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Pesquisadores da Fiocruz Amazônia alertam para o elevado risco de suicídio entre indígenas no País

A taxa de mortalidade por suicídio em indígenas do Brasil chega a ser dez vezes maior do que a taxa observada na população não indígena, principalmente nos Estados do Amazonas, Mato Grosso do Sul e Roraima. Diferentemente do observado entre os não indígenas, no Brasil são verificadas taxas de mortalidade por suicídio mais elevadas entre os jovens indígenas. Embora os jovens indígenas do sexo masculino apresentem taxas de mortalidade por suicídio mais elevadas do que as das jovens indígenas do sexo feminino, estas últimas apresentam taxas muito maiores do que a das jovens não indígenas. Tanto entre indígenas como entre não indígenas o enforcamento é o principal método utilizado para lograrem o suicídio.

Por outro lado, o uso da intoxicação e da arma de fogo para este propósito é menor, comparativamente, entre os indígenas. Essas são algumas das constatações de estudos científicos realizados ao longo de quase 10 anos por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). O suicídio é reconhecido como um importante problema de saúde em algumas áreas do Brasil, entretanto não há estudos nacionais ou regionais sobre a ocorrência, motivações e distribuição do suicídio na população indígena.

Nesse sentido, o grupo coordenado pelo médico psiquiatra Maximiliano Loiola Ponte de Souza, pesquisador e doutor em Ciências pelo Instituto Fernandes Figueiras, que atuou por 11 anos no então Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Saúde Indígena (LEIS) do ILMD/Fiocruz Amazônia, começou a estudar a temática em 2010.

A ideia desde o princípio era que o grupo pudesse agregar no mesmo projeto investigações do ponto de vista qualitativo e quantitativo sob uma ótica interdisciplinar, por isso os estudos envolveram nove profissionais, sendo 1 médico psiquiatra, 2 epidemiologistas, 2 enfermeiras, 1 antropóloga, 1 estatístico, 1 profissional de georreferenciamento e 1 assistente social. Essas pessoas ligadas a outras instituições se envolveram de forma direta ou indireta no trabalho, dada a complexidade do tema de investigação. O trabalho foi realizado também em parceria com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Brasil Plural.

“Entendemos que o suicídio indígena é um daqueles objetos chamados rebeldes aos limites disciplinares que demandam tanto uma compreensão em profundidade quanto uma descrição em extensão”, frisou Maximiliano Ponte de Souza. A produção foi intensa, resultando em oito artigos científicos publicados, um capítulo de livro e duas dissertações de mestrado. Além disso, os pesquisadores colaboraram com duas entrevistas para revistas de grande porte. A expectativa é de publicar mais dois artigos que já foram aprovados.

Sobre os principais desafios em trabalhar com a temática, Jesem Orellana, pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia, disse, que lidar com o suicídio é, e sempre será, uma árdua tarefa, dado o seu significado (cultural, social e moral) e impacto sobre as pessoas e familiares, os quais muitas vezes “escondem” ou negam o evento e, principalmente, suas motivações. “Em populações indígenas, é ainda mais desafiador lidar com a problemática do suicídio, pois conhecer seus determinantes é algo que requer tempo, observação e acurada interpretação, já que aspectos históricos, culturais, biológicos, sociais e ambientais podem estar influenciando, muitas vezes de forma sinérgica ou antagônica”, apontou Orellana.

Leia a reportagem completa no volume 2 da Fiocruz Amazônia Revista.

Cristiane Barbosa (Fiocruz Amazônia Revista).

Lançada a segunda edição da Fiocruz Amazônia Revista

Foi lançada durante o 13º. Congresso Internacional da Rede Unida, realizado de 30/5 a 2/6, a segunda edição da “Fiocruz Amazônia Revista”, uma publicação semestral, em formato digital, produzida pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

Assim como na edição anterior, a divulgação da “Fiocruz Amazônia Revista”, se deu por meio da distribuição de cartões com QRCode  (código de barras bidimensional)  que pode  ser lido e identificado pela câmera de smartphones, a partir do uso de aplicativos específicos para leitura desses códigos. A publicação também está disponível para download no site Fiocruz Amazônia.

