A vigilância das arboviroses deve estar atenta ao vírus Oropouche, alerta pesquisador da Fiocruz Amazônia

Os recentes relatos sobre a possibilidade de emergência do vírus Oropouche, um outro arbovírus no país, causaram preocupação na população. No entanto, não há motivo para pânico, informa o vice-diretor de Pesquisa e Inovação do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Felipe Gomes Naveca.

Ele explica que são necessários alguns fatores para desencadear um novo surto por um arbovírus como: densidade vetorial, circulação do vírus, população vulnerável e até mesmo condições climáticas. “Até o momento, o vetor implicado na transmissão do Oropouche é o maruim, portanto não se espera um cenário igual ao dos vírus transmitidos por Aedes aegypti”. O maruim recebe o nome científico de Culicoides paraensis.

 

O pesquisador adverte que é preciso ampliar a vigilância para monitorar a possibilidade de emergência de casos, e é isto que o ILMD/Fiocruz Amazônia tem feito por meio de projetos em parceria com a Fundação de Vigilância em Saúde  (FVS-AM), Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (LACEN-AM), Hospital Adventista de Manaus (HAM), Fundação de Medicina Tropical – Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Universidade Federal de Roraima (UFRR), LACEN-RR e o Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará.

“A Fiocruz Amazônia tem atuado em parceria com outras instituições e auxiliado com o desenvolvimento de ferramentas para o diagnóstico dessas arboviroses. Atua também executando e coordenando projetos de vigilância epidemiológica, para a detecção de possíveis casos humanos e a circulação em potenciais vetores”, explica Naveca.

SINTOMAS

A infecção pelo arbovírus Oropouche causa sintomas muito parecidos com a Dengue, como febre, mal estar, dores no corpo e, nos casos mais graves e raros pode apresentar encefalite.

A semelhança com os sintomas da Dengue dificulta o diagnóstico clínico da febre Oropouche. Atualmente, a confirmação laboratorial por técnicas de biologia molecular está disponível apenas em instituições que fazem pesquisa no Brasil. Na Região Norte, por exemplo, pode ser realizado na Fiocruz Amazônia, na FMT-HVD e no IEC.

NOVO MÉTODO DE DIAGNÓSTICO

Um novo protocolo de diagnóstico molecular da infecção pelos arbovírus Mayaro e Oropouche, desenvolvido por Naveca e pela pesquisadora Valdinete Nascimento, ambos do ILMD/Fiocruz Amazônia, foi publicado na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz  e teve seu depósito de pedido de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Trata-se do “Conjunto de oligonucleotídeos e método para o diagnóstico molecular da infecção pelos vírus Mayaro e Oropouche”, uma invenção que torna possível realizar o diagnóstico molecular da infecção por esses arbovírus, de maneira simultânea, com alta sensibilidade e especificidade, utilizando a técnica de PCR em Tempo Real.

A proposta é que o invento se torne uma nova ferramenta na identificação de casos de febre Mayaro e Oropouche, utilizando uma estrutura já existente nos laboratórios centrais dos estados brasileiros.

Segundo Naveca, o método já está em uso e o protocolo tem sido utilizado para o estudo de casos humanos suspeitos, mas não confirmados, de Dengue, Zika e Chikungunya, tanto em projetos coordenados por pesquisadores do ILMD/Fiocruz Amazônia, quanto em projetos coordenados por pesquisadores de outras instituições parceiras.

O projeto teve como escopo desenvolver e validar estratégias para a detecção de dois arbovírus emergentes e de importância médica, em especial na região Amazônica e foi financiado pelo edital 012/2009 do Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores Programa Primeiros Projetos (PPP-CNPq/FAPEAM).

LACENS

O pesquisador adianta que todos os LACENs do País estão dotados de infraestrutura para fazer o diagnóstico molecular dos casos de Dengue, Zika e Chikungunya. “A mesma infraestrutura pode ser usada para o ensaio que desenvolvemos no ILMD e validamos no IEC”, explica Naveca.

No início de agosto, a equipe do LACEN de Roraima será capacitada para realizar o ensaio. Esta é uma das atividades do projeto “Avaliação de fatores epidemiológicos, vetoriais e humanos, ligados à transmissão do vírus Zika e outros arbovírus emergentes ou reemergentes em dois estados da Amazônia Ocidental Brasileira” – Chamada MCTIC/FNDCT -CNPq / MEC-CAPES/ MS-Decit No 14/2016 – Prevenção e Combate ao vírus Zika.

