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Centro de Estudos do ILMD promove palestra sobre divulgação científica e popularização da ciência

Com o objetivo de mostrar os principais cenários, diálogos de dificuldades e oportunidades, e como pode ser feito o trabalho de divulgação científica e popularização da ciência, a partir das mídias existentes e do papel social que as instituições de pesquisa devem exercer, a palestra desta semana do Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), terá como tema: “Divulgação científica e popularização da ciência: responsabilidade social”.

O assunto será abordado pelas pesquisadoras, Maria Olívia Simão, professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e pela jornalista, Cristiane Barbosa, doutoranda em Ciências da Informação pela Universidade Fernando Pessoa (UFP/Portugal), nesta sexta-feira, 23/6, às 9h, no Salão Canoas, na sede do ILMD/Fiocruz Amazônia, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

Para Maria Olívia, a comunicação do que se faz nos laboratórios precisa chegar até a comunidade. Ela destaca que a sociedade é quem subsidias as pesquisas com o pagamento de impostos, principalmente na área da saúde que é um dos temas que mais desperta interesse da população.

Sobre a oportunidade de falar a respeito desta temática na programação do Centro de Estudos, a pesquisadora ressalta a importância desta sensibilização como parte da formação acadêmica. “Esse espaço tem como público prioritário os alunos de pós-graduação e iniciação científica, então é importante que eles recebam na formação essa sensibilização, para que cheguem no mercado como profissionais mais aptos a lidar com essa realidade”, enfatizou Simão.

PIONEIRISMO

Visando oferecer formação profissional e acadêmica na área de divulgação e jornalismo científico em saúde na Amazônia, capacitar para os processos gerais e técnicas, e aprofundar a reflexão sobre divulgação e jornalismo científico em saúde, com ênfase no contexto Amazônico, o ILMD/Fiocruz Amazônia, já formou duas turmas do curso de especialização em Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde na Amazônia.

O curso foi realizado pela Fiocruz Amazônia e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz RJ), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM).

Participaram da especialização aproximadamente 60 profissionais com formação em comunicação social e áreas afins, atuantes na mídia local e assessores de comunicação das Instituições de Ensino e Pesquisa; bem como profissionais de outras áreas com experiência na temática da Divulgação Científica na Amazônia.

SOBRE AS PALESTRANTES

Maria Olívia Simão é doutora em Biologia de Água Doce e Pesca Interior, e mestre em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Foi Secretária Executiva Adjunta de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Amazonas, Diretora Técnico Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – FAPEAM e Diretora Presidente da FAPEAM.

Cristiane Barbosa é doutoranda em Ciências da Informação pela Universidade Fernando Pessoa (UFP/Portugal), Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). É graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela UFAM, especialista em Jornalismo Científico e Divulgação Científica em Saúde da Amazônia pelo (ILMD/Fiocruz Amazônia) e em Marketing Empresarial pela UFAM.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

 

 

Palestra apresenta tecnologia para o desenvolvimento de testes diagnósticos específicos

A palestra “Microarrays de peptídeos de alta resolução: da pesquisa básica ao desenvolvimento de vacinas, testes diagnósticos e anticorpos monoclonais terapêuticos”, apresentada na última sexta-feira 26/5, pelo representante da Empresa BioAlbra Biotecnologia, Dr. Pedro Simonini, no Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), trouxe ao público a apresentação de uma plataforma voltada para o desenvolvimento de testes diagnósticos específicos, capaz de diferenciar especificidades dos vírus da Zika, Dengue, Chikungunya e Febre Amarela.

“Em princípio é uma tecnologia que já existe, mas o produto que nós desenvolvemos tem um diferencial: Temos a informação completa do genoma e proteoma do vírus da Zika ou Dengue, Chikungunya, Febre Amarela e conseguimos analisar toda essa informação de uma vez”, explicou Simonini.

A grande flexibilidade dessa plataforma permite sintetizar microarranjos personalizados cobrindo desde pequenas sequências peptídicas até proteínas inteiras ou genomas virais completos. Os microarranjos demandam amostras pequenas de soro e podem ser usados em diversas aplicações, como mapeamento de epítopo e análise de substituição, desenvolvimento de vacinas, monitoramento imunológico, descoberta de biomarcadores, perfil de anticorpos do soro, antes e depois de infecções, administração de vacinas, ingestão de medicamentos, perfil de anticorpos autoimunes no soro de pacientes e perfil de anticorpos relacionados com processos alérgicos.