A nova edição busca relacionar seus assuntos aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), portanto, no topo de cada matéria encontra-se um ícone de ODS, estabelecendo um elo entre a temática do artigo e o Objetivo. A revista conta com 72 páginas com sessões e reportagens sobre pesquisas, ações e atividades desenvolvidas na Amazônia.

Clique aqui e acesse a segunda edição da revista.

SOBRE A REVISTA

Criada com a missão de divulgar à sociedade os frutos de esforços científicos desenvolvidos por pesquisadores da Fiocruz, a “Fiocruz Amazônia Revista” é um veículo de popularização da ciência que adota o jornalismo científico para divulgar pesquisas, cursos, ações e eventos que possam contribuir para a melhoria das condições de vida e saúde das populações amazônicas e para o desenvolvimento científico e tecnológico regional.

Clique para acessar a outras publicações da Fiocruz.

SOBRE OS ODS

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são uma agenda mundial adotada durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, realizada em 2015. A agenda 2030 é composta por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidos no seu período de vigência.

Nessa agenda estão previstas ações mundiais nas áreas de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros.

Saiba mais sobre a Agenda 2030.

Para mais informações sobre o 13º. Congresso Internacional da Rede Unida, clique 

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: divulgação

Manaus receberá 3 mil pessoas para congresso da Rede Unida

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o Congresso da Rede Unida movimentará a agenda científica do País com a participação estimada de 3.000 congressistas e convidados nacionais e internacionais. O evento será sediado no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no período de 30 de maio a 02 de junho de 2018, em Manaus (AM).

O Congresso tem como finalidade propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é composto por trabalhadores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

A expectativa do presidente desta edição do Congresso, Rodrigo Tobias, é que os participantes vejam que a Região Amazônica não é somente o lugar da distância, da dificuldade, da falta de acesso, o lugar das carências e das doenças. “Esperamos que esse evento possa deixar nos congressistas a ideia de que a Amazônia, com suas especificidades, também é um lugar de potencialidades, de produção de saúde, educação e de vida. O nosso desejo é que os participantes desfrutem de tudo o que vai acontecer. Estamos trabalhando muito para que tudo saia bem”, declarou Tobias.

ATIVIDADES INTERNACIONAIS

As atividades internacionais incluem cinco fóruns, que fomentam debates sobre temas da atualidade em relação a gestão da educação e do trabalho em saúde na perspectiva de diferentes países.

Com presença confirmada, os fóruns terão representantes do Brasil, Bélgica, Chile, Colômbia, EUA, Espanha, Inglaterra, Itália, Nicarágua e Portugal.

O V Fórum Internacional de Educação na Saúde tem como temática a Interprofissionalidade na formação e no trabalho em saúde: desafios às políticas e ao cotidiano. O IV Fórum Internacional de Participação em Saúde, Políticas Públicas e Educação Cidadã vem com o tema A vitalidade da democracia quando as instituições padecem: a resistência cidadã como artesania de novos tempos.

O V Fórum Internacional de Atenção Básica/Primária em Saúde trará para o centro das discussões o tema A atenção básica/primária nos sistemas de saúde universais: desafios e avanços após 40 anos de Alma Ata. O IV Fórum Internacional de Cooperação em Saúde e Políticas Públicas abordará os Direitos humanos, políticas públicas e inclusão em tempos de austeridade: repercussões na gestão da educação e do trabalho na saúde. E o I Fórum Internacional de Saúde do Migrante terá como tema central A dignidade e a saúde das pessoas em tempos sombrios: as fronteiras nacionais e a afirmação de direitos humanos.

