and provide them with a tour of the hospital’s research facilities.

Student Talks

13:00 – 13:30 –Uziel Swaua Msc (Fiocruz ILMD)

Evidence for M. ozzardi resistance to Ivermectin in Sao Gabriel do Cachoeira.

13:30 – 14:00 – Túllio Romão Ribeiro da Silva Msc (Fiocruz ILMD)

Flies in the ointment: Onchocerciasis vector bites are significantly reduced by the skin application of mineral oil during human landing catches

14:00 – 14:30 – Yago Santos Bsc (Fiocruz ILMD)

Are standard Wolbachia detection tools over-estimating the prevalence of Wolbachia infections in mosquitoes?

14:30 – 14:45 – Coffee break

Our invited guest will be served Brazilian coffee, fresh rainforest fruit juice and regional snacks during this brief interval.

14:45 – 15:00 – Tour of the Fiocruz ILMD laboratory facilities

Our invited guest will be provided with a tour the Fiocruz ILMD laboratory facilities.

 15:00- 17:00 – Fiocruz & LSTM project proposal discussions: closed session

In this closed-door meeting the LSTM team and selected Fiocruz researchers will discuss collaborative research proposals and funding opportunities.

 

 EVENT PROGRAMME FOR THE 30.11.2017

 

9:00- 12:00 –Project proposal wrapping up meeting: closed session

During this session, the LSTM team and Fiocruz researchers will select specific research project proposals and specific funding calls that collaborative joint grant applications can be submitted to.  The LSTM team and Fiocruz researchers will decide on a firm agenda for the preparation of grant-application submission with clearly delineated tasks for each of the applicants.

12-00-14-00 – Special lunch

Dr Luz will take our LSTM guest to a special restaurant so our guest can sample the best of traditional Amazonia food and drink.

14-00- 17:00 –Project proposal spill-over meeting or free session.

Depending on the progress of the meeting and the desires of our LSTM guests, this session can be used to resolve out-standing issues from earlier discussions or can be used for tourist activities. The Brazilian Amazon has a lot to offer tourists and we will be glad to show our guests the parts that most interest them. They will, of course, need to remember their swimming trunks if the decide they want to swim with our pink river dolphins.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Dados sobre condições de vida e desigualdade em saúde chamam atenção de alunos na Semana de C&T

As condições de saúde e sociais na região Norte são precárias em relação principalmente ao Sul e Sudeste do País. Essa foi das constatações da palestra ‘Condições de vida e desigualdade em saúde no Brasil e na Amazônia’ ministrada pela pesquisadora e médica do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Luiza Garnelo, para alunos do ensino médio da Escola Estadual Gilberto Mestrinho.

O evento ocorreu na sexta-feira (24/11), no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping, como parte da programação da 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovida pela Fiocruz Amazônia, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Garnelo apresentou, na oportunidade, diversos gráficos e números de indicadores e taxas relacionadas a questões socioeconômicas e que têm reflexos nas condições de vida e saúde da população, em especial da região Norte do País, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A abordagem da difusão científica junto aos alunos está ligada à temática do evento ‘A matemática na saúde’, promovido pela Fiocruz Amazônia em parceria com a Semed ao longo desta semana (21 a 24/11).

Ela mostrou dados como o coeficiente de mortalidade infantil x renda per capita; média de renda; taxa de analfabetismo; taxa de mortalidade infantil segundo a renda familiar; indicadores de vulnerabilidade; indicadores de mulheres que fazem mamografia e preventivo, dentre outros dados de relevância.

“Fica ainda mais contrastante quando começamos a estudar os números da geração de riqueza. Não é que esteja faltando riqueza na região Norte, mas é a distribuição que é muito desigual, pois é uma das regiões com maior concentração de riqueza do País”, destacou a pesquisadora.

A pesquisadora revelou ainda que a população interiorana do Amazonas é uma das mais prejudicadas, pois não tem infraestrutura social, como transporte, informação e principalmente o acesso à saúde. “Os dados que temos de renda per capita e das condições de saúde dessa população são muito desfavoráveis. Assim, a má distribuição de renda e a desigualdade social impactam diretamente na saúde e qualidade de vida e é mais exacerbada no interior pela situação de extrema pobreza”, analisou ela, diante dos números levantados pelo IBGE.

Sobre o evento, a pesquisadora disse que é um momento privilegiado porque transmitiu informações para jovens ainda em fase escolar e que nunca têm acesso a esses tipos de dados. “Muitas vezes a falta de informação faz com que as pessoas se sintam responsáveis pela própria miséria, como se tivessem culpa”, pontuou.