De acordo com o palestrante, o desenvolvimento da tecnologia permitiu a elaboração de projetos complexos de proteômica high-throughput. Através de exemplos concretos, a palestra teve o objetivo de demonstrar o potencial único e as inúmeras aplicações dessa tecnologia tanto em pesquisa básica como aplicada.

A plataforma tem capacidade de sintetizar desde pequenas sequências peptídicas até proteomas completos, como por exemplo: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela. “A flexibilidade de síntese de peptídeos nos permite adaptar a plataforma para qualquer organismo cujo genoma tenha sido sequenciado. Usando microarranjos de peptídeos de alta resolução podemos, por exemplo, caracterizar e diferenciar a resposta humoral entre virus semelhantes, distinguindo inclusive entre infecção e vacinação”, esclareceu Simonini.

Os Microarrays de peptídeos é um equipamento indispensável para diversas aplicações moleculares. O problema principal dessa tecnologia é a sua produção, pois cada peptídeo necessita ser sintetizado individualmente. Após sua síntese cada peptídeo precisa passar por um processo para se ligar ao suporte do microarranjos.

O processo tem limitações intrínsecas, pois além do custo elevado, não permite a produção de microarranjos de peptídeos de alta densidade. Para superar essas limitações, pesquisadores do German Cancer Reserach Center, em Heidelberg, desenvolveram a tecnologia. Usando o princípio de impressão a laser, os peptídeos são sintetizados diretamente sobre a superfície do microarranjo. Essa tecnologia garante uma flexibilidade única e quase ilimitada para sintetizar microarranjos de peptídeos de alta densidade.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE O PALESTRANTE

Pedro Simonini é graduado em Biologia, pela Universidade de Kiel, Alemanha e mestre trinacional e trilíngue em Biotechnologia, pelas Universidades de Strasbourg (França), Basel (Suiça), Freiburg (Alemanha) e Karlsruhe (Alemanha). Possui doutorado em Biologia Molecular do Câncer, pela Universidade de Heidelberg / German Cancer Research Center (DKFZ), Alemanha. Atua nas áreas de biotecnologia e biologia molecular, atuando principalmente nos seguintes temas: biotechnologia, oncologia molecular, biologia de microRNAs, epigenética.

 

 

Centro de Estudos apresentará tecnologia capaz de diferenciar resposta humoral entre vírus semelhantes

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) oferece na próxima sexta-feira 26/5, a partir de 9h, no Salão Canoas, auditório da Instituição, a palestra “Microarrays de peptídeos de alta resolução: da pesquisa básica ao desenvolvimento de vacinas, testes diagnósticos e anticorpos monoclonais terapêuticos”, que será ministrada pelo representante da Empresa BioAlbra Biotecnologia, Dr. Pedro Simonini.

Segundo o palestrante, o desenvolvimento de Microarrays de peptídeos de alta resolução possibilitou a elaboração de projetos complexos de proteômica high-throughput. Através de exemplos concretos, a palestra tem o objetivo de demonstrar o potencial único e as inúmeras aplicações dessa tecnologia tanto em pesquisa básica como aplicada.

A plataforma tem capacidade de sintetizar desde pequenas sequências peptídicas até proteomas completos, como por exemplo: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela. “A flexibilidade de síntese de peptídeos nos permite adaptar a plataforma para qualquer organismo cujo genoma tenha sido sequenciado. Usando microarranjos de peptídeos de alta resolução podemos, por exemplo, caracterizar e diferenciar a resposta humoral entre vírus semelhantes, distinguindo inclusive entre infecção e vacinação”, explicou Simonini.

Os Microarrays de peptídeos é um equipamento indispensável para diversas aplicações moleculares. O problema principal dessa tecnologia é a sua produção, pois cada peptídeo necessita ser sintetizado individualmente. Após sua síntese cada peptídeo precisa passar por um processo para se ligar ao suporte do microarranjos.

Esse processo tem limitações intrínsecas, pois além do custo elevado, não permite a produção de microarranjos de peptídeos de alta densidade. Para superar essas limitações, pesquisadores do German Cancer Reserach Center, em Heidelberg, desenvolveram a tecnologia. Usando o princípio de impressão a laser, os peptídeos são sintetizados diretamente sobre a superfície do microarranjo. Essa tecnologia garante uma flexibilidade única e quase ilimitada para sintetizar microarranjos de peptídeos de alta densidade.

