PPGVIDA e PPGBIO-INTERAÇÃO divulgam resultado de seleção para aluno especial

Os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), e em Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro (PPGBIO-INTERAÇÃO), do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) divulgaram nesta quinta-feira, 20/7, o resultado da seleção de candidatos para vagas de aluno especial.

Os selecionados devem confirmar sua participação nas disciplinas as quais foi selecionado, através de mensagem eletrônica para selecaoalunoespecial.ilmd@fiocruz.br nos dias 25 e 26 de julho de 2017. Os candidatos que não confirmarem sua participação, dentro do período definido serão considerados desistentes, e estarão automaticamente excluídos da(s) disciplina(s).

Acesse a lista dos selecionados para o PPGVIDA e PPGBIO-INTERAÇÃO

LMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Foto: Eduardo Gomes ILMD/Fiocruz Amazônia

Oficina discute programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Representantes da saúde, educação e cultura reúnem-se nesta quinta-feira (20), para elaborar a programação do 13º Congresso Internacional da Rede Unida. O encontro organizado pelo Comitê Gestor do congresso ocorre até as 17h, na Escola de Enfermagem de Manaus (EEM), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), situada no bairro Adrianópolis, Zona Sul de Manaus.

Na oportunidade, os participantes discutem os cinco eixos nos quais se apoiam as atividades da 13ª edição do Congresso, que acontecerá de 30 de maio a 2 de junho de 2018, na UFAM, cujo tema central será “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas.

De acordo com o coordenador nacional da Rede Unida, Júlio Schweickardt, o objetivo da oficina é que as instituições locais de gestão, serviço e educação, os movimentos sociais e associações possam construir, junto com a Rede Unida, uma programação que contemple todas essas áreas dentro do Congresso. “As atividades do nosso congresso estão apoiadas na educação, gestão, trabalho, participação social e cultura, mas as atividades de preparação começam agora, com o compartilhamento de temas trazidos pelos representantes das instituições e grupos locais”, enfatizou.

Para ele, o desafio deste ano será mobilizar vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã.

Realizado pela primeira vez na região Norte, segundo Júlio Schweickardt, a organização do 13º Congresso Internacional da Rede Unida é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

As inscrições para submissões dos trabalhos poderão ser realizadas no site da Rede Unida pelo endereço eletrônico www.redeunida.org.br a partir do dia 09 de agosto de 2017.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira Rede Unida (ou para os íntimos Rede Unida) reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social

A Associação Brasileira Rede Unida (ou para os íntimos Rede Unida) reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social. A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Saiba mais AQUI

Rede Unida, por Mirinéia Nascimento

Edição, Ascom ILMD/Fiocruz Amazônia

Fungos patogênicos no ambiente amazônico serão tema do Centro de Estudos de sexta, 21/7

Estudar a diversidade de microrganismos da Amazônia com importância para a saúde, tanto como causadores de doenças quanto como produtores de compostos bioativos e determinar o perfil epidemiológico de doenças causadas por microrganismos da Amazônia, assim como fazer a genotipagem e fenotipagem desses microrganismos são objetivos do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS) do Instituto Leônidas e & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Para falar sobre os avanços alcançados pelo grupo da Micologia do Laboratório (DMAIS/ILMD) em estudos para determinar a presença de fungos patógenos no ambiente Amazônico e sua caracterização, a pesquisadora Ani Beatriz Jackisch Matsuura vai ministrar nesta sexta-feira, 21/7, a palestra Fungos Patogênicos no Ambiente Amazônico.

A apresentação faz parte da programação do Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia e acontecerá no Salão Canoas, às 9h, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis.

A pesquisadora explica que os fungos estão presentes em diversos tipos de substratos naturais devido a sua grande capacidade de adaptação. A maioria dos fungos são sapróbios, ou seja, decompõem matéria orgânica para nutrirem-se, no entanto, existem vários fungos patógenos (capazes de causar doenças).  “A Amazônia apresenta condições especiais de clima e de vegetação para o desenvolvimento dos fungos nesse ambiente; determinando onde há maior presença de fungos patógenos e conhecendo quais são, poderemos desenvolver medidas protetoras para evitar as infecções fúngicas no homem”, adianta Ani Jackisch Matsuura.