O QUE SÃO ARBOVÍRUS?

Arbovírus são vírus transmitidos por artrópodes como, por exemplo, o vírus da dengue, transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti. Existem centenas de arbovírus conhecidos, destes, mais de 30 foram identificados infectando seres humanos.

“Esses números, assim como o exemplo do vírus Zika e do Chikungunya, nos mostram que existe o risco de outros vírus se tornarem um importante problema de saúde pública. Por este motivo o sistema de vigilância em saúde deve ser dotado de diversas tecnologias, as quais permitam identificar os casos de infecções por vírus emergentes de maneira rápida e confiável”, disse.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes

Mulheres transexuais e travestis são foco de nova pesquisa

Cerca de 120 mulheres transexuais e travestis farão parte do projeto PrEParadas, que pretende avaliar a aceitabilidade (desejo de usar) e a adesão à Profilaxia Pré-exposição ao HIV (PrEP), uma estratégia de prevenção que envolve a utilização diária de um medicamento antirretroviral (ARV), por pessoas não infectadas, para reduzir o risco de aquisição do HIV através de relações sexuais. A pesquisa, com duração de um ano, terá início no mês de julho e será conduzida pela equipe do Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz).

Restrita à região metropolitana do Rio de Janeiro, a pesquisa pretende descobrir a melhor forma de ajudar essas populações. O estudo terá esse foco “analisando como os hormônios interagem com o medicamento da PrEP, já que as especificidades dessas mulheres são diferentes das de outros grupos, como no caso homens que fazem sexo com homens”, informou a chefe do LapClin-Aids, Beatriz Grinsztejn.

A pesquisadora Emília Jalil detalhou que o estudo vai avaliar melhor a interação entre PrEP oral e a terapia feminizante utilizada pelas mulheres travestis e transexuais, bem como os efeitos na saúde óssea delas. A medicação adotada será o truvada (combinação de dois medicamentos em um comprimido: o tenofovir disoproxil e a emtricitabina), uma vez ao dia, além de valerato de estradiol (2mg) associado à espironolactona (100mg). “Para entender melhor os resultados, nós dividiremos as participantes em dois grupos. Parte delas receberá apenas a PrEP e outra a PrEP com o hormônio. Desta forma, poderemos compreender melhor as possíveis reações ao truvada”, explicou Emília.

Profissionais da Fiocruz apresentaram o projeto PrEParadas para um grupo de mulheres transexuais e travestis em Manguinhos (Foto: Antonio Fuchs – INI/Fiocruz)

Desenhado exclusivamente para as mulheres travestis e transexuais, o PrEParadas vai além do campo da prevenção, uma vez que as participantes devem ser soronegativas, mas ter o risco de contrair o HIV. “Há muito preconceito com essas mulheres, suas práticas sexuais e o risco aumentado proveniente do sexo anal. Temos que trabalhar para desmistificar esse grupo de risco, principalmente com as profissionais do sexo. O PrEParadas é um excelente projeto que pode colaborar para isso. A Fiocruz é um centro de assistência ao HIV desde a década de 80 e nos últimos anos temos nos dedicado à prevenção para a população trans e travestis. Essa pesquisa é mais uma forma que encontramos para seguir atuando nessa área”, lembrou Beatriz Grinsztejn.

A equipe do PrEParadas contará com educadoras comunitárias, psicólogos e aconselhadores, médicos, farmacêuticos, técnicos de laboratório, além de pessoal administrativo. Tudo para deixar as participantes mais seguras e sem nenhuma dúvida durante a realização do estudo.

SOBRE A PrEP

A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é uma estratégia de prevenção que consiste no uso diário de um medicamento que funciona como uma “barreira química” contra o vírus HIV. A PrEP faz parte da estratégia combinada, ou seja, quem adota a PrEP não deve abrir mão do uso de preservativos. Ela é uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) mas é adotada apenas para o tratamento e não prevenção à doença em diversos países. O Brasil foi pioneiro na América Latina ao adotar a PrEP como política de saúde em 29 de maio deste ano.

