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Malária e gestação

Pesquisa da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas (FMTAM) aponta que mulheres grávidas apresentam maior prevalência da doença, com graves riscos à gestante e ao feto. O estudo foi realizado em Coari

A incidência de malária em mulheres grávidas é mais comum do que em outras mulheres em idade fértil. Foi o que comprovou o projeto "Malária e gestação - Infecção durante a gestação", de Flor Ernestina Martinez-Espinosa, pesquisadora da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas (FMTAM). O estudo é desenvolvido no âmbito do Programa de Desenvolvimento Científico Regional (DCR), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Em trabalho de campo realizado no município de Coari, a pesquisadora acompanhou 450 gestantes, em 600 episódios de malária que foram observados em média cinco ou seis vezes a cada reincidência ou nova doença. Todas as participantes da pesquisa são moradoras de Coari, que tiveram atendimento registrado na FMTAM, nos últimos dois anos.

A média de prevalência da malária entre as mulheres grávidas no grupo analisado foi de 4,3%, o que mostra a proporção de gestantes com ao menos um episódio da doença no período em que foi realizada a amostragem; enquanto que, entre mulheres da mesma faixa etária não-grávidas, a prevalência estimada foi de 0,8%.

A malária traz riscos à gestante (formas graves da doença, anemia, insuficiência renal, edema pulmonar e malária cerebral, entre outras), ao curso da gestação (ameaça de aborto, aborto, ameaça de parto prematuro e parto prematuro), ao feto (sofrimento fetal, retardo no crescimento intra-uterino, natimortalidade) e ao recém-nascido (parto prematuro, baixo peso ao nascer, malária congênita).

De acordo com Ernestina, a identificação da prevalência de malária entre gestantes é o primeiro passo para traçar medidas preventivas e de tratamento para essas mulheres. "Uma vez que a gestante teve a infecção em algum momento da gestação ela deve continuar um seguimento para detectar precocemente recaídas ou reinfecções", diz ela.

Quando o diagnóstico é identificado com antecedência, é possível evitar que a doença evolua para formas graves acarretando em perdas fetais. "Hoje, sabemos que o sofrimento fetal agudo (que ocorre durante o parto) é o evento mais freqüente embora pouco diagnosticado. Sabemos da necessidade do seguimento na gestante que já apresentou episódios prévios de malária para que, chegado o momento do parto, seja feita a pesquisa necessária para descartar malária congênita", diz Ernestina. 

Atualmente, uma portaria do Ministério da Saúde obriga todos os postos de saúde responsáveis pelo controle pré-natal em áreas endêmicas de malária, a realizarem a Gota Espessa (método adotado oficialmente no Brasil para o diagnóstico da malária) em cada visita da gestante ao ambulatório. Assim, é possível prever o quadro clínico da doença com o mínimo de antecipação.

O tratamento apropriado depende de vários critérios:

• Idade de gestação, devido ao uso de medicamentos contra-indicados no primeiro trimestre de gestação;

• Espécie de plasmódio que causou a infecção;

• Presença de sinais compatíveis com formas graves da doença.

Recorte

Entretanto, ao fazer um diagnóstico de um grupo específico – de gestantes que demandaram atendimento na FMTAM – a pesquisa não identifica um quadro completo da incidência de malária entre grávidas no município. "A casuística acompanhada foi de gestantes com sintomas que demandaram os serviços da FMTAM e, portanto, não podem ser consideradas como representativas do total de gestantes do município", explica.

Por Michelle Portela – Agência Fapeam

 

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