SOBRE A PALESTRANTE

Ani Beatriz Jackisch Matsuura é graduada em Biologia pela Universidade de Santa Cruz do Sul, mestre em Biologia de Fungos pela Universidade Federal de Pernambuco e doutora em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, é pesquisadora do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Atua na área de Microbiologia, com ênfase em Micologia, especialmente em micologia médica, taxonomia, genotipagem e ecologia de fungos patogênicos.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: arquivo pessoal da pesquisadora

Fiocruz vai produzir fármaco para isquemia cardíaca

O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) vai produzir um importante medicamento para tratamento de isquemia cardíaca, o Vastarel, na concentração 80 mg. Com o objetivo de abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS), a fabricação no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) será viabilizada a partir de uma parceria entre a unidade da Fiocruz e o laboratório francês Servier. O diferencial deste acordo está na internalização da tecnologia de micropellets, modo de encapsulamento que possibilita liberação diferenciada dos fármacos, prolongando a ação do medicamento. Incorporada, tal tecnologia poderá ser usada, futuramente, para o desenvolvimento de outros medicamentos de interesse do SUS.

Equipe de Farmanguinhos visitou a sede da Egis Pharmaceuticals, empresa vinculada ao grupo Servier, localizada na Hungria, especializada em micropellets (Foto: Divulgação)

Segundo a vice-diretora de Operações e Produção (VDOP), Elda Falqueto, a etapa de transferência começou no mês passado, quando especialistas do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), da VDOP e do Núcleo de Validação e Qualificação (NVQ) visitaram as instalações da Egis Pharmaceuticals, empresa vinculada ao grupo Servier localizada na Hungria. A planta é especializada neste tipo de produção em micropellets.

Desta forma, durante três dias (6, 7 e 8 de junho), três profissionais de Farmanguinhos, permaneceram na cidade de Körmend absorvendo a tecnologia: Abel Alves Rosa Junior (VDOP), Douglas Andrade (LTF) e Rodrigo Correa (NVQ). “Acompanhamos o processo de produção dos micropellets revestidos de liberação modificada tendo a oportunidade de aprender detalhes deste processo produtivo complexo e detalhado. A absorção desta tecnologia é de grande importância estratégica para Farmanguinhos, uma vez que a capacidade de produção desta forma farmacêutica aumenta as possibilidades de produção e desenvolvimento de novos medicamentos”, avalia o farmacêutico Abel Alves Rosa Junior.

Chefe do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica, Juliana Johansson destaca que estes sistemas de micropellets permitem a otimização da biodisponibilidade de diversos princípios ativos ou a modulação do perfil de dissolução das formas farmacêuticas, facilitando a veiculação e absorção delas pelo organismo do paciente.

“No caso específico do Vastarel, o princípio ativo contido nos micropellets apresenta liberação prolongada, fazendo com que esta ocorra de forma lenta e contínua no organismo. Com esta tecnologia, a concentração plasmática se mantém mais estável no paciente, reduzindo a ocorrência de eventuais efeitos colaterais provocados pelo medicamento. Outra vantagem é a redução do número de tomadas diárias do medicamento, já que uma dose maior pode ser entregue lentamente ao longo do tratamento e, consequentemente, o aumento da adesão”, explica Juliana.

Outro benefício apontado pela farmacêutica é a possibilidade de revestir os micropellets com polímeros gastrorresistentes. “Desta forma, permite-se que o princípio ativo seja disponibilizado apenas em porções específicas do trato gastrointestinal do usuário. Esse recurso tecnológico pode ser vantajoso no caso de moléculas que sofrem degradação em pH ácido ou que possuem máximo de absorção em faixas de pH alcalinas”, observa a pesquisadora.

Quanto à parceria em si, Juliana Johansson afirma que o convênio beneficia as duas instituições, assim como todas as demais que envolvem contato entre equipes técnicas de diferentes empresas e com culturas diversas. “Do ponto de vista de Farmanguinhos, mais especificamente, é um grande ganho trabalhar com um parceiro disponível para que o treinamento na nova tecnologia ocorra de maneira transparente e proveitosa. O fato de a Servier abrir as portas para transferir a tecnologia do seu processo de obtenção dos micropellets, que serão encapsulados em Farmanguinhos, proporciona um grande crescimento à nossa equipe”, avalia.