APRESENTAÇÃO NO INI

No último dia 18 de julho, as profissionais do LapClin-Aids apresentaram o projeto PrEParadas para um grupo de mulheres transexuais e travestis. A atividade foi coordenada pelas educadoras comunitárias Laylla Monteiro, Kakau Ferreira e Biancka Fernandes. Entre as participantes estavam a defensora dos direitos igualitários, Laura Mendes, e a supervisora de Projetos Sociais na área da Empregabilidade, da Prefeitura do Rio de Janeiro, Rafaella Antunes. Após a exposição sobre a PrEP, a cargo da pesquisadora Brenda Hoagland, e a apresentação do PrEParadas, com Emília Jalil, foi reforçada a importância de conscientizar as mulheres transexuais e travestis quanto à busca de uma vida segura e protegida com a adoção da Profilaxia Pré-Exposição.

Para saber mais sobre o projeto PrEParadas, basta entrar em contato com o Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids (LapClin-Aids) do INI, através dos telefones (21) 9090 2260-6700 / 3865-9659 (ligação gratuita).

 INI/Fiocruz, por Antonio Fuchs

 

Estudo atesta eficácia de vacina diluída contra a febre amarela

Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), em parceria com o Instituto de Biologia do Exército, apontou que a utilização da vacina de febre amarela em doses reduzidas não altera a eficácia da vacina contra a febre amarela em adultos, mesmo quando a quantidade de antígenos é quase 50 vezes inferior à presente nas doses utilizadas atualmente. O trabalho será um dos temas de discussão da 19ª Jornada Nacional de Imunizações SBIm, que acontece em São Paulo, entre os dias 9 e 12 de agosto.

Para chegar à conclusão, 900 homens com idade média de 19 anos foram divididos em seis grupos e receberam vacinas com diferentes quantidades do antígeno: a padrão e as reduzidas em cerca de três; nove; 50; 150 e 900 vezes. “Com exceção das duas doses mais baixas, a resposta imunológica foi similar. Além disso, nos quatro primeiros grupos, não houve aumento de eventos adversos nem diferença significativa na persistência dos anticorpos nos 10 meses seguintes à vacinação”, informa o consultor científico da Fiocruz e um dos autores da investigação, Reinaldo M. Martins. Neste momento, os voluntários estão sendo reconvocados e submetidos a exames sorológicos para avaliar se a imunidade se mantém em longo prazo.

Martins afirma que o estudo respalda a validade da estratégia de reduzir as doses para controlar o surto em caso de expansão para áreas densamente povoadas. Ele, no entanto, ressalta que ainda é necessário replicar o teste com crianças para verificar se a resposta também será positiva. “Iniciaremos esse trabalho provavelmente em 2018. Caso os achados se repitam, podemos cogitar usar doses reduzidas até mesmo na vacinação de rotina”, avalia. “Por enquanto, essa é uma opção para situações emergenciais de escassez de vacina, quando há aumento súbito de demanda e a necessidade de vacinar rapidamente grandes contingentes da população”, completa.

MOBILIZAÇÃO

A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, alerta para a importância de se vacinar antes do verão. “O vírus da febre amarela, assim como o da dengue, é mais incidente na estação, então é possível que ocorram novos casos. Por que esperar o problema acontecer se podemos nos proteger desde já, com bastante tranquilidade?”, indaga.

O Brasil viveu de dezembro de 2016 a maio de 2017 o maior surto de febre amarela silvestre das últimas décadas. Houve 3.240 casos notificados, dos quais 792 foram confirmados, 1929 descartados e 519 ainda são investigados. Minas Gerais e Espírito Santo foram as unidades da federação mais afetadas. Para conter o avanço da doença, entre outras medidas, o Ministério da Saúde incluiu todo o estado do Rio de Janeiro na área com recomendação de vacinação permanente (ACRV) e indicou temporariamente a vacinação em alguns municípios da Bahia, Espírito Santo e São Paulo.

“As mudanças no mapa de recomendação mostram o quão dinâmico é o comportamento de um vírus como o da febre amarela. É extremamente importante manter a vacinação em dia e adotar estratégias para afastar os mosquitos, como a aplicação de repelentes, instalação de telas nas janelas e, principalmente, não deixar água parada”, orienta a médica.