A grande flexibilidade dessa plataforma permite sintetizar microarranjos personalizados cobrindo desde pequenas sequências peptídicas até proteínas inteiras ou genomas virais completos. Os microarranjos demandam amostras pequenas de soro e podem ser usados em diversas aplicações, como mapeamento de epítopo e análise de substituição, desenvolvimento de vacinas, monitoramento imunológico, descoberta de biomarcadores, perfil de anticorpos do soro, antes e depois de infecções, administração de vacinas, ingestão de medicamentos, perfil de anticorpos autoimunes no soro de pacientes e perfil de anticorpos relacionados com processos alérgicos.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE O PALESTRANTE

Pedro Simonini é graduado em Biologia, pela Universidade de Kiel, Alemanha e mestre trinacional e trilíngue em Biotechnologia, pelas Universidades de Strasbourg (França), Basel (Suiça), Freiburg (Alemanha) e Karlsruhe (Alemanha). Possui doutorado em Biologia Molecular do Câncer, pela Universidade de Heidelberg / German Cancer Research Center (DKFZ), Alemanha. Atua nas áreas de biotecnologia e biologia molecular, atuando principalmente nos seguintes temas: biotechnologia, oncologia molecular, biologia de microRNAs, epigenética.

Centro de Estudos vai abordar legalidade dos processos de P&D que fazem uso da biodiversidade brasileira

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) oferece na próxima sexta-feira 19/5, a partir de 9h, no Salão Canoas, auditório da Instituição, a palestra “Nova legislação de acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional associado e seu impacto nas pesquisas”, que será ministrada pela assessora da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e ex-integrante do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente (CGEN/MMA), Manuela da Silva.

A apresentação vai abordar a Lei da Biodiversidade e o impacto da regulamentação da legislação na pesquisa, e no desenvolvimento tecnológico. Na oportunidade, a palestrante vai falar também sobre o Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado (SisGen).

Segundo Manuela, desde 2015 existe uma nova legislação de acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional associado e repartição de benefícios, que trouxe mudanças importantes em relação à legislação anterior (MP 2.186/2001). “Há consideráveis avanços, no entanto temos uma situação complexa que é a indisponibilização até o momento, do sistema eletrônico (SisGen) para cadastro e notificação. Outro aspecto importante é o fato de termos apenas 1 ano, a partir da disponibilização do SisGen, para a regularização de todos os projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico”, explicou.

Serão debatidos temas relacionados ao uso da biodiversidade brasileira, acesso ao patrimônio genético, conhecimento tradicional associado e repartição de benefícios, além de esclarecimentos a respeito das medidas adotadas por instituições públicas e privadas para a implementação da Lei da Biodiversidade. O evento é voltado para membros da comunidade científica regional, entidades de apoio produtivo, interessados ou envolvidos diretamente com os assuntos em pauta.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE A PALESTRANTE

Manuela da Silva é assessora da Vice-Presidência de Pesquisa e Coleções Científicas, coordenando as Coleções Biológicas da Fiocruz. É professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária (INCQS/FIOCRUZ) desde 2003. Coordena a área de Coleções de Culturas da Sociedade Brasileira de Microbiologia (SBM) e é membro do diretório executivo da World Federation of Culture Collection (WFCC).

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Foto: Edimilson Bibiani, ILMD/Fiocruz Amazônia

 

Pesquisador destaca importância de estudos sobre envenenamento por animais peçonhentos

“Apesar de frequentes e muitas vezes levarem a quadros graves, os casos de envenenamento por animais peçonhentos são problemas de saúde negligenciados pelos pesquisadores e acima de tudo pela indústria farmacêutica”, destacou o Dr. Welton Monteiro, professor do curso de mestrado em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), e pesquisador da Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) durante edição do Centro de Estudos do ILMD, realizado nesta sexta-feira 5/5.

A apresentação teve o objetivo de expor resultados de estudos clínicos sobre envenenamentos por animais, que são muito prevalentes na Amazônia Brasileira, dentre os quais podem ser citados: o ofidismo (acidentes por serpentes), escorpionismo, araneísmo, acidentes por arraias e por alguns insetos, como as taturanas ou lagartas de fogo e os potós.