Por Alexandre Matos (Farmanguinhos/Fiocruz)

Fonte: AFN

Estudo sobre zika revela lesões oculares graves em bebês

Um ano e meio após o início da emergência sanitária internacional de microcefalia relacionada à infecção congênita do vírus zika, um novo estudo coordenado por especialistas do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) apontou que anormalidades oculares podem ser o único achado inicial dos bebês cujas mães foram infectadas durante a gravidez.

De acordo com os pesquisadores, a descoberta sugere a necessidade de se repensar os critérios de avaliação na triagem neonatal, para incluir o exame de fundo de olho de todos os bebês com potencial exposição materna ao vírus. Publicado na renomada revista americana The Journal of the American Medical Association (Jama) o artigo é fruto de uma parceria da Fiocruz, por meio do IFF e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), com a Universidade da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O trabalho envolveu a maior série de casos confirmados de exposição à zika com dados coletados sistematicamente. “Conseguimos fazer um estudo descritivo das anormalidades oculares, correlacionando-as com achados do sistema nervoso central, ocorrência de microcefalia e o momento da infecção materna a partir de uma coorte robusta, envolvendo bebês cujas mães tiveram resultado laboratorial positivo para a infecção na gestação”, destacou a oftalmologista pediátrica do IFF e autora do artigo, Andrea Zin.  Além de Andrea, participaram do estudo outros seis pesquisadores do Instituto: Maria Elisabeth Moreira, Zilton Vasconcelos, Marcos Vinicius Pone, Sheila Pone, Mitsue Aibe e Ana Carolina da Costa.

Das 112 crianças acompanhadas do nascimento até os seis meses de vida, 46 não tinham diagnóstico de microcefalia. No entanto, dez delas apresentaram anormalidades oculares ao exame de fundo de olho. O número representa 42% das crianças com algum tipo de lesão oftalmológica, sendo questões referentes ao nervo óptico e a retina os achados mais frequentes. O estudo também revelou que a maioria das gestantes foi infectada ainda no primeiro trimestre (58%). Em 33%, a infecção aconteceu no segundo trimestre e, em 8%, no final da gestação, já no terceiro trimestre.

As diretrizes atuais recomendam exames oculares em bebês com microcefalia, mas não inclui todas crianças potencialmente expostas ao vírus zika no útero. “Encontramos lesões significativas em crianças que não apresentavam microcefalia. Trata-se de alterações graves e quanto mais precoce for o diagnóstico, mais cedo a criança pode ser submetida a uma intervenção para habilitação da visão. Com esses achados, ressaltamos a necessidade de repensar os critérios de avaliação, de forma a incluir o exame de fundo de olho na triagem neonatal de todos os bebês com potencial exposição materna ao vírus”, destacou Andrea Zin.

Os achados, ilustrados no artigo do Jama, foram registrados por meio da RetCam, câmera fotográfica especial adquirida pela Fiocruz no final do ano passado. O investimento foi fundamental para possibilitar o estudo e sua publicação.  “Através deste equipamento, que fotografa em 360º o fundo de olho, conseguimos documentar as alterações com grande riqueza de detalhes, possibilitando a comparação de exames subsequentes. Com isso, foi possível não só refinar a capacidade de diagnóstico, como também tornar mais acessível a troca de informações entre especialistas”, finalizou a pesquisadora.

Por Aline Câmera (IFF/Fiocruz)

Fonte: AFN

Fiocruz relembra os 100 anos de falecimento de Oswaldo Cruz

Neste ano a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) relembra os 100 anos de falecimento de seu patrono, Oswaldo Gonçalves Cruz. Para celebrar, foi instituído o Ano Oswaldo Cruz: ciência e saúde no projeto nacional, uma proposta de mobilização para todas as unidades da Fiocruz recordarem a trajetória de um dos maiores pesquisadores da história do Brasil.

A oportunidade também é propícia para revisitar o legado de Oswaldo Cruz e repensar a Fiocruz de hoje e do futuro. O projeto Ano Oswaldo Cruz tem oito eixos temáticos: Promoção da ciência, tecnologia e inovação em benefício da sociedade e a serviço da vida; A importância do papel de uma instituição pública na produção e inovação em saúde; Fiocruz na articulação do sistema de ciência, tecnologia e inovação, nas dimensões regional, nacional e global; Desafios dos objetivos de desenvolvimento sustentável; Políticas e Estratégias de Saúde: passado, presente e futuro com perspectivas ao fortalecimento do SUS; Preparação da Fiocruz para a 4ª Revolução Tecnológica; A Fiocruz e a Educação Permanente; e Democracia e perspectiva nacional na prospecção institucional.

O cientista, médico e sanitarista Oswaldo Cruz nasceu em São Luís do Paraitinga (SP), em 5 de agosto de 1872, e faleceu em 11 de fevereiro de 1917. Sua família se transferiu para o Rio de Janeiro em 1877. Graduou-se na Faculdade de Medicina do Rio de janeiro em 1892, apresentando a tese de doutoramento A vehiculação microbiana pelas águas.

Para saber mais sobre a trajetória de Oswaldo Cruz, clique.

Confira aqui as informações sobre o Ano Oswaldo Cruz: ciência e saúde no projeto nacional.

Em sites e publicações das unidades da Fiocruz será utilizado o selo comemorativo ao Ano Oswaldo Cruz.

Ascom – ILMD/Fiocruz Amazônia

Divulgado resultado final da seleção de candidatos para o PPGVIDA

A comissão de seleção do Mestrado do Programa de Pós-graduação Strictu Senso em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), divulgou nesta sexta-feira, 14/7, o resultado final do processo de seleção de candidatos para ingresso no 2º semestre de 2017, referente a chamada pública nº 001/2017.

Neste processo seletivo foram oferecidas 12 vagas, divididas em duas linhas de pesquisa: Fatores sócio biológicos no processo saúde-doença na Amazônia, com nove vagas; e Processo Saúde-Doença e Organização da Atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade, com três vagas.

Confira aqui o resultado.

Os candidatos aprovados deverão efetuar a matrícula institucional nos dias 26 e 27/7, pela manhã (8h às 12h) ou no período da tarde (13h às 16h), na Secretaria Acadêmica (SECA), localizada no prédio anexo da Unidade, situado à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus.

SOBRE O CURSO

O PPGVIDA – ILMD/Fiocruz Amazônia é um programa de pós-graduação que tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O curso é em regime integral e as aulas estão previstas para iniciar dia 28 de agosto deste ano. Ao final do mestrado, o egresso do curso receberá diploma de Mestre em Saúde Pública.

Fiocruz lança edital para seleção de estagiários

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou edital para seleção de estagiários na modalidade de estágio não obrigatório, remunerado. As inscrições podem ser feitas no período de 18 de julho a 1º de agosto deste ano.

O edital está disponível no site do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) em www.ciee.org.br  e na  da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe/Fiocruz). A oferta é de 245 vagas, sendo 221 para nível superior e 24 para nível intermediário. Desse total, 25 vagas são reservadas para estudantes com deficiência. O edital e seus anexos detalham todas as etapas do processo seletivo por grupos e perfis.

As inscrições começam na terça-feira, 18/7, e terminam em 1º/8, com prazo para envio de documentos estendido até 8/8. A divulgação do resultado da primeira fase (análise da documentação) está prevista para 11/9. O período de seleção acontecerá entre 14/9 e 6/10, e o resultado final será divulgado entre 6/10 e 16/10.

As vagas podem ter carga horária de quatro ou seis horas diárias, conforme requisitos dispostos em cada perfil e os limites previstos na Lei nº 11.788/08 e Orientação Normativa nº 4, de 4 de julho de 2014.

Os selecionados receberão bolsa estágio de acordo com o nível e a carga horária: Nível superior (quatro horas) R$ 364,00, (seis horas) R$ 520,00. Nível médio (quatro horas) R$ 203,00, (seis horas) R$ 290,00. Além da bolsa, os estagiários receberão o auxílio transporte no valor de R$ 132,00.

SELEÇÃO PÚBLICA

Desde junho de 2015, a Fiocruz seleciona estagiários por meio de editais públicos. Este será o quarto edital publicado pela Fundação para estágio não obrigatório, totalizando no período a oferta de 773 vagas.

Confira aqui as vagas.

Pesquisadores do Instituto Pasteur da Guiana Francesa visitam o ILMD

Parcerias podem surgir entre o Institut Pasteur de la Guyane e o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Para dar início a ações colaborativas, estiveram reunidos nesta quinta-feira, 13/7, no Salão Canoas (sede da Fiocruz Amazônia) representantes das duas instituições.

Durante a reunião foram abordados os seguintes assuntos:  possível convênio entre o Institut Pasteur de la Guyane e o ILMD/Fiocruz Amazônia; e colaborações em projetos.

Participaram do encontro, os pesquisadores Benoit de Thoisy e Anne Lavergne (Pasteur), a direção do ILMD e pesquisadores Sérgio Luz, Claudia Ríos Velásquez, Felipe Naveca, Carlos Carvalho e Alessandra Nava.

Após as apresentações institucionais, ficou acordado que o próximo passo para a formação de parceria será a elaboração conjunta de projetos de pesquisa que envolvam os sites (campos de pesquisa) das duas instituições. No Amazonas, essas ações compreendem pesquisas realizadas no site Rio Pardo, distante aproximadamente 200 quilômetros de Manaus.

Ao final do encontro, os pesquisadores do Institut Pasteur de la Guyane acompanharam a equipe do ILMD em visita aos laboratórios da instituição que ficam na sede do Instituto, zona centro-sul de Manaus.

INSTITUTE PASTEUR

Com sede em Caiena, o Institut Pasteur de la Guyane foi criado em 1940, com a finalidade de contribuir para a prevenção e tratamento de doenças infecciosas. Sua atuação é no campo da pesquisa, apoio à saúde pública, educação e formação e oferta de serviços.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Lançada nova edição das Diretrizes para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero

Com o objetivo de orientar os profissionais que atuam na prevenção do câncer do colo do útero, com foco na detecção precoce, o Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Inca e sob a coordenação do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) foi lançada a segunda edição das “Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero”.

A publicação visa auxiliar o processo de identificação de pessoas aparentemente saudáveis que podem estar sob maior risco de doença. “O IFF foi convidado a coordenar todo o processo de elaboração das diretrizes, o que incluiu a definição do escopo de aplicação, reunião de especialistas revisores e demais interessados no assunto, a conciliação das evidências disponíveis na literatura, debate dos fundamentos teóricos e recomendações, consolidação dos textos e construção dos fluxogramas decisórios, coordenação do processo de consulta pública, finalização do texto e entrega para editoração e publicação pelo Inca. Na segunda edição, esse processo durou cerca de 24 meses e envolveu mais de 60 profissionais”, explicou Fábio Russomano, diretor do IFF e coordenador das duas edições das diretrizes.

Especificamente, a publicação se destina a orientar os profissionais envolvidos na linha de cuidado para a prevenção do câncer do colo do útero, desde seu rastreamento, incluindo a identificação das lesões precursoras, até as condutas após os resultados anormais, para confirmação diagnóstica, tratamento e acompanhamento após o tratamento. “Essas diretrizes não são regras que se aplicam universalmente, pois nunca serão contempladas todas as situações, cenários de prática e características e valores dos usuários dos serviços. Apesar de preverem a maioria das situações, as decisões de maior impacto para a vida dos indivíduos e buscarem a maior efetividade e eficiência dos procedimentos, não devem substituir o julgamento médico, profissional que deve usá-las considerando a força de cada recomendação e, sempre que necessário, sua adaptação para aplicação em pacientes individuais”, enfatizou Fábio Russomano.

Para Fábio Russomano, além da aplicação clínica, essas diretrizes são a base para o estabelecimento de políticas públicas, planejamento em saúde, remuneração de procedimentos, treinamento dos profissionais e estabelecimento de critérios de qualidade dos serviços e estratégias de melhoria. “O texto traz recomendações que interessam às mulheres e a profissionais da Atenção Básica e da Média Complexidade, além de gestores em saúde, agentes financeiros e demais fornecedores de insumos e equipamentos. Tem abrangência em todo país e possibilidade de aplicação em outros países com cenários semelhantes ao nosso, especialmente de idioma português”.

Além de integrantes do Comitê Gestor e equipes revisoras, participaram das discussões virtuais e oficina presencial representantes do Comitê de Especialistas para o Fortalecimento das Ações de Prevenção e Qualificação do Diagnóstico e Tratamento dos Cânceres do Colo do Útero e de Mama.

Conheça a edição.

Fonte: Portal Fiocruz
Por: Juliana Xavier (IFF/Fiocruz)
Imagens: Divulgação