19ª JORNADA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES

Com o tema Imunização e sustentabilidade, caminho para a prevenção, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) realiza, em São Paulo, de 9 a 12 de agosto, a 19ª Jornada Nacional de Imunizações. O maior encontro do gênero no país reunirá as principais referências da área para discutir assuntos que vão da epidemia de febre amarela ao desenvolvimento de novas vacinas.

Uma das novidades desta edição é a proposta de criar um “rastro verde”. Serão plantadas quase 300 árvores em uma área de aproximadamente 1.800m² para compensar as emissões de carbono do evento. Além disso, os participantes receberão bolsas confeccionadas a partir de material reciclado, e o caderno impresso de programação será substituído por um aplicativo.

SERVIÇO

19ª Jornada Nacional de Imunizações

Quando: 9 a 12 de agosto

Onde: Hotel Maksoud Plaza – Rua São Carlos do Pinhal, 424, Bela Vista, São Paulo (SP)

Site: http://jornadasbim.com.br/2017/

 

Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)

Fonte: AFN

Ministério da Saúde lança estratégia para reduzir mortalidade neonatal

O Ministério da Saúde acaba de lançar a QualiNEO, uma estratégia que visa diminuir a mortalidade neonatal e qualificar o atendimento ao recém-nascido nas maternidades das regiões Norte e Nordeste. Inicialmente, a estratégia contemplará nove estados que concentram as maiores taxas de mortalidade neonatal no país: Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Roraima e Sergipe. O Ceará também fará parte do grupo, mas foi escolhido por ser um centro de referência da Rede Cegonha, estratégia do Ministério da Saúde que proporciona às mulheres saúde, qualidade de vida e bem estar durante a gestação, parto, pós-parto e o desenvolvimento da criança até os dois primeiros anos de vida.

O QualiNEO visa qualificar as práticas de atenção ao recém-nascido de risco, que integra as diversas ações do Ministério da Saúde voltadas à saúde da criança. A iniciativa será desenvolvida durante dois anos (junho de 2017 a julho de 2019) nas maternidades selecionadas. Ao final desse período, a pasta entregará um selo de qualidade às instituições que, além de integrar a estratégia, também conquistaram melhoras nos indicadores de assistência. Entre estas melhorias, destacam-se a redução da mortalidade neonatal (primeiros 28 dias de vida), casos de asfixia no nascimento e de infecções da corrente sanguínea associada a cateter, além do aumento na taxa de aleitamento materno. As maternidades também estarão aptas a compartilhar esta estratégia com outras unidades de saúde em seu estado.

A proposta é reunir as principais ações desenvolvidas pela pasta voltadas à saúde da criança, como Hospital Amigo da Criança, Método Canguru (atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso), Bancos de Leite Humano, qualificação e habilitação de leitos neonatais, Reanimação e Transporte Neonatal. Por meio de apoio técnico e capacitação de profissionais, será garantindo ao recém-nascido o melhor início de vida. A nova estratégia pretende dar continuidade à qualificação perinatal iniciada com a Rede Cegonha.

ACOMPANHAMENTO

Em cada estado foram selecionadas três maternidades para receber a estratégia neste primeiro momento. A seleção das instituições levou em conta critérios como ser referência no Método Canguru, ser hospital de ensino ou ser a unidade que concentra o maior número de óbitos neonatais no estado. Depois de elaborada, a estratégia foi pactuada com os estados envolvidos. Até agosto, equipes do Ministério da Saúde irão aos estados para assinatura dos termos de compromissos, realização de oficinas de qualificação da atenção neonatal e elaboração dos planos de ação. As oficinas devem acontecer semestralmente.

O acompanhamento e monitoramento cotidiano das práticas de atenção neonatal e indicadores de assistência será realizado, tanto presencialmente quanto via plataforma eletrônica. Serão realizadas videoconferências bimestrais com os estados e utilização da plataforma da estratégia com fóruns de discussão, chats, estudos de caso, compartilhamento de experiências e materiais de apoio.

A Estratégia QualiNEO baseia-se nos princípios e diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH, 2003) e da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNASIC, 2015). Esta estratégia possui os seguintes pilares estruturais: Foco nos processos de trabalho em saúde e nas práticas baseadas em direitos e evidências científicas; Articulação de saberes, fazeres e interesses de gestores, profissionais e usuários, como sujeitos diretamente envolvidos no cuidado ao processo de parturição e nascimento; Práticas educativas que funcionem como dispositivos para análise coletiva, compartilhamento, fomento e ampliação de experiências.

Confira as maternidades selecionadas para participar da Estratégia QualiNEO:

UF MUNICÍPIO CNES ESTABELECIMENTO
AM MANAUS 6627595 INSTITUTO DA MULHER DONA LINDU
AM MANAUS 2019558 MATERNIDADE BALBINA MESTRINHO
AM MANAUS 3151794 MATERNIDADE DE REFERENCIA ANA BRAGA
AP MACAPÁ 2020890 HOSPITAL SAO CAMILO E SAO LUIS
AP SANTANA 2021064 SES AP HOSPITAL ESTADUAL DE SANTANA
AP MACAPÁ 2020068 SES AP HOSPITAL DA MULHER
BA SALVADOR 3859 HOSPITAL GERAL ROBERTO SANTOS
BA SALVADOR 4731 MATERNIDADE CLIMERIO DE OLIVEIRA (UFBA)
BA SALVADOR 3956369 MATERNIDADE PROFESSOR JOSE MARIA DE MAGALHAES NETO
CE FORTALEZA 2499363 HGCC HOSPITAL GERAL DR CESAR CALS
CE FORTALEZA 2497654 HGF HOSPITAL GERAL DE FORTALEZA
CE FORTALEZA 2481286 MATERNIDADE ESCOLA ASSIS CHATEAUBRIAND
CE SOBRAL 3021114 SANTA CASA DE MISERICORDIA DE SOBRAL
MA CAXIAS 2453665 MATERNIDADE CARMOSINA COUTINHO
MA IMPERATRIZ 2452383 HRMI HOSPITAL REGIONAL MATERNO INFANTIL DE IMPERATRIZ
MA SAO LUIS 2726653 HOSPITAL UNIVERSITARIO HUUFMA
MA SAO LUIS 2309254 MATERNIDADE DA COHABMATERNIDADE MARLY SARNEY
MT CUIABÁ 2659107 HOSPITAL GERAL UNIVERSITARIO
MT CUIABÁ 2311682 HOSPITAL SANTA HELENA
MT CUIABÁ 2655411 HOSPITAL UNIVERSITARIO JULIO MULLER
PA BELEM 2333031 HOSPITAL DE CLINICAS GASPAR VIANA
PA BELEM 2752700 SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARA
PA ANANINDEUA 2615835 HOSPITAL ANITA GEROSA
PI TERESINA 2323397 MATERNIDADE DONA EVANGELINA ROSA
PI TERESINA 2727064 MATERNIDADE MUNICIPAL PROF WALL FERRAZ
PI PARNAIBA 8015899 HOSPITAL ESTADUAL DIRCEU ARCOVERDE
RR BOA VISTA 2566168 HOSPITAL MATERNO INFANTIL N SRA DE NAZARETH
SE ARACAJU 2232 HOSPITAL SANTA IZABEL
SE ARACAJU 5714397 MATERNIDADE NOSSA SENHORA DE LOURDE

Agência Saúde, por Nicole Beraldo.

PPGVIDA e PPGBIO-INTERAÇÃO divulgam resultado de seleção para aluno especial

Os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), e em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-INTERAÇÃO), do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) divulgaram nesta quinta-feira, 20/7, o resultado da seleção de candidatos para vagas de aluno especial.

Os selecionados devem confirmar sua participação nas disciplinas as quais foi selecionado, através de mensagem eletrônica para selecaoalunoespecial.ilmd@fiocruz.br nos dias 25 e 26 de julho de 2017. Os candidatos que não confirmarem sua participação, dentro do período definido serão considerados desistentes, e estarão automaticamente excluídos da(s) disciplina(s).

Acesse a lista dos selecionados para o PPGVIDA e PPGBIO-INTERAÇÃO

LMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Foto: Eduardo Gomes ILMD/Fiocruz Amazônia

Oficina discute programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Representantes da saúde, educação e cultura reúnem-se nesta quinta-feira (20), para elaborar a programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida. O encontro organizado pelo Comitê Gestor do congresso ocorre até as 17h, na Escola de Enfermagem de Manaus (EEM), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), situada no bairro Adrianópolis, Zona Sul de Manaus.