Segundo ela, há uma desigualdade estrutural que só piora as condições de vida das pessoas porque elas não têm armas para lutar contra isso, já que não é só o esforço individual, mas é necessário mudar os dirigentes, bem como as prioridades políticas e fiscalizar a alocação de recursos. “A ideia é que a ciência que levanta e investiga esses dados e publica em periódicos especializados, consiga acessar diretamente uma população que sofre e que não tem uma clareza da origem de seus problemas”, detalhou.

OPINIÃO DE QUEM FOI

Na visão do aluno do 3º ano do ensino médio, Vinicius Guimarães, 17 anos, a experiência foi bem interessante. “A palestra chamou muita atenção pelos números e gráficos que eu nunca tinha visto”, disse ele.

Para a estudante Pollyanna Marinho, 17 anos, sair do ambiente da escola e conhecer a rotina de pesquisadores é transformador para seus estudos. “Ter vindo participar dessa atividade me permitiu ter uma visão mais ampla e entender melhor sobre assuntos novos”, declarou.

A professora responsável pela turma, Maria Suziany Santos, revelou que todos os alunos da escola gostariam muito de ter participado das atividades e que gerou uma grande curiosidade por parte de todos. “É de grande valia iniciativas desta natureza, pois sabemos que em sala de aula o tempo é curto e esse evento proporcionou o contato deles com um laboratório externo”, afirmou.

MOSTRA CIENTÍFICA

A nutricionista Sarah Cordeiro do Núcleo de Saúde do Trabalhador (NUST/ILMD) coordenou, no período de 21 a 24/11, a mostra do jogo interativo ‘Restaurante Virtual’ sobre alimentação saudável e orientações nutricionais para os visitantes da SNCT. “O objetivo foi levar à sociedade a promoção de saúde. Trabalhamos durante toda a semana com a conscientização sobre a quantidade de porções adequadas, baseado no Guia Alimentar da População Brasileira”, disse.

Um minilaboratório com microscópios foi disponibilizado para as crianças e jovens conhecerem de perto fungos e bactérias causadores de doenças e até os utilizados para produção de medicamentos e na indústria alimentícia. “A ideia foi mostrar para os alunos como funciona parte de nossas atividades e o estudo desses micro-organismos e como podemos enxergá-los no laboratório”, explicou a mestre em Ciências de Alimentos e bolsista da Fiocruz Amazônia, Lirna Silva, que foi uma das envolvidas na mostra

Ainda no dia 24/11 ocorreu a palestra sobre ‘Dermatófitos, ministrada por Laissa Barroso.

Por Cristiane Barbosa
Fotos: Cristiane Barbosa
Edição: Marlúcia Seixas

Obsma conclui Oficinas Pedagógicas em Porto Velho

Encerraram ontem, 23/11, as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). A abertura do evento foi na segunda-feira (20/11). Depois, foram 3 dias dedicados ao diálogo e orientação a professores sobre como abordar com seus alunos as temáticas de saúde e meio ambiente, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as modalidades da Olimpíada.

No último dia, foi ministrada pela professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma, a oficina de produção textual. No dia 22/11, ocorreu a oficina de audiovisual, com o programador e produtor visual Wagner Nagib. No primeiro dia, projeto de ciências, com Cristina Araripe, pesquisadora da Fiocruz e coordenadora nacional da Obsma.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma em Porto Velho foram organizadas pela Coordenação Regional Norte, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE).

Segundo a coordenadora do PSE, Maria Inês Fernandes, a expectativa é de que os professores que participaram das atividades pedagógicas da Obsma, tornem-se multiplicadores do conhecimento adquirido e possam contribuir para que mais educadores de Rondônia, inscrevam projetos na Olimpíada.

Participaram das oficinas professores dos 52 municípios de Rondônia. Alguns educadores chegaram a viajar por 11 horas de ônibus até chegar ao Rondon Palace Hotel, local onde foram ministradas as Oficinas.

A coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, ressaltou a importância do envolvimento e empenho da Seduc e do PSE, para prover condições para participação dos professores nas atividades pedagógicas, e espera que a 9ª. edição da Obsma seja contemplada com muitas  inscrições de professores de Rondônia.

No encerramento, além das palavras de agradecimento e motivação para impulsionar novos projetos, houve também sorteios de camisas e canecas.

Confira as fotos das Oficinas Pedagógicas em Porto Velho.

 

Saiba mais sobre as Oficinas Pedagógicas da Obsma

Saiba como organizar Oficinas Pedagógicas na sua cidade/região?

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas