Posts

Fiocruz Amazônia promove edição especial do Centro de Estudos dia 29/5, terça-feira

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove na próxima terça-feira, 29/5, a partir de 9h, na Sala 101 da Unidade, edição especial do Centro de Estudos, com a palestra “Leishmania goes retro”, a ser ministrada pelo pesquisador Fabiano Oliveira, do National Institute of Health (NIH),

A pesquisa a ser apresentada foi capa da revista Nature Microbiology, em maio de 2018, na qual Fabiano é co-autor. O pesquisador já esteve na Fiocruz Amazônia, e na oportunidade apresentou seu estudo sobre a descoberta de uma proteína, presente na saliva, que consegue proteger macacos Rhesus da leishmaniose cutânea.

SOBRE O PALESTRANTE

Fabiano Oliveira é mestre em patologia experimental, doutor em patologia humana pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-doutor pela National Institues of Health.

Possui experiência na área de medicina, com ênfase em anatomia patológica e patologia clínica. Atua principalmente nos seguintes temas: leishmaniasis, imunologia celular, lutzomyia longipalpis, Lutzomyia intermedia, Saliva e Phlebotomus.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Centro de Estudos abordará combinação de citocinas inflamatórias em pacientes com hepatite C crônica

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove nesta sexta-feira, 25/5, a partir de 9h, no Salão Canoas, auditório do Instituto, a palestra “Impacto combinado do genótipo 1 do vírus da hepatite C e polimorfismos nas citocinas IL-6 e TNF-α nos níveis séricos de citocinas pró-inflamatórias em pacientes infectados pelo VHC”, a ser ministrada por Andrea Monteiro Tarragô, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

De acordo com a palestrante, existem substâncias em nosso organismo que são produzidas pelas nossas células de defesa, na tentativa de eliminar o agente causador da infecção, no caso o HCV, contudo nesse processo há um agravamento da doença no fígado. A palestra irá abordar aspectos epidemiológicos, principal via de transmissão, tratamento e aspectos imunogenéticos relacionados ao desenvolvimento da hepatite C crônica.

A pesquisadora destacou também a importância do impacto dessas combinações. “Quantos aos impactos pode-se dizer que as alterações imunológicas podem contribuir com o desfecho da doença hepática causada pelo HCV”

SOBRE A PALESTRANTE

Andrea Tarragô é graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Paulista (UNIP), Especialista em Hematologia Laboratorial pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Mestre em Imunologia Básica e Aplicada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atualmente é Doutoranda em Imunologia Básica e Aplicada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

Possui experiência na área de Imunologia, Genética e Células-tronco, com ênfase em Imunogenética, Genética Humana e Médica. Desenvolve pesquisas na área de Imunogenética, Imunidade Celular e Resposta imune ao HCV/ HBV, atuando em específico aos polimorfismos dos genes de citocinas e quantificação de Citocinas.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Imagem: Mackesy Nascimento

Fiocruz Amazônia lança duas novas publicações disponíveis para download

Estão disponíveis no site do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), duas novas publicações da Instituição para download: o periódico Cadernos Técnicos da Fiocruz Amazônia com o tema Diagnóstico Situacional em Saúde do Trabalhador de autoria do Dr. Rafael Petersen, Tecnologista em Saúde Pública e o Manual do Estagiário coordenado por Luciene Araújo, Chefe do Serviço de Gestão do Trabalho .As publicações foram elaboradas no âmbito do Projeto de Gestão e Desenvolvimento Institucional (PGDI/ILMD/FIOTEC – Projeto Nº CPqLMD001 – FIO 15 – PDI.

O periódico Cadernos Técnicos da Fiocruz Amazônia, editado pela Vice-diretoria de Pesquisa e Inovação do ILMD, aborda assuntos relacionados a boas práticas de gestão, diagnósticos técnicos, relatórios e outros produtos associados ao funcionamento de instituições de pesquisa e formação de recursos humanos na área de ciência, tecnologia & inovação em saúde.

Para o Diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luiz Bessa Luz, o material possibilitará maior reflexão sobre novas práticas e políticas de interesse da sociedade. “Espero que este material informativo incentive a reflexão de profissionais e gestores na formulação de novas práticas e políticas de interesse público, baseadas em evidências e novos conhecimentos”, destacou.

O conteúdo da publicação é resultado da produção técnica e didática de tecnologistas, profissionais de gestão, professores, alunos, pesquisadores e outros técnicos de ciências da saúde e áreas afins. Todas os tópicos abordados são rigorosamente revisados e apresentados de forma concisa e acessível.

Segundo Maria Olívia Simão, da comissão de elaboração da publicação, a ideia é que o periódico possa futuramente nortear ações de melhoria em outros ambientes. “São formas de implantarmos boas práticas, que estão associadas ao fazer do cotidiano do gestor, do técnico, da melhoria da gestão, que podem ser colocadas como boas práticas para que outros possam ver o que foi realizado, e posteriormente reproduzir isso em outros espaços”, disse.

MANUAL DO ESTAGIÁRIO

Pensando no bem-estar dos estagiários, um manual foi lançado com a finalidade de orientar e transmitir informações que o ajudem no desempenho de suas atividades. Na publicação, é possível encontrar informações importantes e úteis para a atuação na Instituição.

Para Luciene Araújo, chefe do Serviço de Gestão do Trabalho da Fiocruz Amazônia, a publicação representa uma ação de grande relevância para os estagiários da instituição. “Esse é um instrumento muito importante para o estagiário, tem o objetivo de orientar e ajudar no desempenho de suas atividades, além de levar conhecimento sobre seus direitos e deveres”, disse.

O Manual aborda principalmente as especificidades do Programa de Estágio Curricular (PEC) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). No ILMD/ Fiocruz Amazônia, o PEC é coordenado pelo Serviço de Gestão do Trabalho (SEGET).

Para facilitar a distribuição e o acesso e minimizar custos, em breve, serão lançados cartões impressos com QR code dos produtos.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia divulga resultado final do processo seletivo para o PPGVIDA

A Comissão de Seleção do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), divulgou nesta terça-feira, 22/5, o resultado final da Chamada Pública Nº 001/2018.

Para resultados e outras informações sobre este processo seletivo, acesse a Plataforma Siga.

Nesta seleção foram oferecidas 17 vagas, distribuídas nas linhas de pesquisa: Fatores sociobiológicos no processo saúde-doença na Amazônia (6 vagas), e Processo saúde, doença e organização da atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade (11 vagas).

Os candidatos aprovados deverão efetuar a matrícula institucional nos dias 7 e 8/8, pela manhã (8h às 12h) ou no período da tarde (13h às 16h), na Secretaria Acadêmica (SECA), localizada no prédio anexo da Unidade, situado à Rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus.

SOBRE O CURSO

O curso de mestrado em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos, capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O PPGVIDA também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia promove III seminário de projetos de discentes do PPGVIDA           

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA) do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia) iniciou nesta quinta-feira, 17/5, o III Seminário de Projetos de Discentes do Programa PPGVIDA. A atividade faz parte de uma nova disciplina do curso, intitulada “Monitoramento de Pesquisa”, coordenada pelas professoras Evelyne Mainbourg, Alessandra Nava e Flor Espinosa.

O Seminário visa obter uma visão coletiva da produção de pesquisas a serem realizadas pelos discentes das turmas de 2016 e 2017 do PPGVIDA, além de promover a integração entre projetos e linhas de pesquisa, aprimorando a qualidade das investigações conduzidas no Programa. A atividade ocorre até esta sexta-feira, 17/5, a partir de 8h, no Salão Canoas, auditório da Instituição, situada à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Zona Sul de Manaus.

A coordenadora do PPGVIDA, Luiza Garnello, destacou que a criação da disciplina visa a construção e orientação das pesquisas durante o processo, antecedendo a qualificação e defesa. “Estamos instituindo vários momentos intermediários de construção e reflexão que permite termos uma noção longitudinal. Teremos nessa disciplina um conjunto de atividades, onde o seminário é uma delas, mas o aluno terá outras ferramentas para desenvolver ou aprimorar as habilidades e competências para o desenvolvimento do projeto”, explicou.

Entre as ações e ferramentas inseridas na disciplina, Garnello pontuou as seguintes atividades: curso de bancos de dados, para aprimoramento do manejo de dados e informações; curso de língua portuguesa, para aperfeiçoar a capacidade de redação dos alunos; curso de busca de bases bibliográficas, além de cursos gerenciamento de referências bibliográficas.

Segundo a pesquisadora Evelyne Mainbourg, uma das coordenadoras da disciplina, a atividade reuniu na banca examinadora pesquisadores de outras instituições, colaboradores da Fiocruz Amazônia, além de orientadores com diferentes olhares sobre as pesquisas apresentadas. “A ideia do seminário é submeter o trabalho dos alunos a observação de pessoas com outros olhares, alertar sobre determinadas dificuldade, envolver discentes e docentes”.

A apresentação dos trabalhos é organizada por blocos temáticos: Atenção básica, Epidemiologia, Saúde e Ciências Sociais, além de Fatores Sociobiológicos. Durante os dois dias, serão apresentados 26 trabalhos de mestrandos das turmas de 2016 e 2017 do PPGVIDA.

Para a mestranda, Milene Neves, a iniciativa oportuniza relevantes trocas que contribuem com o desenvolvimento do projeto de pesquisa. “A experiência é muito edificante, pois nos possibilita enxergar o trabalho dos colegas, apoiarmos a pesquisa do outro, trocando informações, além da oportunidade de ter outros pesquisadores olhando a nossa investigação e abrindo nossos olhos para questões que as vezes acabamos não enxergando durante a escrita ou no momento de traçar o caminho metodológico”, relatou.

SOBRE O PROGRAMA

O PPGVIDA tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde (SUS) na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

Para mais informações sobre o Mestrado em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia, clique.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes

 

 

 

 

Fiocruz promove ações para orientar pesquisadores sobre Lei da Biodiversidade e o SisGen

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) tornou disponível desde novembro do ano passado o acesso ao Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional (SisGen), mas ainda são muitas as dúvidas sobre o uso do Sistema e a Lei da Biodiversidade (Lei 13.123/2015).

Para esclarecer sobre as implicações da legislação que rege o uso do patrimônio genético brasileiro e o conhecimento tradicional associado (CTA) em pesquisas, a Vice-presidência de Pesquisa e Coleções Biológicas da Fiocruz (VPPCB/Fiocruz) vem promovendo nas unidades regionais,  palestras sobre “Os impactos da Lei da Biodiversidade nas atividades de P&D e o SisGen na prática”.

No Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) esteve Aline Christine de Morais Santos, advogada e servidora da Gestão Tecnológica, da Vice-Presidência de Produção e Inovação em Saúde (Gestec-VPPIS/Fiocruz) para falar sobre o assunto. Além dos eventos de conscientização para a importância dos cadastros de pesquisas, os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) têm relevante contribuição na conscientização de pesquisadores da Fiocruz sobre a Lei da Biodiversidade e o SisGen.

André Mariuba, coordenador do NIT, do ILMD/Fiocruz Amazônia, explica que na unidade o Núcleo vai auxiliar e monitorar os cadastros dos projetos de pesquisadores. A recomendação na Fiocruz é de que os orientadores façam o cadastro das pesquisas a eles vinculadas.

O NIT da Fiocruz Amazônia disponibiliza ainda aos pesquisadores vinculados ao instituto o e-mail nit.ilmd@fiocruz.br para atendimento às dúvidas sobre o SisGen.

Vale lembrar que no site do SisGen também está disponível o Manual do Usuário com orientações para cadastro, credenciamento de pesquisas, etc.

SOBRE O SISGEN

O SisGen é um sistema eletrônico criado pelo Decreto nº 8.772/2016, que regulamenta a Lei nº 13.123/2015, é mantido e operacionalizado pela Secretaria-Executiva do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen), como ferramenta para auxiliar na gestão do patrimônio genético e do conhecimento tradicional associado.

O Sistema apresenta interface que possibilita ao usuário: cadastrar acesso ao patrimônio genético ou ao conhecimento tradicional associado; cadastrar envio de amostra que contenha patrimônio genético para prestação de serviços no exterior; cadastrar remessa de amostra de patrimônio genético; notificar produto acabado ou material reprodutivo; solicitar autorização de acesso ao patrimônio genético ou ao conhecimento tradicional associado e de remessa ao exterior; solicitar credenciamento de instituições mantenedoras das coleções ex situ que contenham amostras de patrimônio genético; obter comprovantes de cadastros, de remessa e de notificações; obter certidões do procedimento administrativo de verificação; e solicitar atestados de regularidade de acesso.

Por motivos de segurança, o SisGen não é acessado por meio de dispositivos móveis como smartphones e tablets. O Sistema é acessado em https://sisgen.gov.br >. Para acessar o SisGen é necessário ser um usuário cadastrado e ter instalado o módulo de segurança.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Eduardo Gomes

Fiocruz Amazônia elabora Plano de Desenvolvimento Institucional 2018 – 2021

Em abril de 2018 iniciou a caminhada para elaboração do, Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2018 – 2021 do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia). O PDI é o documento e instrumento de planejamento a ser considerado na gestão estratégica do Instituto nos próximos anos e será elaborado em alinhamento com as Teses e Diretrizes institucionais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), elaboradas no VIII Congresso Interno da Instituição.

Durante a apresentação das Comissões formadas pelos delegados e observadores do VIII Congresso Interno da Fundação, e de bolsistas do Projeto de Gestão e Desenvolvimento Institucional (PGDI), o Diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luiz Bessa Luz, apresentou um balanço da participação dos representantes do ILMD/Fiocruz Amazônia no VIII Congresso, e enfatizou um marco importante para a Fiocruz na região: a aprovação da Tese 9 – “Tese Amazônia”, proposta pela Instituição.

TESE DA AMAZÔNIA

Discutida e aprovada no VIII Congresso Interno da Fiocruz, a TESE 9 (tese da Amazônia), pontua principalmente o reconhecimento da Amazônia como componente essencial do projeto de integração nacional e alvo do interesse internacional, além do papel estratégico na geração de conhecimento e inovação em saúde, em parceria com instituições da região, para a salvaguarda da soberania brasileira no território da Amazônia Legal.

Para Sérgio Luz, a participação de todos é fundamental para o alcance dos objetivos, de modo mais eficiente e efetivo, com a otimização de esforços e recursos pelo Instituto. “O comprometimento de todos, quer da administração superior como de toda a comunidade do ILMD, é requisito básico para que o PDI ILMD/Fiocruz Amazônia tenha sucesso.  Nesse sentido, a metodologia proposta buscou o envolvimento de todos na etapa de diagnóstico institucional, e será a tônica nas próximas etapas, como a de consolidação do documento PDI, de execução, de acompanhamento e de avaliação do processo a ser desenvolvido”, destacou.

Na oportunidade, Sérgio Luiz destacou a decisão estratégica de esperar para produzir o PDI institucional, considerando sua reeleição e a possibilidade do PDI (2018-2021) ILMD/Fiocruz Amazônia ser fundamentado nas teses e diretrizes aprovadas no VIII Congresso Interno da Fiocruz e divulgadas em março de 2018. O diretor convidou todos a participarem efetivamente da elaboração do PDI, e atividades de construção do documento que será apresentado no Fórum das Unidades Regionais (FUR), a ser realizado em Manaus, no mês de agosto.

SOBRE O PDI

O PDI (2018-2021) – ILMD/Fiocruz Amazônia, caracteriza a identidade institucional da Fiocruz Amazônia, definindo sua missão e visão de futuro, além das estratégias, diretrizes e políticas a serem seguidas para o alcance de seus objetivos e metas. O documento elaborado deverá nortear a tomada de decisões em níveis estratégicos, táticos e operacionais, assegurando a prática de uma gestão democrática, responsável e transparente.

Para a Presidente da Comissão Executiva do PDI, Maria Olívia Simão, o plano possibilitará a construção de relevantes estratégias, que visam oportunizar o desenvolvimento da Fiocruz Amazônia. “A ideia é pensar a Instituição a médio e longo prazo. É claro que as urgências acontecem, os temas emergenciais surgem, mas precisamos nos planejar para fazer antecipadamente uma análise de contexto que revelam oportunidades para a instituição crescer, além de novas diretrizes e caminhos que podem ser trilhados para o processo de fortalecimento da atuação da Fiocruz no território Amazônico”, explicou.

REUNIÕES

As reuniões da Comissão Executiva designada pela Portaria n.º 17/2018 – GAB/ILMD/ Fiocruz Amazônia, para a elaboração da proposta do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI – 2018 – 2021) já estão acontecendo. O resultado dessas reuniões será ainda discutido com grupos focais e posteriormente pelo Conselho Deliberativo do ILMD e aprovado em Assembléia Geral.

A Comissão Executiva do PDI organiza e executa o processo conforme metodologia aprovada pela Comissão Central; pesquisa nos documentos oficiais dados que serão inseridos no documento; consolida os Eixos Temáticos Essenciais, além de elaborar o documento final do PDI (2018-2021) ILMD/Fiocruz Amazônia para encaminhamento a Comissão Central.

CONCEITO DA MARCA

Apresentada durante o lançamento do PDI ILMD/Fiocruz Amazônia, a marca remete a Tese 9 – Amazônia, apresentada pelo Instituto e aprovada no VIII Congresso Interno da Fiocruz. A formação do tronco da árvore representa o maior valor da Instituição: as pessoas, e por meio delas a parceria da Fiocruz com as demais instituições da região em um esforço de integração nacional.

As folhas diversas que brotam das pessoas remetem à diversidade Amazônica representada por diversos matizes, o ideal de sustentabilidade, o desafio do ILMD de se renovar sempre para se desenvolver como uma Unidade da Fiocruz compromissada com uma Amazônia soberana.

 ILMD Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Fotos: Eduardo Gomes

Evento na Fiocruz Amazônia aborda saúde mental no trabalho

Em referência ao mês do trabalhador, o Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz no Amazonas (Asfoc-AM) promoveu na última sexta-feira, 11/5, no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) a roda de conversa “Hora de ir ao trabalho, o que você sente nesse momento?”, ministrada pelas pesquisadoras e psicólogas, Rosângela Dutra de Moraes, e Socorro de Moraes Nina. O debate foi mediado pela pesquisadora, Amandia Braga Souza, do Laboratório de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado às Populações em Situação de Vulnerabilidade (SAGESC/ILMD Fiocruz Amazônia).

O evento abordou as relações profissionais, situações de estresse, assédio moral, normas regulatórias, jornada de trabalho, além de trazer à tona fatores que afetam direta ou indiretamente a saúde mental do trabalhador. A atividade visou aproximar os profissionais e oportunizar um debate mais amplo sobre o tema “Saúde mental do trabalhador”.

Para a psicóloga Socorro Nina, reconhecimento é a palavra chave para estabelecer vínculos de afetividade e possibilidade de um lugar melhor para trabalhar. “A saúde mental relacionada ao trabalho vem sendo discutida no âmbito nacional, como uma possibilidade, de através da fala suscitarmos movimentos de saúde. Nós trabalhadores vivemos para o trabalho, mas viver para o trabalho é também viver para si, e reconhecer em si a possibilidade de viver melhor nesse lugar”, destacou.

Rosângela Dutra, destacou que a atividade sinaliza o interesse da Instituição na promoção da saúde, e pontuou que ações como esta devem se tornar uma política Institucional de promoção a saúde. “Achei o evento muito oportuno por termos a presença do sindicato, do diretor e principalmente pelo fato das pessoas terem abordado o tema de maneira confiante, falando sobre aspectos pessoais, que nos fizeram perceber um clima de confiança, além do desejo sincero de fazer alguma coisa diferente do convencional para promover a saúde.

DIA DAS MÃES

Na oportunidade, a Asfoc-AM realizou ainda uma homenagem em referência ao Dia das Mães. A atração cultural ficou por conta do show da cantora Monalisa Roberta.

O servidores, bolsistas e colaboradores do IMD/Fiocruz Amazônia puderam saborear ainda um Rodízio de pizza, além de um prato especial, feito pelo pesquisador Pritesh Lalwani, uma das receitas premiadas durante o Superchef ILMD, promovido pelo Núcleo de Saúde do Trabalhador (NUST/ Fiocruz Amazônia).

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes
Foto: Marlúcia Seixas

Manaus receberá 3 mil pessoas para congresso da Rede Unida

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o Congresso da Rede Unida movimentará a agenda científica do País com a participação estimada de 3.000 congressistas e convidados nacionais e internacionais. O evento será sediado no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no período de 30 de maio a 02 de junho de 2018, em Manaus (AM).

O Congresso tem como finalidade propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é composto por trabalhadores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

A expectativa do presidente desta edição do Congresso, Rodrigo Tobias, é que os participantes vejam que a Região Amazônica não é somente o lugar da distância, da dificuldade, da falta de acesso, o lugar das carências e das doenças. “Esperamos que esse evento possa deixar nos congressistas a ideia de que a Amazônia, com suas especificidades, também é um lugar de potencialidades, de produção de saúde, educação e de vida. O nosso desejo é que os participantes desfrutem de tudo o que vai acontecer. Estamos trabalhando muito para que tudo saia bem”, declarou Tobias.

ATIVIDADES INTERNACIONAIS

As atividades internacionais incluem cinco fóruns, que fomentam debates sobre temas da atualidade em relação a gestão da educação e do trabalho em saúde na perspectiva de diferentes países.

Com presença confirmada, os fóruns terão representantes do Brasil, Bélgica, Chile, Colômbia, EUA, Espanha, Inglaterra, Itália, Nicarágua e Portugal.

O V Fórum Internacional de Educação na Saúde tem como temática a Interprofissionalidade na formação e no trabalho em saúde: desafios às políticas e ao cotidiano. O IV Fórum Internacional de Participação em Saúde, Políticas Públicas e Educação Cidadã vem com o tema A vitalidade da democracia quando as instituições padecem: a resistência cidadã como artesania de novos tempos.

O V Fórum Internacional de Atenção Básica/Primária em Saúde trará para o centro das discussões o tema A atenção básica/primária nos sistemas de saúde universais: desafios e avanços após 40 anos de Alma Ata. O IV Fórum Internacional de Cooperação em Saúde e Políticas Públicas abordará os Direitos humanos, políticas públicas e inclusão em tempos de austeridade: repercussões na gestão da educação e do trabalho na saúde. E o I Fórum Internacional de Saúde do Migrante terá como tema central A dignidade e a saúde das pessoas em tempos sombrios: as fronteiras nacionais e a afirmação de direitos humanos.

TRABALHOS SUBMETIDOS

Esta edição no Amazonas fechou com o número de 3.420 submissões de trabalhos nacionais e internacionais. Realizado pela primeira vez no Norte do País, a região foi a que mais teve trabalhos submetidos, totalizando 1.652 submissões com destaque aos estados do Amazonas e Pará, com 913 e 641 trabalhos inscritos, respectivamente.  A região Nordeste ficou em segundo lugar com 628 trabalhos. Já o Sudeste figurou em terceira posição com 383 submissões. As regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil tiveram 298 e 165 trabalhos submetidos, respectivamente. Da participação internacional, a Itália submeteu três trabalhos.

Nos congressos da Rede Unida são aceitos trabalhos para apresentação oral nas modalidades Távolas e Rodas de Conversa. Para os organizadores, o volume de trabalhos submetidos e aprovados aponta um Congresso com grande densidade técnico-científica, além da enorme diversidade de temas e de experiências locais que compõem uma programação atrativa para diferentes públicos.

Confira a programação de apresentação dos trabalhos: www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/rodas-e-tavolas

Segundo o coordenador Nacional da Rede Unida, Júlio César Schweickardt, a organização do Congresso é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

PROGRAMAÇÃO

Além da apresentação dos trabalhos e da realização dos fóruns internacionais, a programação do congresso inclui atividades como Távolas Institucionais, Res-Publicas, Mostra Fotográfica, Lançamentos de livros, Seminários, encontros e oficinas, Conferências, Intervenções e muitas outras atividades com temas que contemplam os cinco eixos centrais do Congresso na área da Saúde, que são: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

Inscreva-se e participe das atividades: www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/inscricoes

INSTITUIÇÕES PARCEIRAS

São parceiros desta edição a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

SOBRE A REDE UNIDA

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

Agência Rede Unida de Comunicação, por Mirinéia Nascimento (Ascom/Rede Unida)

Centro de Estudos abordará prevalência de bactéria causadora da meningite meningocócica em populações indígenas do Amazonas

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) promove na próxima sexta-feira, 11/5, a partir de 9h, na sala de aula 2, prédio anexo da Instituição, a palestra “Investigação da infecção subclínica de Neisseria meningitidis em populações indígenas do Amazonas”, a ser ministrada pela pesquisadora, Kátia Maria da Silva Lima, Tecnologista do Laboratório Diversidade Microbiana da Amazônia com Importância para a Saúde (DMAIS/ILMD Fiocruz Amazônia).

O estudo que será apresentado faz parte dos resultados da tese de doutorado da pesquisadora. “Nosso objetivo foi estudar a prevalência da infecção assintomática por Neisseria meningitidis, bactéria que causa a meningite meningocócica (tipo C). Estudamos a prevalência dessa bactéria nos indígenas assintomáticos, ou seja, aqueles indígenas que não estão com a doença, mas que ao fazermos a coleta na nasofaringe, identificamos a presença da bactéria”, explicou.

A meningite meningocócica é um tipo de meningite bacteriana que é causada pela bactéria Neisseria Meningitidis. Para a pesquisadora, o estudo possui grande importância ao identificar a prevalência da bactéria entre os indígenas, por ser uma população que reside em lugares de difícil acesso, longe de laboratórios e hospitais que possam dar uma assistência adequada para casos de meningite.

Segunda Kátia, a pesquisa possibilitou o levantamento de dados secundários sobre a doença em populações indígenas no Amazonas, além de importantes informações sobre a cobertura vacinal, através da carteira de vacinação dos indígenas, visando entender um pouco mais a epidemiologia da doença nessas áreas. Participaram da pesquisa três aldeias indígenas de etnias diferentes: Mura, Munduruku e Mura Pirahã.

SOBRE A PALESTRANTE

Katia Lima é doutora em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), mestra em Sociedade e Cultura na Amazônia, graduada em Serviço Social pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atualmente é Tecnologista do ILMD/ Fiocruz Amazônia. Possui experiência na área da Saúde Pública, com ênfase em Análise das Condições socioambientais e Saúde na Amazônia, atuando principalmente nos seguintes temas: Políticas de Saúde, Saúde Indígena, Meningite, Leptospirose.

CENTRO DE ESTUDOS

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde.

Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

ILMD/ Fiocruz Amazônia, por Eduardo Gomes