Na oportunidade, os participantes discutem os cinco eixos nos quais se apoiam as atividades da 13ª edição do Congresso, que acontecerá de 30 de maio a 2 de junho de 2018, na UFAM, cujo tema central será “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas.

De acordo com o coordenador nacional da Rede Unida, Júlio Schweickardt, o objetivo da oficina é que as instituições locais de gestão, serviço e educação, os movimentos sociais e associações possam construir, junto com a Rede Unida, uma programação que contemple todas essas áreas dentro do Congresso. “As atividades do nosso congresso estão apoiadas na educação, gestão, trabalho, participação social e cultura, mas as atividades de preparação começam agora, com o compartilhamento de temas trazidos pelos representantes das instituições e grupos locais”, enfatizou.

Para ele, o desafio deste ano será mobilizar vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã.

Realizado pela primeira vez na região Norte, segundo Júlio Schweickardt, a organização do 13º Congresso Internacional da Rede Unida é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

As inscrições para submissões dos trabalhos poderão ser realizadas no site da Rede Unida pelo endereço eletrônico www.redeunida.org.br a partir do dia 09 de agosto de 2017.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira Rede Unida (ou para os íntimos Rede Unida) reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social

A Associação Brasileira Rede Unida (ou para os íntimos Rede Unida) reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social. A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Saiba mais AQUI

Rede Unida, por Mirinéia Nascimento

Edição, Ascom ILMD/Fiocruz Amazônia

Fungos patogênicos no ambiente amazônico serão tema do Centro de Estudos de sexta, 21/7

Estudar a diversidade de microrganismos da Amazônia com importância para a saúde, tanto como causadores de doenças quanto como produtores de compostos bioativos e determinar o perfil epidemiológico de doenças causadas por microrganismos da Amazônia, assim como fazer a genotipagem e fenotipagem desses microrganismos são objetivos do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS) do Instituto Leônidas e & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Para falar sobre os avanços alcançados pelo grupo da Micologia do Laboratório (DMAIS/ILMD) em estudos para determinar a presença de fungos patógenos no ambiente Amazônico e sua caracterização, a pesquisadora Ani Beatriz Jackisch Matsuura vai ministrar nesta sexta-feira, 21/7, a palestra Fungos Patogênicos no Ambiente Amazônico.

A apresentação faz parte da programação do Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia e acontecerá no Salão Canoas, às 9h, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis.

A pesquisadora explica que os fungos estão presentes em diversos tipos de substratos naturais devido a sua grande capacidade de adaptação. A maioria dos fungos são sapróbios, ou seja, decompõem matéria orgânica para nutrirem-se, no entanto, existem vários fungos patógenos (capazes de causar doenças).  “A Amazônia apresenta condições especiais de clima e de vegetação para o desenvolvimento dos fungos nesse ambiente; determinando onde há maior presença de fungos patógenos e conhecendo quais são, poderemos desenvolver medidas protetoras para evitar as infecções fúngicas no homem”, adianta Ani Jackisch Matsuura.

SOBRE A PALESTRANTE

Ani Beatriz Jackisch Matsuura é graduada em Biologia pela Universidade de Santa Cruz do Sul, mestre em Biologia de Fungos pela Universidade Federal de Pernambuco e doutora em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, é pesquisadora do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Atua na área de Microbiologia, com ênfase em Micologia, especialmente em micologia médica, taxonomia, genotipagem e ecologia de fungos patogênicos.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: arquivo pessoal da pesquisadora

Fiocruz vai produzir fármaco para isquemia cardíaca

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) vai produzir um importante medicamento para tratamento de isquemia cardíaca, o Vastarel, na concentração 80 mg. Com o objetivo de abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS), a fabricação no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) será viabilizada a partir de uma parceria entre a unidade da Fiocruz e o laboratório francês Servier. O diferencial deste acordo está na internalização da tecnologia de micropellets, modo de encapsulamento que possibilita liberação diferenciada dos fármacos, prolongando a ação do medicamento. Incorporada, tal tecnologia poderá ser usada, futuramente, para o desenvolvimento de outros medicamentos de interesse do SUS.

Equipe de Farmanguinhos visitou a sede da Egis Pharmaceuticals, empresa vinculada ao grupo Servier, localizada na Hungria, especializada em micropellets (Foto: Divulgação)

Segundo a vice-diretora de Operações e Produção (VDOP), Elda Falqueto, a etapa de transferência começou no mês passado, quando especialistas do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), da VDOP e do Núcleo de Validação e Qualificação (NVQ) visitaram as instalações da Egis Pharmaceuticals, empresa vinculada ao grupo Servier localizada na Hungria. A planta é especializada neste tipo de produção em micropellets.

Desta forma, durante três dias (6, 7 e 8 de junho), três profissionais de Farmanguinhos, permaneceram na cidade de Körmend absorvendo a tecnologia: Abel Alves Rosa Junior (VDOP), Douglas Andrade (LTF) e Rodrigo Correa (NVQ). “Acompanhamos o processo de produção dos micropellets revestidos de liberação modificada tendo a oportunidade de aprender detalhes deste processo produtivo complexo e detalhado. A absorção desta tecnologia é de grande importância estratégica para Farmanguinhos, uma vez que a capacidade de produção desta forma farmacêutica aumenta as possibilidades de produção e desenvolvimento de novos medicamentos”, avalia o farmacêutico Abel Alves Rosa Junior.

Chefe do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica, Juliana Johansson destaca que estes sistemas de micropellets permitem a otimização da biodisponibilidade de diversos princípios ativos ou a modulação do perfil de dissolução das formas farmacêuticas, facilitando a veiculação e absorção delas pelo organismo do paciente.

“No caso específico do Vastarel, o princípio ativo contido nos micropellets apresenta liberação prolongada, fazendo com que esta ocorra de forma lenta e contínua no organismo. Com esta tecnologia, a concentração plasmática se mantém mais estável no paciente, reduzindo a ocorrência de eventuais efeitos colaterais provocados pelo medicamento. Outra vantagem é a redução do número de tomadas diárias do medicamento, já que uma dose maior pode ser entregue lentamente ao longo do tratamento e, consequentemente, o aumento da adesão”, explica Juliana.

Outro benefício apontado pela farmacêutica é a possibilidade de revestir os micropellets com polímeros gastrorresistentes. “Desta forma, permite-se que o princípio ativo seja disponibilizado apenas em porções específicas do trato gastrointestinal do usuário. Esse recurso tecnológico pode ser vantajoso no caso de moléculas que sofrem degradação em pH ácido ou que possuem máximo de absorção em faixas de pH alcalinas”, observa a pesquisadora.

Quanto à parceria em si, Juliana Johansson afirma que o convênio beneficia as duas instituições, assim como todas as demais que envolvem contato entre equipes técnicas de diferentes empresas e com culturas diversas. “Do ponto de vista de Farmanguinhos, mais especificamente, é um grande ganho trabalhar com um parceiro disponível para que o treinamento na nova tecnologia ocorra de maneira transparente e proveitosa. O fato de a Servier abrir as portas para transferir a tecnologia do seu processo de obtenção dos micropellets, que serão encapsulados em Farmanguinhos, proporciona um grande crescimento à nossa equipe”, avalia.

Por Alexandre Matos (Farmanguinhos/Fiocruz)

Fonte: AFN

Estudo sobre zika revela lesões oculares graves em bebês

Um ano e meio após o início da emergência sanitária internacional de microcefalia relacionada à infecção congênita do vírus zika, um novo estudo coordenado por especialistas do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) apontou que anormalidades oculares podem ser o único achado inicial dos bebês cujas mães foram infectadas durante a gravidez.

De acordo com os pesquisadores, a descoberta sugere a necessidade de se repensar os critérios de avaliação na triagem neonatal, para incluir o exame de fundo de olho de todos os bebês com potencial exposição materna ao vírus. Publicado na renomada revista americana The Journal of the American Medical Association (Jama) o artigo é fruto de uma parceria da Fiocruz, por meio do IFF e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), com a Universidade da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O trabalho envolveu a maior série de casos confirmados de exposição à zika com dados coletados sistematicamente. “Conseguimos fazer um estudo descritivo das anormalidades oculares, correlacionando-as com achados do sistema nervoso central, ocorrência de microcefalia e o momento da infecção materna a partir de uma coorte robusta, envolvendo bebês cujas mães tiveram resultado laboratorial positivo para a infecção na gestação”, destacou a oftalmologista pediátrica do IFF e autora do artigo, Andrea Zin.  Além de Andrea, participaram do estudo outros seis pesquisadores do Instituto: Maria Elisabeth Moreira, Zilton Vasconcelos, Marcos Vinicius Pone, Sheila Pone, Mitsue Aibe e Ana Carolina da Costa.

Das 112 crianças acompanhadas do nascimento até os seis meses de vida, 46 não tinham diagnóstico de microcefalia. No entanto, dez delas apresentaram anormalidades oculares ao exame de fundo de olho. O número representa 42% das crianças com algum tipo de lesão oftalmológica, sendo questões referentes ao nervo óptico e a retina os achados mais frequentes. O estudo também revelou que a maioria das gestantes foi infectada ainda no primeiro trimestre (58%). Em 33%, a infecção aconteceu no segundo trimestre e, em 8%, no final da gestação, já no terceiro trimestre.

As diretrizes atuais recomendam exames oculares em bebês com microcefalia, mas não inclui todas crianças potencialmente expostas ao vírus zika no útero. “Encontramos lesões significativas em crianças que não apresentavam microcefalia. Trata-se de alterações graves e quanto mais precoce for o diagnóstico, mais cedo a criança pode ser submetida a uma intervenção para habilitação da visão. Com esses achados, ressaltamos a necessidade de repensar os critérios de avaliação, de forma a incluir o exame de fundo de olho na triagem neonatal de todos os bebês com potencial exposição materna ao vírus”, destacou Andrea Zin.

Os achados, ilustrados no artigo do Jama, foram registrados por meio da RetCam, câmera fotográfica especial adquirida pela Fiocruz no final do ano passado. O investimento foi fundamental para possibilitar o estudo e sua publicação.  “Através deste equipamento, que fotografa em 360º o fundo de olho, conseguimos documentar as alterações com grande riqueza de detalhes, possibilitando a comparação de exames subsequentes. Com isso, foi possível não só refinar a capacidade de diagnóstico, como também tornar mais acessível a troca de informações entre especialistas”, finalizou a pesquisadora.

Por Aline Câmera (IFF/Fiocruz)

Fonte: AFN

Fiocruz relembra os 100 anos de falecimento de Oswaldo Cruz

Neste ano a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) relembra os 100 anos de falecimento de seu patrono, Oswaldo Gonçalves Cruz. Para celebrar, foi instituído o Ano Oswaldo Cruz: ciência e saúde no projeto nacional, uma proposta de mobilização para todas as unidades da Fiocruz recordarem a trajetória de um dos maiores pesquisadores da história do Brasil.

A oportunidade também é propícia para revisitar o legado de Oswaldo Cruz e repensar a Fiocruz de hoje e do futuro. O projeto Ano Oswaldo Cruz tem oito eixos temáticos: Promoção da ciência, tecnologia e inovação em benefício da sociedade e a serviço da vida; A importância do papel de uma instituição pública na produção e inovação em saúde; Fiocruz na articulação do sistema de ciência, tecnologia e inovação, nas dimensões regional, nacional e global; Desafios dos objetivos de desenvolvimento sustentável; Políticas e Estratégias de Saúde: passado, presente e futuro com perspectivas ao fortalecimento do SUS; Preparação da Fiocruz para a 4ª Revolução Tecnológica; A Fiocruz e a Educação Permanente; e Democracia e perspectiva nacional na prospecção institucional.

O cientista, médico e sanitarista Oswaldo Cruz nasceu em São Luís do Paraitinga (SP), em 5 de agosto de 1872, e faleceu em 11 de fevereiro de 1917. Sua família se transferiu para o Rio de Janeiro em 1877. Graduou-se na Faculdade de Medicina do Rio de janeiro em 1892, apresentando a tese de doutoramento A vehiculação microbiana pelas águas.

Para saber mais sobre a trajetória de Oswaldo Cruz, clique.

Confira aqui as informações sobre o Ano Oswaldo Cruz: ciência e saúde no projeto nacional.

Em sites e publicações das unidades da Fiocruz será utilizado o selo comemorativo ao Ano Oswaldo Cruz.

Ascom – ILMD/Fiocruz Amazônia