A Bothrops Atrox (Jararaca) é responsável por 90% dos acidentes por serpentes na Amazônia. (Foto: Paulo Bernarde / UFAC)

A Bothrops Atrox (Jararaca) é responsável por 90% dos acidentes por serpentes na Amazônia. (Foto: Paulo Bernarde / UFAC)

Entre as dificuldades enfrentadas no tratamento, o pesquisador destacou o atraso no atendimento como grande fator de risco para a evolução com sequelas e para a mortalidade. “O soro, para alguns destes problemas, é o único tratamento específico e eficaz, mas o atraso na sua administração é o que na maioria das vezes se relaciona com casos graves e fatais”, explicou.

Na ocasião, Monteiro ressaltou também a importância da qualificação profissional, visando a melhoria do atendimento.  “Os profissionais de saúde, muitas vezes por um problema de formação, não sabem muito bem como lidar com o tratamento destes problemas. Além disso, no interior os serviços de saúde não dispõem de condições adequadas para atender estes pacientes, que em alguns casos demandam UTI e tratamento cirúrgicos especializados”, explicou.

(Foto: Paulo Bernarde / UFAC)

(Foto: Paulo Bernarde / UFAC)

A FMT-HVD, em parceria com instituições nacionais, incluindo o Instituto Butantan e o ILMD/Fiocruz Amazônia, vem tentando preencher as lacunas de conhecimentos que ainda são muitas nessa área, bem como vem investindo na formação de pessoal qualificado para atuar na pesquisa e assistência dos pacientes.

SOBRE O PALESTRANTE

Wuelton Monteiro é graduado em Farmácia-Bioquímica e mestre em Análises Clínicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), doutor em Doenças Tropicais e Infecciosas pela Universidade do Estado do Amazonas (UFAM). Em 2016, foi credenciado como docente do curso de mestrado em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro, do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Atualmente é pesquisador da Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), onde atua na Gerência de Malária, desde 2011. É também professor adjunto da disciplina de Epidemiologia dos cursos de Graduação em Medicina da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Wuelton é coordenador, membro do corpo docente permanente e professor das disciplinas de Epidemiologia, Bioestatística, Acidentes por Animais Peçonhentos e Diagnóstico Laboratorial das Parasitoses Humanas, dos cursos de mestrado e doutorado em Medicina Tropical, da UEA/FMT-HVD. A

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

Palestra vai abordar pesquisa clínica em envenenamentos por animais no Amazonas

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) oferece nesta sexta-feira 5/5, às 9h, a palestra “Pesquisa clínica em envenenamentos por animais no Estado do Amazonas”, a ser ministrada pelo Dr. Welton Monteiro, professor do curso de mestrado em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-Interação), do ILMD/Fiocruz Amazônia, e pesquisador da Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD).

O objetivo é apresentar os recentes estudos, aspectos clínicos, epidemiológicos e terapêuticos dos envenenamentos por serpentes e outros animais peçonhentos. Na ocasião, o pesquisador vai falar sobre planejamento de estudos observacionais aplicados ao estudo da carga e de fatores associados aos envenenamentos, planejamento de estudos de prognóstico e estudos de intervenção aplicados à prevenção e terapêutica dos envenenamentos, e manejo dos envenenamentos baseado em evidências.

SOBRE O PALESTRANTE

Wuelton Monteiro é graduado em Farmácia-Bioquímica e mestre em Análises Clínicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), doutor em Doenças Tropicais e Infecciosas pela Universidade do Estado do Amazonas (UFAM). Em 2016, foi credenciado como docente do curso de mestrado em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro, do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Atualmente é pesquisador da Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), onde atua na Gerência de Malária, desde 2011. É também professor adjunto da disciplina de Epidemiologia dos cursos de Graduação em Medicina da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Wuelton é coordenador, membro do corpo docente permanente e professor das disciplinas de Epidemiologia, Bioestatística, Acidentes por Animais Peçonhentos e Diagnóstico Laboratorial das Parasitoses Humanas, dos cursos de mestrado e doutorado em Medicina Tropical, da UEA/FMT-HVD. A

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

A palestra ocorrerá no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia, situado à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

Foto: Divulgação

 

Palestra vai abordar aplicações de raio-x na biotecnologia

A biotecnologia cuida normalmente da parte orgânica das substâncias, e nisso os métodos de Raios-X podem auxiliar com a determinação das estruturas tridimensionais destas moléculas. Para expor a utilização desses métodos, o Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) apresenta no dia 7/4, às 9h, a palestra “Métodos de raio-x e suas aplicações na Biotecnologia”, a ser ministrada pela Dra. Cláudia Cândida, pesquisadora do Grupo Crowfoot, e professora do curso de engenharia química da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Segundo Cândida, os elementos inorgânicos podem influenciar na ação antioxidante, na coordenação de moléculas complexas utilizadas como fármacos, bem como serem extraídos e influenciar na toxicidade do produto final.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE A PALESTRANTE

Cláudia Cândida é graduada em Química e doutora em Físico-Química pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC), da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, é professora do curso de Engenharia Química da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), onde é líder do Grupo Crowfoot de Métodos de Raios-X de pesquisa.

Trabalha principalmente com os seguintes temas: cristalografia, química quântica (método semi-empírico), quimiometria, deternimação de estruturas de pequenas moléculas por difração de raios-X por monocristais, difração de raios-X por amostras policristalinas e fluorescência de raios-X.

A palestra ocorrerá no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia, situado à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes.

Imagem: Divulgação

Centro de Estudos vai abordar coleções biológicas como fonte de conhecimento

Você sabe o que são coleções biológicas? As coleções biológicas são responsáveis por documentar a biodiversidade, são registros da variação morfológica e genética, da distribuição geográfica, preservando informações de grande utilidade para o desenvolvimento de pesquisas no mundo inteiro.

Para falar sobre coleções biológicas como fontes de conhecimento, o Centro de Estudos do Instituto Maria e Leônidas Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) apresenta no dia (31/03), às 9h, a palestra “Coleções Biológicas: fonte dinâmica e permanente de conhecimento”, a ser ministrada pela Dra. Ormezinda Fernandes, pesquisadora e curadora da coleção biológica do ILMD.

(Foto: Erico Xavier)

(Foto: Erico Xavier)

SOBRE A PALESTRA

A apresentação vai abordar os tipos de coleções biológicas, e apresentar o histórico e atividades desenvolvidas na coleção biológica do Instituto, dividida em duas coleções: Coleção de Bactérias da Amazônia (CBAM) e Coleção de Fungos da Amazônia (CFAM).

Para Ormezinda Fernandes, a preservação das amostras pode colaborar com o desenvolvimento de outras pesquisas. “Através desse material armazenado, catalogado e preservado da maneira adequada, o pesquisador tem uma possibilidade maior de acessar a coleção para verificar se existe a amostra de interesse dele, sem precisar ir a campo”

(Foto: Erico Xavier)

(Foto: Erico Xavier)

FUNGOS E BACTÉRIAS

A coleção biológica conta com amostras de fungos filamentosos, leveduras e bactérias, identificados e conservados. Os gêneros de fungo de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma, e foram isolados dos mais diversos substratos da região Amazônica. As bacterianas são provenientes de amostras clínicas (orofaringe e fezes humanas), meio ambiente (água dos rios, igarapés e vegetais e da microbiota bucal de animais).

As principais bactérias são: Salmonella spp, Eschericha coli, Shigella spp e Neiseria meningitidis. O acervo é de relevante importância uma vez que é composto por linhagens microbianas isoladas de diferentes substratos da Amazônia brasileira, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

SOBRE A PALESTRANTE

Ormezinda Fernandes é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), mestre em Biotecnologia pela Universidade de São Paulo (USP) e doutora em Programa Multi-institucional de Pós-graduação em Biotecnologia pela Ufam. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Biologia e Fisiologia dos Microorganismos.

A palestra ocorrerá no Salão Canoas, auditório do ILMD/Fiocruz Amazônia, situado na rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Flebótomos apresentam facilidade de adaptação em áreas de peridomicílios

Associados geralmente a áreas de florestas, alguns insetos apresentam facilidade de adaptação e provável reprodução em áreas de peridomicílio. O alerta foi feito no último encontro do Centro de Estudos do Instituto Maria e Leônidas Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), durante a palestra “Os flebotomíneos estão se tornando sinantrópicos na Amazônia Central”, ministrada pelo pesquisador e professor do ILMD, Dr. Felipe Arley Pessoa.

Segundo Pessoa, “durante muitos anos os flebótomos, vetores de leishmaniose, foram associados a áreas de floresta ou áreas tipicamente rurais”. Acreditava-se que ao adentrarem as florestas, em contato com os insetos infectados, as pessoas eram contaminadas e posteriormente desenvolveriam sintomas da doença.

Nos últimos anos, pesquisas realizadas no Nordeste e no Suldeste do Brasil, indicam que duas espécies apresentaram bom desenvolvimento no convívio humano. “Esses insetos possuem um índice de abundância muito grande no peridomicílio, mas quando você vai investigar a quantidade de espécies de flebótomos associados com sua abundância, o valor fica muito baixo. Em uma região que encontraríamos entre 25 e 30 espécies de flebotomíneos, apenas duas ou três estavam associadas ao ambiente urbano”, explicou Pessoa.

Apesar de estar sendo pouco acompanhado na Região Amazônica, o pesquisador ressalta que alguns estudos realizados na Comunidade do Rio Pardo, distante aproximadamente 200 quilômetros de Manaus, mostram que o comportamento dos insetos pode estar avançando próximo ao convívio humano. “Aqui na região Amazônica, estamos conseguindo acompanhar em um projeto com flebotomíneos, e observamos que o índice de diversidade e abundância desses insetos em áreas de peridomicílio são muito próximo do que estamos encontrando em floresta”.

FLEBÓTOMOS

Os flebótomos são pequenos insetos, que chegam a medir de 1 a 3 mm de comprimento, e podem ser encontrados ao redor das residências em locais sombreados e com matéria orgânica, como galinheiros, chiqueiros, canis e em lixeiras. As fêmeas precisam ingerir sangue para o desenvolvimento dos ovos e, dessa forma, picam tanto o cão quanto o homem, principalmente durante a estação chuvosa quando invadem as residências.

Ao picar o cão ou o homem, o flebótomo pode transmitir o protozoário chamado Leishmania chagasi, responsável, no Brasil, pela Leishmaniose visceral e tegumentar. Uma vez infectado o cão torna-se reservatório da doença, e pode ser fonte de infecção para outros animais ou mesmo para seres humanos que vivem ao seu redor.

(Foto: Eduardo Gomes)

(Foto: Eduardo Gomes)

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

 

 

 

Centro de Estudos do ILMD promove palestra sobre flebotomíneos

Os insetos estão presentes em todos os ambientes, e algumas espécies não encontram barreiras nos espaços urbanos, pelo contrário, reproduzem-se facilmente nas cidades.  A palestra desta semana do Centro de Estudos do Instituto Maria e Leônidas Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), traz em seu título o questionamento “Os flebotomíneos estão se tornando sinantrópicos na Amazônia Central”?

O tema será abordado pelo pesquisador e professor Felipe Arley Pessoa, na sexta-feira, 24/3, às 9h, no Salão Canoas, na sede do ILMD/Fiocruz Amazônia, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

Segundo Felipe Pessoa, devido ao longo processo de desmatamento e ocupação, particularmente no Nordeste e Sudeste do País, pesquisadores observaram um processo de urbanização ou sinantropização  dos flebotomíneos e, consequentemente, a transmissão de leishmanioses em áreas urbanizadas, particularmente em áreas socioeconômicas de baixa renda.

Ele alerta que na Região Amazônica, esse processo de sinantropização dos flebótomos, ainda vem sendo pouco acompanhado, no entanto, há alguns resultados que mostram que esse fenômeno pode estar avançando em áreas ocupadas por assentamentos rurais, próximas de Manaus.

Os flebótomos são insetos pequenos que habitam em praticamente todos os ecótopos brasileiros, algumas espécies são transmissoras de leishmanioses, doenças que antes eram associadas apenas a áreas florestadas e rurais.

SOBRE O PALESTRANTE

Felipe Arley Pessoa é biólogo, graduado pela Universidade Federal do Ceará, mestre e doutor em Ciências Biológicas (Entomologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), e pesquisador titular em Saúde Pública do ILMD/Fiocruz Amazônia. Atua em Parasitologia, com ênfase em entomologia médica (ecologia, epidemiologia, sistemática e filogenia).

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos ocorrem às sextas-feiras e deles podem participar estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde. A entrada é franca.

 

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia  Seixas

Foto: Arquivo ILMD/Fiocruz Amazônia