TRABALHOS SUBMETIDOS

Esta edição no Amazonas fechou com o número de 3.420 submissões de trabalhos nacionais e internacionais. Realizado pela primeira vez no Norte do País, a região foi a que mais teve trabalhos submetidos, totalizando 1.652 submissões com destaque aos estados do Amazonas e Pará, com 913 e 641 trabalhos inscritos, respectivamente.  A região Nordeste ficou em segundo lugar com 628 trabalhos. Já o Sudeste figurou em terceira posição com 383 submissões. As regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil tiveram 298 e 165 trabalhos submetidos, respectivamente. Da participação internacional, a Itália submeteu três trabalhos.

Nos congressos da Rede Unida são aceitos trabalhos para apresentação oral nas modalidades Távolas e Rodas de Conversa. Para os organizadores, o volume de trabalhos submetidos e aprovados aponta um Congresso com grande densidade técnico-científica, além da enorme diversidade de temas e de experiências locais que compõem uma programação atrativa para diferentes públicos.

Confira a programação de apresentação dos trabalhos: www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/rodas-e-tavolas

Segundo o coordenador Nacional da Rede Unida, Júlio César Schweickardt, a organização do Congresso é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

PROGRAMAÇÃO

Além da apresentação dos trabalhos e da realização dos fóruns internacionais, a programação do congresso inclui atividades como Távolas Institucionais, Res-Publicas, Mostra Fotográfica, Lançamentos de livros, Seminários, encontros e oficinas, Conferências, Intervenções e muitas outras atividades com temas que contemplam os cinco eixos centrais do Congresso na área da Saúde, que são: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

Inscreva-se e participe das atividades: www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/inscricoes

INSTITUIÇÕES PARCEIRAS

São parceiros desta edição a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Mirinéia Nascimento (Ascom/Rede Unida)

ILMD/Fiocruz Amazônia lança revista de divulgação científica em versão digital

Com a missão de divulgar à sociedade os frutos de esforços científicos, a ‘Fiocruz Amazônia Revista’, é lançada em versão digital, neste mês de dezembro, pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) que é um importante ambiente de pesquisas a serviço da saúde pública, localizado na capital amazonense.

“Este é um meio que complementa e fortalece ainda mais a política de comunicação institucional do ILMD/Fiocruz Amazônia, que já tem agregados outros produtos como o portal institucional, o mural, os eventos institucionais e científicos e as mídias sociais digitais”, destacou o diretor da instituição Sérgio Luz, na apresentação da publicação.  A ideia de elaborar um produto tanto off line (impresso) quanto online (disponível na internet) amplia a abrangência deste importante veículo para os diversos públicos.

A revista conta, nesta primeira edição, com 72 páginas, 14 matérias e 06 sessões que abordam novidades em pesquisas e ações desenvolvidas pela equipe de colaboradores do ILMD a serviço da melhoria das condições de saúde da população.

Um dos diferenciais da revista é a proposta de uma linguagem coloquial e recursos que facilitem a interação com os leitores como o uso do QR Code para acessos direto a vídeos e materiais citados nas matérias e também a indicação de significados de termos técnicos em pequenas caixas de texto explicativos que simulam hiperlinks, alinhando a linguagem off-line a online.

Matéria de capa

A matéria de capa deste primeiro número especial é sobre o método inovador, desenvolvido na Fiocruz Amazônia, voltado para um diagnóstico molecular da infecção pelos vírus Mayaro e Oropouche, de forma precisa e simultânea. Esses vírus apresentam sintomas que podem ser confundidos com outras arboviroses, como por exemplo a dengue, e por este motivo muitos desses casos acabam sendo subnotificados. Especialista nessas arboviroses, o virologista e doutor em microbiologia Felipe Naveca, coordenador responsável pela invenção, disse que a pesquisa levou vários anos até chegar à patente. O leitor pode conferir a matéria completa na revista disponível no portal do ILMD.

Conteúdo de Divulgação Científica

Os leitores também podem conferir, nesta edição especial, uma entrevista exclusiva com a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, que fala sobre a condição de ser pioneira como mulher a conduzir uma importante instituição como a Fiocruz. Nísia também comenta sobre a Fiocruz Amazônia, que, na sua visão, exerce um papel fundamental na pesquisa e no ensino da região.

Outro destaque da publicação é uma matéria sobre a projeção internacional do Curso Técnico de Agente Comunitário Indígena de Saúde e projeto de Estações de Disseminação de Larvicida. Vale a pena conferir os detalhes dessas duas iniciativas.

Uma matéria esclarecedora sobre tuberculose e aspergilose pulmonar foi produzida para mostrar os estudos desenvolvidos na instituição sobre as doenças. Na matéria, pesquisadores sugerem a necessidade da criação de um protocolo de acompanhamento clínico e laboratorial.

Neste primeiro número, é divulgado o trabalho do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS) da Fiocruz Amazônia. A matéria mostra uma das pesquisas relevantes do laboratório desenvolvido junto à comunidade do Lago do Limão, no município de Iranduba, que identificou microorganimos causadores de doenças na água e solo.  Os resultados do projeto podem vir a auxiliar uma melhor tomada de decisão pelas autoridades de saúde para minimizar os problemas encontrados na comunidade. Já o Laboratório de Diagnóstico e Controle de Doenças Infecciosas na Amazônia (DCDIA) traz nesta edição uma pesquisa que identifica resistência bacteriana nas UTIs de diferentes hospitais de Manaus e no Igarapé do Mindu.

Gestão e ações institucionais

A parte estratégica do ILMD/Fiocruz Amazônia também teve espaço nesta edição com a matéria sobre a Gestão Eficiente para o futuro com a apresentação do Diagnóstico institucional como marco zero para o planejamento de próximos passos, levado a público durante a Jornada de Pesquisa do ILMD, em 11 de abril deste ano. Um outro fato marcante retratado na revista é a Sessão Especial realizada pela Assembleia Legislativa do Estado em homenagem aos 23 anos do ILMD/Fiocruz Amazônia e Ano Oswaldo Cruz, que foi requerida pelo deputado Luiz Castro.

Os leitores também podem conferir a trajetória de 15 anos de serviços à comunidade da Biblioteca do ILMD, bem como uma reportagem sobre o processo de definição da nova identidade visual do ILMD/Fiocruz Amazônia com o propósito de alinhar estratégia de comunicação ao desenvolvimento institucional.  As ações voltadas para a saúde dos trabalhadores da instituição como a implantação do Programa Circuito Saudável também tiveram espaço editorial garantido nesta edição.

Uma homenagem especial foi registrada nesta primeira edição para o pesquisador Antônio Levino por sua trajetória pessoal e profissional. A publicação traz ainda a notícia de que a pesquisadora Luiza Garnelo é a primeira a conquistar o III Prêmio Fiocruz Mulher de Ciências e Humanidades.

Sessões

A publicação conta com sessões que trazem informações adicionais aos leitores, como o espaço Em campo que tem a proposta de mostrar a cada edição a experiência dos pesquisadores em suas atuações. Nesta edição, a pesquisadora Michele El Kadri, do Laboratório de História Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (Lahpsa), trouxe seu relato intitulado ‘A Ciência presente no lugar ou o lugar presente na ciência?’.

Outra sessão é a Saúde em Nota que traz informações rápidas e objetivas sobre fatos que vão ocorrer ou que vão acontecer na instituição; o Calendário da Saúde divulga a cada edição os principais eventos e datas nacionais relacionadas à temática; Já o Multimídia mostra dicas de documentários, filmes e aplicativos relacionados à saúde; Sua leitura é um espaço voltado para indicações de obras disponíveis na bilbioteca; e Na essência, tem a proposta de compartilhar uma breve trajetória histórica de importantes pesquisadores que impactaram na pesquisa científica voltada a melhoria das condições de vida e saúde da sociedade.

Por Cristiane Barbosa

Imagem: Mackesy Pinheiro